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Sergipe

Golpe do botox: homem é preso por usar rosto de vítimas para fraudes financeiras

Um homem foi preso nesta terça-feira, 29, acusado de aplicar uma série de golpes financeiros em clientes durante procedimentos estéticos realizados em clínicas de alto padrão na capital sergipana. A prisão foi efetuada por agentes do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), após uma investigação que se estendia desde janeiro.

29/04/2025 · 16h59 · Atualizado às 19h14
Golpe do botox: homem é preso por usar rosto de vítimas para fraudes financeiras

Criminoso se passava por esteticista e utilizava biometria facial das vítimas para abrir contas e contratar empréstimos em seus nomes

Um homem foi preso nesta terça-feira, 29, acusado de aplicar uma série de golpes financeiros em clientes durante procedimentos estéticos realizados em clínicas de alto padrão na capital sergipana. A prisão foi efetuada por agentes do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), após uma investigação que se estendia desde janeiro.

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Segundo a delegada Lauana Guedes, as apurações começaram quando uma vítima procurou a polícia ao notar movimentações suspeitas em suas contas bancárias. A investigação revelou que o suspeito utilizava dados pessoais e a biometria facial das vítimas, obtidos durante supostos procedimentos estéticos, como aplicação de botox, para abrir contas bancárias e contratar empréstimos fraudulentos.

De acordo com os depoimentos colhidos, o acusado convencia as vítimas a permitirem fotos sob o pretexto de registrar o “antes e depois” dos tratamentos. Nesse momento, acessava aplicativos bancários das clientes e usava o reconhecimento facial para aplicar os golpes. Em alguns casos, também pedia dados sob a justificativa de liberar acesso à clínica ou estacionamento.

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A delegada Suirá Paim ressaltou que o homem agia com discrição e ganhava a confiança das vítimas, o que dificultava a percepção imediata das fraudes. Com os cartões gerados pelas contas falsas, o suspeito realizava compras e transações, recebendo os produtos em seu próprio endereço.

Além das fraudes financeiras, foi constatado que o homem não possuía qualificação para atuar na área estética, configurando também o exercício ilegal da profissão. “Ele não era bioquímico nem tinha autorização para aplicar botox”, afirmou a delegada Lauana Guedes.

O investigado foi conduzido à audiência de custódia e segue à disposição da Justiça. A Polícia Civil solicita que outras vítimas entrem em contato com o Depatri para registrar ocorrência. Informações podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia, no número 181.

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Criminoso se passava por esteticista e utilizava biometria facial das vítimas para abrir contas e contratar empréstimos em seus nomes

Um homem foi preso nesta terça-feira, 29, acusado de aplicar uma série de golpes financeiros em clientes durante procedimentos estéticos realizados em clínicas de alto padrão na capital sergipana. A prisão foi efetuada por agentes do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), após uma investigação que se estendia desde janeiro.

Segundo a delegada Lauana Guedes, as apurações começaram quando uma vítima procurou a polícia ao notar movimentações suspeitas em suas contas bancárias. A investigação revelou que o suspeito utilizava dados pessoais e a biometria facial das vítimas, obtidos durante supostos procedimentos estéticos, como aplicação de botox, para abrir contas bancárias e contratar empréstimos fraudulentos.

De acordo com os depoimentos colhidos, o acusado convencia as vítimas a permitirem fotos sob o pretexto de registrar o “antes e depois” dos tratamentos. Nesse momento, acessava aplicativos bancários das clientes e usava o reconhecimento facial para aplicar os golpes. Em alguns casos, também pedia dados sob a justificativa de liberar acesso à clínica ou estacionamento.

A delegada Suirá Paim ressaltou que o homem agia com discrição e ganhava a confiança das vítimas, o que dificultava a percepção imediata das fraudes. Com os cartões gerados pelas contas falsas, o suspeito realizava compras e transações, recebendo os produtos em seu próprio endereço.

Além das fraudes financeiras, foi constatado que o homem não possuía qualificação para atuar na área estética, configurando também o exercício ilegal da profissão. “Ele não era bioquímico nem tinha autorização para aplicar botox”, afirmou a delegada Lauana Guedes.

O investigado foi conduzido à audiência de custódia e segue à disposição da Justiça. A Polícia Civil solicita que outras vítimas entrem em contato com o Depatri para registrar ocorrência. Informações podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia, no número 181.

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