Entre 20 e 23 de novembro, São Cristóvão, quarta cidade mais antiga do Brasil e a 18 quilômetros de Aracaju, será tomada pela 40ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc) 2025. O evento, promovido pela Prefeitura de São Cristóvão com co-realização do Governo de Sergipe, é considerado o maior festival cultural do estado e um dos principais do Nordeste.
Com o tema “Na cultura a gente se encontra”, o Fasc ocupará o Centro Histórico com exposições, apresentações musicais, cortejos, gastronomia, debates literários e diversas manifestações artísticas que destacam a identidade sergipana.
Patrimônio aberto ao público
Durante os quatro dias de programação, visitantes poderão conhecer os principais atrativos da antiga capital sergipana:
- Igrejas seculares – Rosário dos Homens Pretos e Matriz Nossa Senhora da Vitória, abertas das 9h às 13h.
- Memorial Santa Dulce – instalado no Convento do Carmo, com objetos e escritos da religiosa, aberto das 9h às 13h.
- Museu de Arte Sacra – funcionamento das 9h30 às 17h.
- Museu da Polícia – visitação das 9h às 16h.
- Museu Histórico – aberto de quinta a sábado, das 9h30 às 17h.
- Cristo Redentor – monumento erguido antes do homônimo do Rio de Janeiro, com acesso permanente e vista para os rios Paramopama e Vaza-Barris.
Sabores reconhecidos como patrimônio imaterial
As ruas de pedra também serão palco para a venda dos tradicionais bricelets – biscoitos finos de origem suíça introduzidos pelas freiras beneditinas – e da queijadinha, receita portuguesa adaptada com coco ralado no período colonial. Ambas as iguarias são Patrimônio Cultural Imaterial de Sergipe e poderão ser encontradas com vendedores ambulantes, na Casa dos Bricelets (8h às 2h) e na Casa das Queijadas (8h às 20h).
Impacto cultural e econômico
Para o secretário de Estado do Turismo, Marcos Franco, o Fasc fortalece o turismo, gera impacto social e econômico e reafirma São Cristóvão como polo cultural. “Ser co-realizador deste grande evento reforça o compromisso do Governo de Sergipe em apoiar manifestações que valorizam nossa identidade e movimentam a economia criativa”, disse.
Com programação cultural extensa e patrimônio histórico reconhecido pela Unesco, a cidade mãe de Sergipe se prepara para receber turistas e moradores em uma celebração que une fé, arte e hospitalidade.
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