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Aracaju, Segunda-feira, 8 de junho de 2026
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Frente fria coloca sete estados em alerta para temporais e queda de temperatura nesta semana

Clima

Frente fria coloca sete estados em alerta para temporais e queda de temperatura nesta semana

Uma intensa frente fria que avança pelo Sul do Brasil promete mudar radicalmente as condições do tempo em boa parte do Centro-Sul do país ao longo desta semana. O sistema meteorológico começa a atuar a partir desta segunda-feira, 8 de junho, trazendo de volta os temporais e o frio rigoroso para sete estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

08/06/2026 · 10h28
Frente fria coloca sete estados em alerta para temporais e queda de temperatura nesta semana

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Sistema meteorológico avança pelo Centro-Sul a partir desta segunda-feira, 8; combinação de fatores favorece chuva forte, risco de geada e ventos intensos na costa.

Uma intensa frente fria que avança pelo Sul do Brasil promete mudar radicalmente as condições do tempo em boa parte do Centro-Sul do país ao longo desta semana. O sistema meteorológico começa a atuar a partir desta segunda-feira, 8 de junho, trazendo de volta os temporais e o frio rigoroso para sete estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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De acordo com os meteorologistas da Climatempo, a virada no tempo é provocada pela atuação de um cavado em médios níveis da atmosfera, associado à formação de uma área de baixa pressão e a um processo de ciclogênese (formação de um ciclone) sobre a Região Sul. Essa combinação eleva a instabilidade atmosférica, gerando condições ideais para pancadas de chuva fortes, temporais isolados, rajadas de vento e queda de granizo.

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Cronograma de avanço da instabilidade pelas regiões

  • Segunda-feira (8) – Rio Grande do Sul e Santa Catarina: Os primeiros impactos ocorrem em solo gaúcho, onde as chuvas se espalham por regiões como Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas, Uruguaiana, além das Missões e da Campanha Gaúcha. Ao longo do dia, a instabilidade avança para o oeste e interior catarinense, afetando cidades como Chapecó, Concórdia, Xanxerê e Lages.
  • Terça-feira (9) – Paraná: A frente fria ganha força no estado paranaense, provocando pancadas distribuídas principalmente nas regiões oeste, sudoeste e sul, em municípios como Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Pato Branco.
  • Metade da semana (Terça a Quinta) – Centro-Oeste: Entre terça e quarta-feira, o sul de Mato Grosso do Sul (Ponta Porã, Dourados, Naviraí e Mundo Novo) entra na rota dos temporais devido ao transporte de calor e umidade. Entre quarta (10) e quinta-feira (11), a umidade atinge Mato Grosso, provocando chuvas inclusive na capital, Cuiabá.
  • Segunda metade da semana – Sudeste: Os maiores volumes de chuva são esperados no interior de São Paulo (Presidente Prudente, Marília, Bauru, Campinas e Sorocaba), sul de Minas Gerais (Uberaba, Uberlândia e Poços de Caldas, além de Belo Horizonte) e no estado do Rio de Janeiro, onde a capital e cidades da Região Serrana, como Petrópolis, podem registrar temporais.
  • Fim da semana – Goiás e Distrito Federal: A Climatempo destaca a possibilidade de chuva para essas áreas no final da semana, um cenário considerado bastante incomum para esta época do ano, que é marcada pelo período seco na região central do país.

Queda acentuada nas temperaturas e risco de geada

A retaguarda da frente fria abrirá caminho para a cobertura de uma massa de ar frio de origem polar, que deve derrubar os termômetros no Sul e em parte do Sudeste.

Existem condições altamente favoráveis para a formação de geadas nas áreas de maior altitude da Serra Gaúcha, Serra Catarinense, sul do Paraná, pontos elevados do interior paulista e na Serra da Mantiqueira. Os maiores riscos se concentram em regiões de baixada e serranas, onde os termômetros podem registrar marcas próximas ou inferiores a $4^\circ\text{C}$ nas primeiras horas da manhã.

