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Aracaju, Terça-feira, 23 de junho de 2026
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Festa junina debate trabalho doméstico com cinema e forró em SE

Filmes/Séries/Animações

Festa junina debate trabalho doméstico com cinema e forró em SE

O Sindoméstica de Sergipe promoveu uma festa junina com cinema e curso de informática.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h05
Festa junina debate trabalho doméstico com cinema e forró em SE

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O Sindoméstica de Sergipe uniu cultura e política no último sábado com curtas-metragens e debates sobre economia do cuidado. O evento celebrou o São João com forró e culinária típica.

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No último sábado, dia 20 de junho, o Sindoméstica de Sergipe realizou sua festa junina com o tema ‘Economia do Cuidado e Trabalho Doméstico no Brasil’. O evento contou com a tradicional culinária junina, danças de forró, além de exibições de filmes e debates sobre a temática do trabalho doméstico.

Durante a festividade, o palestrante Zezito de Oliveira, do Ponto de Cultura Ação Cultural, apresentou os curtas-metragens “Eu sou Raiz”, de Cíntia Lima e Lílian de Alcântara, e “As Lavadeiras do Rio Acaraú”, de Kulumym-Açu. Ambas as produções fazem parte da 15ª Mostra Difusão Cinema e Direitos Humanos, que busca dar visibilidade às questões de direitos dos trabalhadores.

A vice-presidenta do Sindoméstica/SE, Carol Rejane, destacou a importância de momentos como esse para troca de informações e fortalecimento da luta coletiva. “Os dois filmes nos mostram que só a luta coletiva faz a gente avançar e só a luta coletiva nos humaniza. A central tem essa perspectiva: independente da profissão que você tenha, estamos todos juntos e juntas com o objetivo de conquistar o mínimo de dignidade para a classe trabalhadora”, afirmou Rejane.

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A presidenta do Sindoméstica/SE e diretora da CUT-SE, Quitéria Santos, também se pronunciou sobre a relevância do acesso à cultura e da formação de trabalhadoras domésticas. “Esse projeto é para levar qualidade de vida e libertação através da formação das trabalhadoras domésticas a respeito de seus direitos frente à informalidade e educação digital”, explicou Quitéria.

A diretora Adinete dos Santos Canuto revelou que foram criadas duas turmas de Informática, nomeadas “As Sementes do Amanhã” e “As Flores do Jardim”, cada uma com 10 alunas, cujas aulas ocorrem aos sábados nos períodos da manhã e da tarde. O curso, que tem duração de seis meses, é ministrado pelo professor Michael Douglas na sede da Casa da Doméstica. “Dar o primeiro passo já é uma conquista, não pare nunca”, é a mensagem motivacional que Adinete escreveu na porta da sala de aula.

O objetivo inicial é formar 40 trabalhadoras domésticas em habilidades de informática e também em salão de beleza, além de oferecer atendimentos psicológicos e nutricionais, e oficinas de artesanato, que são conduzidas por mulheres da economia solidária. “A primeira aula que tivemos, no mês passado, foi para a confecção de lápis e canetas. Essa é uma forma de capacitar as nossas trabalhadoras através da informática e para o empreendedorismo, complementando a renda familiar”, acrescentou Adinete.

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A atividade festiva e educativa foi realizada na Casa da Doméstica, em Aracaju, iniciando às 8h da manhã e se estendendo até o final da tarde de sábado.

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O Sindoméstica de Sergipe uniu cultura e política no último sábado com curtas-metragens e debates sobre economia do cuidado. O evento celebrou o São João com forró e culinária típica.

No último sábado, dia 20 de junho, o Sindoméstica de Sergipe realizou sua festa junina com o tema ‘Economia do Cuidado e Trabalho Doméstico no Brasil’. O evento contou com a tradicional culinária junina, danças de forró, além de exibições de filmes e debates sobre a temática do trabalho doméstico.

Durante a festividade, o palestrante Zezito de Oliveira, do Ponto de Cultura Ação Cultural, apresentou os curtas-metragens “Eu sou Raiz”, de Cíntia Lima e Lílian de Alcântara, e “As Lavadeiras do Rio Acaraú”, de Kulumym-Açu. Ambas as produções fazem parte da 15ª Mostra Difusão Cinema e Direitos Humanos, que busca dar visibilidade às questões de direitos dos trabalhadores.

A vice-presidenta do Sindoméstica/SE, Carol Rejane, destacou a importância de momentos como esse para troca de informações e fortalecimento da luta coletiva. “Os dois filmes nos mostram que só a luta coletiva faz a gente avançar e só a luta coletiva nos humaniza. A central tem essa perspectiva: independente da profissão que você tenha, estamos todos juntos e juntas com o objetivo de conquistar o mínimo de dignidade para a classe trabalhadora”, afirmou Rejane.

A presidenta do Sindoméstica/SE e diretora da CUT-SE, Quitéria Santos, também se pronunciou sobre a relevância do acesso à cultura e da formação de trabalhadoras domésticas. “Esse projeto é para levar qualidade de vida e libertação através da formação das trabalhadoras domésticas a respeito de seus direitos frente à informalidade e educação digital”, explicou Quitéria.

A diretora Adinete dos Santos Canuto revelou que foram criadas duas turmas de Informática, nomeadas “As Sementes do Amanhã” e “As Flores do Jardim”, cada uma com 10 alunas, cujas aulas ocorrem aos sábados nos períodos da manhã e da tarde. O curso, que tem duração de seis meses, é ministrado pelo professor Michael Douglas na sede da Casa da Doméstica. “Dar o primeiro passo já é uma conquista, não pare nunca”, é a mensagem motivacional que Adinete escreveu na porta da sala de aula.

O objetivo inicial é formar 40 trabalhadoras domésticas em habilidades de informática e também em salão de beleza, além de oferecer atendimentos psicológicos e nutricionais, e oficinas de artesanato, que são conduzidas por mulheres da economia solidária. “A primeira aula que tivemos, no mês passado, foi para a confecção de lápis e canetas. Essa é uma forma de capacitar as nossas trabalhadoras através da informática e para o empreendedorismo, complementando a renda familiar”, acrescentou Adinete.

A atividade festiva e educativa foi realizada na Casa da Doméstica, em Aracaju, iniciando às 8h da manhã e se estendendo até o final da tarde de sábado.

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