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FMI ajusta projeções de crescimento do PIB brasileiro para 2026 e 2027

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FMI ajusta projeções de crescimento do PIB brasileiro para 2026 e 2027

FMI eleva projeções de crescimento do PIB do Brasil, mas prevê desaceleração em 2027.

09/07/2026 · 19h03
FMI ajusta projeções de crescimento do PIB brasileiro para 2026 e 2027

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou as suas projeções de crescimento da economia brasileira para os anos de 2026 e 2027. No entanto, a entidade prevê que o ritmo de expansão da economia perderá força no próximo ano. A atualização foi divulgada no relatório Perspectiva Econômica Global, nesta quarta-feira, 8 de julho de 2026.

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A nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil subiu de 1,9% para 2,4% em 2026. Para 2027, a previsão foi ajustada de 2% para 2,2%. Apesar do cenário otimista para os próximos anos, o crescimento ainda está abaixo das expectativas para o ano atual, o que indica uma desaceleração da atividade econômica.

“As previsões do FMI se tornam mais otimistas em comparação com as do mercado financeiro, do Ministério da Fazenda e do Banco Central”, destacou o relatório.

Com as novas projeções, os números do FMI indicam um crescimento do PIB em 2026 de 2,4%, um aumento significativo em relação à previsão anterior. Para 2027, a projeção de 2,2% também é um incremento em relação aos dados anteriores. Em contrapartida, as estimativas do Ministério da Fazenda apontam um crescimento de 2,3% para 2026, enquanto o Banco Central prevê um crescimento de 2% e o boletim Focus do mercado projeta 1,99% para 2026 e 1,69% para 2027.

Além de rever as projeções para o Brasil, o FMI também ajustou as expectativas para a América Latina e o Caribe, que devem crescer 2,4% em 2026 e 2,7% em 2027. Para as economias emergentes e em desenvolvimento, que incluem o Brasil, a expectativa de crescimento é de 3,8% neste ano e 4,5% no próximo.

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A entidade ainda destacou que as diferenças no crescimento entre os países estão relacionadas a fatores como a dependência de commodities, a integração às cadeias globais de tecnologia e a exposição ao turismo e ao comércio internacional.

Em relação a outras economias, o FMI manteve a projeção de crescimento dos Estados Unidos em 2,3% para 2026 e elevou a estimativa para 2027 para 2,2%. Na zona do euro, a previsão para 2026 foi reduzida de 1,1% para 0,9%, enquanto para 2027 ficou em 1,2%.

A China teve uma revisão positiva, com crescimento estimado em 4,6% para 2026 e 4,1% para 2027. Já a Índia teve uma leve redução na projeção deste ano para 6,4%, mas um aumento na estimativa para 2027, que subiu para 6,7%.

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Em relação à economia global, o FMI reduziu a previsão de crescimento de 2026 de 3,1% para 3%. Para 2027, a expectativa é de 3,4%, ainda abaixo da média registrada em 2024 e 2025. A entidade avaliou que a economia global demonstrou resiliência diante de conflitos internacionais, mas alertou sobre os riscos que podem surgir da continuidade de tais conflitos e da fragmentação do comércio mundial.

Além disso, o relatório destaca que o conflito entre o Irã e os Estados Unidos impactará a inflação global, que teve suas projeções elevadas para 2026 em 0,3 ponto percentual, alcançando 4,7%. Para 2027, a expectativa é de que a inflação global recue para 3,9%.

Por fim, o FMI aponta que os preços da energia continuam cerca de 25% acima dos níveis observados antes do início do conflito, enquanto o comércio mundial deve desacelerar de 5% em 2025 para 3,5% em 2026, antes de retornar a crescer 4,3% no ano seguinte.

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou as suas projeções de crescimento da economia brasileira para os anos de 2026 e 2027. No entanto, a entidade prevê que o ritmo de expansão da economia perderá força no próximo ano. A atualização foi divulgada no relatório Perspectiva Econômica Global, nesta quarta-feira, 8 de julho de 2026.

A nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil subiu de 1,9% para 2,4% em 2026. Para 2027, a previsão foi ajustada de 2% para 2,2%. Apesar do cenário otimista para os próximos anos, o crescimento ainda está abaixo das expectativas para o ano atual, o que indica uma desaceleração da atividade econômica.

“As previsões do FMI se tornam mais otimistas em comparação com as do mercado financeiro, do Ministério da Fazenda e do Banco Central”, destacou o relatório.

Com as novas projeções, os números do FMI indicam um crescimento do PIB em 2026 de 2,4%, um aumento significativo em relação à previsão anterior. Para 2027, a projeção de 2,2% também é um incremento em relação aos dados anteriores. Em contrapartida, as estimativas do Ministério da Fazenda apontam um crescimento de 2,3% para 2026, enquanto o Banco Central prevê um crescimento de 2% e o boletim Focus do mercado projeta 1,99% para 2026 e 1,69% para 2027.

Além de rever as projeções para o Brasil, o FMI também ajustou as expectativas para a América Latina e o Caribe, que devem crescer 2,4% em 2026 e 2,7% em 2027. Para as economias emergentes e em desenvolvimento, que incluem o Brasil, a expectativa de crescimento é de 3,8% neste ano e 4,5% no próximo.

A entidade ainda destacou que as diferenças no crescimento entre os países estão relacionadas a fatores como a dependência de commodities, a integração às cadeias globais de tecnologia e a exposição ao turismo e ao comércio internacional.

Em relação a outras economias, o FMI manteve a projeção de crescimento dos Estados Unidos em 2,3% para 2026 e elevou a estimativa para 2027 para 2,2%. Na zona do euro, a previsão para 2026 foi reduzida de 1,1% para 0,9%, enquanto para 2027 ficou em 1,2%.

A China teve uma revisão positiva, com crescimento estimado em 4,6% para 2026 e 4,1% para 2027. Já a Índia teve uma leve redução na projeção deste ano para 6,4%, mas um aumento na estimativa para 2027, que subiu para 6,7%.

Em relação à economia global, o FMI reduziu a previsão de crescimento de 2026 de 3,1% para 3%. Para 2027, a expectativa é de 3,4%, ainda abaixo da média registrada em 2024 e 2025. A entidade avaliou que a economia global demonstrou resiliência diante de conflitos internacionais, mas alertou sobre os riscos que podem surgir da continuidade de tais conflitos e da fragmentação do comércio mundial.

Além disso, o relatório destaca que o conflito entre o Irã e os Estados Unidos impactará a inflação global, que teve suas projeções elevadas para 2026 em 0,3 ponto percentual, alcançando 4,7%. Para 2027, a expectativa é de que a inflação global recue para 3,9%.

Por fim, o FMI aponta que os preços da energia continuam cerca de 25% acima dos níveis observados antes do início do conflito, enquanto o comércio mundial deve desacelerar de 5% em 2025 para 3,5% em 2026, antes de retornar a crescer 4,3% no ano seguinte.

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