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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Economia

Haddad diz que ataques aéreos contra o Irã não devem afetar macroeconomia brasileira imediatamente

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (2) que os ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã não devem provocar efeitos imediatos sobre a macroeconomia do Brasil. A avaliação foi feita na Universidade de São Paulo, antes de Haddad ministrar uma aula magna aos alunos da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA).

03/03/2026 · 08h26 · Atualizado às 18h41
Haddad diz que ataques aéreos contra o Irã não devem afetar macroeconomia brasileira imediatamente

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (2) que os ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã não devem provocar efeitos imediatos sobre a macroeconomia do Brasil. A avaliação foi feita na Universidade de São Paulo, antes de Haddad ministrar uma aula magna aos alunos da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA).

Segundo o ministro, embora o governo esteja atento ao desenrolar dos acontecimentos, é complicado prever como o conflito irá evoluir. A equipe econômica acompanha o cenário com cautela para identificar riscos e preparar respostas caso a situação se deteriore.

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Haddad destacou que a extensão do conflito será determinante para os impactos econômicos. Ele ressaltou que o Brasil atravessa um período favorável à atração de investimentos e, por isso, uma turbulência pontual no curto prazo não deve alterar as principais variáveis macroeconômicas do país, salvo uma possível escalada do confronto.

O ministro também comentou que o monitoramento contínuo pretende permitir medidas preparatórias caso o ambiente econômico mundial piore de forma imprevista. A pasta da Fazenda, afirmou Haddad, mantém análise permanente dos indicadores e das possíveis repercussões externas sobre o mercado doméstico.

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Na mesma manhã, autoridades iranianas informaram uma ação de maior alerta na região do Golfo. Um comandante da Guarda Revolucionária do Irã declarou que o país passou a fechar o estreito de Ormuz à passagem de navios e ameaçou incendiar embarcações que tentem transitar pelo local. O estreito de Ormuz é apontado como rota crucial para o transporte internacional de petróleo.

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Com isso, a Fazenda avalia cenários e acompanha a evolução das medidas tomadas por diferentes atores internacionais, mantendo a posição de que, enquanto o conflito não se intensificar, os impactos sobre a macroeconomia brasileira devem permanecer contidos.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (2) que os ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã não devem provocar efeitos imediatos sobre a macroeconomia do Brasil. A avaliação foi feita na Universidade de São Paulo, antes de Haddad ministrar uma aula magna aos alunos da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA).

Segundo o ministro, embora o governo esteja atento ao desenrolar dos acontecimentos, é complicado prever como o conflito irá evoluir. A equipe econômica acompanha o cenário com cautela para identificar riscos e preparar respostas caso a situação se deteriore.

Haddad destacou que a extensão do conflito será determinante para os impactos econômicos. Ele ressaltou que o Brasil atravessa um período favorável à atração de investimentos e, por isso, uma turbulência pontual no curto prazo não deve alterar as principais variáveis macroeconômicas do país, salvo uma possível escalada do confronto.

O ministro também comentou que o monitoramento contínuo pretende permitir medidas preparatórias caso o ambiente econômico mundial piore de forma imprevista. A pasta da Fazenda, afirmou Haddad, mantém análise permanente dos indicadores e das possíveis repercussões externas sobre o mercado doméstico.

Na mesma manhã, autoridades iranianas informaram uma ação de maior alerta na região do Golfo. Um comandante da Guarda Revolucionária do Irã declarou que o país passou a fechar o estreito de Ormuz à passagem de navios e ameaçou incendiar embarcações que tentem transitar pelo local. O estreito de Ormuz é apontado como rota crucial para o transporte internacional de petróleo.

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Com isso, a Fazenda avalia cenários e acompanha a evolução das medidas tomadas por diferentes atores internacionais, mantendo a posição de que, enquanto o conflito não se intensificar, os impactos sobre a macroeconomia brasileira devem permanecer contidos.

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