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Policial

Flávio Bolsonaro recusa proteção da PF e critica possíveis infiltrações

Flávio Bolsonaro recusa proteção da PF e critica possíveis infiltrações em sua campanha.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h04
Flávio Bolsonaro recusa proteção da PF e critica possíveis infiltrações

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), utilizou sua conta na rede social X no domingo (19 de julho de 2026) para recusar a proteção da Polícia Federal (PF) durante sua campanha eleitoral. Na publicação, Flávio solicitou que os agentes designados para sua segurança fossem direcionados para investigar fraudes relacionadas aos aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A declaração do congressista ocorreu um dia antes da ativação da estrutura nacional da PF, que foi preparada para garantir a segurança dos candidatos à Presidência. O governo brasileiro destinou aproximadamente R$ 95 milhões para essa operação, que contará com a mobilização de até 458 agentes, podendo atender simultaneamente a 10 candidaturas.

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Flávio Bolsonaro enfatizou que sua decisão de abrir mão da equipe de segurança visa contribuir para a apuração de desvios no INSS. Ele mencionou o nome de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao afirmar que se a justificativa do chefe da PF para não investigar Lulinha era a falta de efetivo, ele desejava ajudar a devolver os valores desviados aos aposentados.

“Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar Lulinha – acusado de receber mensalinho do Careca do INSS – foi a falta de efetivo, quero dar a minha contribuição para que o dinheiro roubado no governo Lula seja devolvido aos aposentados”, declarou.

O senador expressou sua desconfiança em relação ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, mencionando a possibilidade de que agentes fossem infiltrados em sua campanha. Flávio não apresentou provas concretas para suas alegações, mas afirmou: “Além disso, não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha”.

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Flávio Bolsonaro também declarou que, se eleito, promoverá a valorização dos policiais federais, garantindo que a corporação recupere sua autonomia, a qual, segundo ele, foi comprometida por ordens que visam perseguir opositores do governo atual.

A proteção aos candidatos está prevista para iniciar nesta segunda-feira (20 de julho), após a homologação das candidaturas pelas convenções partidárias. A PF tem mantido diálogos com partidos e pré-candidaturas desde abril, e em maio, representantes das siglas participaram de uma reunião em Brasília onde a corporação apresentou protocolos de análise de riscos e monitoramento de ameaças.

Cada candidato contará com um planejamento individualizado, que será atualizado conforme as ameaças, vulnerabilidades e características das agendas. A estrutura de segurança poderá incluir veículos blindados, grupos táticos, equipamentos de defesa antidrone, reconhecimento facial e monitoramento de ameaças digitais, além de equipes para vistorias antibombas.

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Uma sala de comando será ativada em Brasília para acompanhar as operações em tempo real. A PF ressaltou que as informações sensíveis sobre itinerários e riscos terão acesso restrito. A adesão ao esquema de proteção é opcional e a PF garantiu que respeitará as decisões dos candidatos que optarem por não contar com o serviço.

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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), utilizou sua conta na rede social X no domingo (19 de julho de 2026) para recusar a proteção da Polícia Federal (PF) durante sua campanha eleitoral. Na publicação, Flávio solicitou que os agentes designados para sua segurança fossem direcionados para investigar fraudes relacionadas aos aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A declaração do congressista ocorreu um dia antes da ativação da estrutura nacional da PF, que foi preparada para garantir a segurança dos candidatos à Presidência. O governo brasileiro destinou aproximadamente R$ 95 milhões para essa operação, que contará com a mobilização de até 458 agentes, podendo atender simultaneamente a 10 candidaturas.

Flávio Bolsonaro enfatizou que sua decisão de abrir mão da equipe de segurança visa contribuir para a apuração de desvios no INSS. Ele mencionou o nome de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao afirmar que se a justificativa do chefe da PF para não investigar Lulinha era a falta de efetivo, ele desejava ajudar a devolver os valores desviados aos aposentados.

“Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar Lulinha – acusado de receber mensalinho do Careca do INSS – foi a falta de efetivo, quero dar a minha contribuição para que o dinheiro roubado no governo Lula seja devolvido aos aposentados”, declarou.

O senador expressou sua desconfiança em relação ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, mencionando a possibilidade de que agentes fossem infiltrados em sua campanha. Flávio não apresentou provas concretas para suas alegações, mas afirmou: “Além disso, não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha”.

Flávio Bolsonaro também declarou que, se eleito, promoverá a valorização dos policiais federais, garantindo que a corporação recupere sua autonomia, a qual, segundo ele, foi comprometida por ordens que visam perseguir opositores do governo atual.

A proteção aos candidatos está prevista para iniciar nesta segunda-feira (20 de julho), após a homologação das candidaturas pelas convenções partidárias. A PF tem mantido diálogos com partidos e pré-candidaturas desde abril, e em maio, representantes das siglas participaram de uma reunião em Brasília onde a corporação apresentou protocolos de análise de riscos e monitoramento de ameaças.

Cada candidato contará com um planejamento individualizado, que será atualizado conforme as ameaças, vulnerabilidades e características das agendas. A estrutura de segurança poderá incluir veículos blindados, grupos táticos, equipamentos de defesa antidrone, reconhecimento facial e monitoramento de ameaças digitais, além de equipes para vistorias antibombas.

Uma sala de comando será ativada em Brasília para acompanhar as operações em tempo real. A PF ressaltou que as informações sensíveis sobre itinerários e riscos terão acesso restrito. A adesão ao esquema de proteção é opcional e a PF garantiu que respeitará as decisões dos candidatos que optarem por não contar com o serviço.

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