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“Festival da Mandioca nasceu da força de trabalho do povo largatense”, diz Nitinho

Deputado propôs o reconhecimento nacional a uma das maiores festas culturais e agrícolas de Sergipe O deputado federal Nitinho Vitale (PSD-SE) protocolou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 3452/2025, que reconhece o Festival da Mandioca, realizado em Lagarto (SE), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Leia também “Desafio Sergipe Merece Essa Força” […]

16/06/2025 · 15h12 · Atualizado às 19h14
“Festival da Mandioca nasceu da força de trabalho do povo largatense”, diz Nitinho

Deputado propôs o reconhecimento nacional a uma das maiores festas culturais e agrícolas de Sergipe

O deputado federal Nitinho Vitale (PSD-SE) protocolou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 3452/2025, que reconhece o Festival da Mandioca, realizado em Lagarto (SE), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

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O PL tem o objetivo de garantir a preservação e a valorização de uma das festas mais importantes do calendário cultural sergipano, que une tradição, produção agrícola e manifestações populares.

“Essa festa nasce da força do povo de Lagarto, gente que planta, colhe, transforma e gera riqueza com muito esforço e dedicação. O Festival da Mandioca é um reflexo da capacidade produtiva e da cultura desse povo trabalhador, que construiu uma tradição que merece ser reconhecida e preservada nacionalmente”, afirmou o parlamentar.

Origem- Criado em 2011, o festival celebra a mandioca, alimento ancestral cultivado pelos povos indígenas, essencial na culinária brasileira e pilar da economia rural do município. Lagarto é um dos maiores produtores de mandioca de Sergipe e concentra uma cadeia produtiva que movimenta empregos, renda e desenvolvimento no agreste sergipano.

A cidade, localizada a 75 km da capital Aracaju, tem cerca de 106 mil habitantes e é historicamente marcada pela agricultura familiar. O festival cresceu ao longo dos anos e hoje atrai milhares de visitantes com uma programação que inclui feiras gastronômicas, apresentações folclóricas, quadrilhas, oficinas culturais, desfiles de alegorias e shows musicais.

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Economia- A última edição movimentou cerca de R$ 2,5 milhões em investimentos e gerou mais de 800 empregos diretos e indiretos, com participação ativa de produtores locais, comerciantes, artistas e artesãos.

O reconhecimento como patrimônio imaterial deve fortalecer políticas públicas de preservação cultural e abrir novas oportunidades de financiamento, turismo e visibilidade nacional.

O projeto segue agora para análise nas comissões temáticas da Câmara.

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Foto: Divulgação/@bomboulagarto

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Deputado propôs o reconhecimento nacional a uma das maiores festas culturais e agrícolas de Sergipe

O deputado federal Nitinho Vitale (PSD-SE) protocolou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 3452/2025, que reconhece o Festival da Mandioca, realizado em Lagarto (SE), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

O PL tem o objetivo de garantir a preservação e a valorização de uma das festas mais importantes do calendário cultural sergipano, que une tradição, produção agrícola e manifestações populares.

“Essa festa nasce da força do povo de Lagarto, gente que planta, colhe, transforma e gera riqueza com muito esforço e dedicação. O Festival da Mandioca é um reflexo da capacidade produtiva e da cultura desse povo trabalhador, que construiu uma tradição que merece ser reconhecida e preservada nacionalmente”, afirmou o parlamentar.

Origem- Criado em 2011, o festival celebra a mandioca, alimento ancestral cultivado pelos povos indígenas, essencial na culinária brasileira e pilar da economia rural do município. Lagarto é um dos maiores produtores de mandioca de Sergipe e concentra uma cadeia produtiva que movimenta empregos, renda e desenvolvimento no agreste sergipano.

A cidade, localizada a 75 km da capital Aracaju, tem cerca de 106 mil habitantes e é historicamente marcada pela agricultura familiar. O festival cresceu ao longo dos anos e hoje atrai milhares de visitantes com uma programação que inclui feiras gastronômicas, apresentações folclóricas, quadrilhas, oficinas culturais, desfiles de alegorias e shows musicais.

Economia- A última edição movimentou cerca de R$ 2,5 milhões em investimentos e gerou mais de 800 empregos diretos e indiretos, com participação ativa de produtores locais, comerciantes, artistas e artesãos.

O reconhecimento como patrimônio imaterial deve fortalecer políticas públicas de preservação cultural e abrir novas oportunidades de financiamento, turismo e visibilidade nacional.

O projeto segue agora para análise nas comissões temáticas da Câmara.

Foto: Divulgação/@bomboulagarto

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