Ventos fortes e mar agitado no litoral

O desenvolvimento do novo ciclone associado ao sistema de baixa pressão deve intensificar os ventos nas áreas litorâneas do Sul e do Sudeste, provocando rajadas significativas ao longo da costa. O alerta de atenção é direcionado a pescadores, navegadores e operadores portuários do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. No litoral gaúcho, o mar ficará muito agitado, com risco de ressaca e ondas que podem oscilar entre dois e três metros de altura.

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Sistema meteorológico avança pelo Centro-Sul a partir desta segunda-feira, 8; combinação de fatores favorece chuva forte, risco de geada e ventos intensos na costa.

Uma intensa frente fria que avança pelo Sul do Brasil promete mudar radicalmente as condições do tempo em boa parte do Centro-Sul do país ao longo desta semana. O sistema meteorológico começa a atuar a partir desta segunda-feira, 8 de junho, trazendo de volta os temporais e o frio rigoroso para sete estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

De acordo com os meteorologistas da Climatempo, a virada no tempo é provocada pela atuação de um cavado em médios níveis da atmosfera, associado à formação de uma área de baixa pressão e a um processo de ciclogênese (formação de um ciclone) sobre a Região Sul. Essa combinação eleva a instabilidade atmosférica, gerando condições ideais para pancadas de chuva fortes, temporais isolados, rajadas de vento e queda de granizo.

Cronograma de avanço da instabilidade pelas regiões

  • Segunda-feira (8) – Rio Grande do Sul e Santa Catarina: Os primeiros impactos ocorrem em solo gaúcho, onde as chuvas se espalham por regiões como Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas, Uruguaiana, além das Missões e da Campanha Gaúcha. Ao longo do dia, a instabilidade avança para o oeste e interior catarinense, afetando cidades como Chapecó, Concórdia, Xanxerê e Lages.
  • Terça-feira (9) – Paraná: A frente fria ganha força no estado paranaense, provocando pancadas distribuídas principalmente nas regiões oeste, sudoeste e sul, em municípios como Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Pato Branco.
  • Metade da semana (Terça a Quinta) – Centro-Oeste: Entre terça e quarta-feira, o sul de Mato Grosso do Sul (Ponta Porã, Dourados, Naviraí e Mundo Novo) entra na rota dos temporais devido ao transporte de calor e umidade. Entre quarta (10) e quinta-feira (11), a umidade atinge Mato Grosso, provocando chuvas inclusive na capital, Cuiabá.
  • Segunda metade da semana – Sudeste: Os maiores volumes de chuva são esperados no interior de São Paulo (Presidente Prudente, Marília, Bauru, Campinas e Sorocaba), sul de Minas Gerais (Uberaba, Uberlândia e Poços de Caldas, além de Belo Horizonte) e no estado do Rio de Janeiro, onde a capital e cidades da Região Serrana, como Petrópolis, podem registrar temporais.
  • Fim da semana – Goiás e Distrito Federal: A Climatempo destaca a possibilidade de chuva para essas áreas no final da semana, um cenário considerado bastante incomum para esta época do ano, que é marcada pelo período seco na região central do país.

Queda acentuada nas temperaturas e risco de geada

A retaguarda da frente fria abrirá caminho para a cobertura de uma massa de ar frio de origem polar, que deve derrubar os termômetros no Sul e em parte do Sudeste.

Existem condições altamente favoráveis para a formação de geadas nas áreas de maior altitude da Serra Gaúcha, Serra Catarinense, sul do Paraná, pontos elevados do interior paulista e na Serra da Mantiqueira. Os maiores riscos se concentram em regiões de baixada e serranas, onde os termômetros podem registrar marcas próximas ou inferiores a $4^\circ\text{C}$ nas primeiras horas da manhã.

Ventos fortes e mar agitado no litoral

O desenvolvimento do novo ciclone associado ao sistema de baixa pressão deve intensificar os ventos nas áreas litorâneas do Sul e do Sudeste, provocando rajadas significativas ao longo da costa. O alerta de atenção é direcionado a pescadores, navegadores e operadores portuários do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. No litoral gaúcho, o mar ficará muito agitado, com risco de ressaca e ondas que podem oscilar entre dois e três metros de altura.

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