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Halsey encerra projeto com show de guitarras pesadas no Rock in Rio

Halsey encerrou o projeto "The Girl in the Tower" no Rock in Rio com show mais pesado, guitarras, efeitos de fogo e interação intensa com o público.

13/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h44
Halsey encerra projeto com show de guitarras pesadas no Rock in Rio

Em Rock in Rio, Halsey apresentou The Girl in the Tower em versão mais rock, com guitarras e bateria em destaque. O show encerrou o projeto e ocorreu três dias depois de ela publicar alerta sobre a própria saúde.

A cantora e compositora norte-americana Halsey subiu ao palco Mundo do Rock in Rio com uma abordagem mais pesada e assumiu a cena como protagonista do show “The Girl in the Tower”, que foi anunciada como a última apresentação do projeto. A performance priorizou guitarras e bateria, distanciando-se das texturas eletrônicas de hits como “Closer”, que também ganhou uma versão mais rock no setlist.

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Três dias antes da apresentação no Rio de Janeiro, Halsey havia publicado uma mensagem preocupante nas redes sociais anunciando um quadro de saúde que assustou parte do público. Na postagem, ela escreveu:

“Preciso de 100 bruxas se reunindo para me ajudar a chutar essa doença nas próximas 24 horas. Eu estou morrendo e irmãos e irmãs isso é algo sério”

Apesar desse susto, a cantora teve tempo para se recuperar e, durante a noite no Cidade do Rock, correu de um lado a outro da estrutura, demonstrando estar à vontade e com a voz em dia. Em interação com a plateia, Halsey afirmou que ama o Brasil, afirmou que fazia tempo que não voltava e agradeceu a recepção. Em entrevista dada antes da vinda ao país, ela declarou sobre sua relação com o público brasileiro:

“É um dos meus lugares favoritos no mundo. Acho que aquela primeira experiência realmente consolidou o lugar do Brasil no meu coração. Eu simplesmente me apaixonei”

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No palco, Halsey deixou claro também sua identificação pessoal: a artista, que é bissexual, mencionou que o que mais ama no mundo são as mulheres, comentando o prazer de vê-las livres e sendo elas mesmas. Essa postura esteve alinhada à performance, que explorou potência vocal e habilidade na guitarra, sem intimidar-se pelo grande público ou pela chuva que caiu na Cidade do Rock.

A cenografia trouxe labaredas de fogo ao longo do repertório e projeções que exibiam um castelo com torre e uma igreja nos telões. A apresentação foi dividida em quatro atos conceituais: The Mother (A Mãe), The Maiden (A Donzela), The Mage (O Mago) e They’re Raging at Me (Eles estão furiosos comigo), que compuseram o fio narrativo do espetáculo.

Halsey pediu ao público que fizesse mosh pit durante “Experiment on Me”; o pedido foi atendido e a cantora também desceu até a plateia para cantar próxima aos fãs, chegando a abraçá-los. O momento com celulares e lanternas acesas aconteceu em “Without Me”, outro dos grandes sucessos interpretados em versão mais rock. O repertório percorreu canções de álbuns como “Badlands” (2015), “Hopeless Fountain Kingdom” (2017), “Manic” (2020), “If I Can’t Have Love, I Want Power” (2021) e “The Great Impersonator” (2024).

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Esta notícia foi publicada em 13/09/2026. Hoje é 14/09/2026.

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Em Rock in Rio, Halsey apresentou The Girl in the Tower em versão mais rock, com guitarras e bateria em destaque. O show encerrou o projeto e ocorreu três dias depois de ela publicar alerta sobre a própria saúde.

A cantora e compositora norte-americana Halsey subiu ao palco Mundo do Rock in Rio com uma abordagem mais pesada e assumiu a cena como protagonista do show “The Girl in the Tower”, que foi anunciada como a última apresentação do projeto. A performance priorizou guitarras e bateria, distanciando-se das texturas eletrônicas de hits como “Closer”, que também ganhou uma versão mais rock no setlist.

Três dias antes da apresentação no Rio de Janeiro, Halsey havia publicado uma mensagem preocupante nas redes sociais anunciando um quadro de saúde que assustou parte do público. Na postagem, ela escreveu:

“Preciso de 100 bruxas se reunindo para me ajudar a chutar essa doença nas próximas 24 horas. Eu estou morrendo e irmãos e irmãs isso é algo sério”

Apesar desse susto, a cantora teve tempo para se recuperar e, durante a noite no Cidade do Rock, correu de um lado a outro da estrutura, demonstrando estar à vontade e com a voz em dia. Em interação com a plateia, Halsey afirmou que ama o Brasil, afirmou que fazia tempo que não voltava e agradeceu a recepção. Em entrevista dada antes da vinda ao país, ela declarou sobre sua relação com o público brasileiro:

“É um dos meus lugares favoritos no mundo. Acho que aquela primeira experiência realmente consolidou o lugar do Brasil no meu coração. Eu simplesmente me apaixonei”

No palco, Halsey deixou claro também sua identificação pessoal: a artista, que é bissexual, mencionou que o que mais ama no mundo são as mulheres, comentando o prazer de vê-las livres e sendo elas mesmas. Essa postura esteve alinhada à performance, que explorou potência vocal e habilidade na guitarra, sem intimidar-se pelo grande público ou pela chuva que caiu na Cidade do Rock.

A cenografia trouxe labaredas de fogo ao longo do repertório e projeções que exibiam um castelo com torre e uma igreja nos telões. A apresentação foi dividida em quatro atos conceituais: The Mother (A Mãe), The Maiden (A Donzela), The Mage (O Mago) e They’re Raging at Me (Eles estão furiosos comigo), que compuseram o fio narrativo do espetáculo.

Halsey pediu ao público que fizesse mosh pit durante “Experiment on Me”; o pedido foi atendido e a cantora também desceu até a plateia para cantar próxima aos fãs, chegando a abraçá-los. O momento com celulares e lanternas acesas aconteceu em “Without Me”, outro dos grandes sucessos interpretados em versão mais rock. O repertório percorreu canções de álbuns como “Badlands” (2015), “Hopeless Fountain Kingdom” (2017), “Manic” (2020), “If I Can’t Have Love, I Want Power” (2021) e “The Great Impersonator” (2024).

Esta notícia foi publicada em 13/09/2026. Hoje é 14/09/2026.

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