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Entretenimento

Marina Sena encanta Rock in Rio com show íntimo sob chuva

Marina Sena transformou o Palco Sunset em teatro pop sob chuva, com encenações, participações e repertório do terceiro álbum.

13/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h44
Marina Sena encanta Rock in Rio com show íntimo sob chuva

De branco e com adereço prateado, Marina abriu o Sunset com cítara e tambores, tocando 'Numa Ilha' e 'Coisas Naturais'. Sob garoa, ela cantou 'Doçura' com participação de LuisLo, convertendo a chuva em teatro pop.

De braços abertos e vestida de branco, Marina Sena subiu ao Palco Sunset do Rock in Rio neste domingo (13) com adereço prateado na cabeça e visual que remetia à iconografia hindu. Sob uma leve garoa, a cantora abriu o set com timbres de cítara e tambores, iniciando por “Numa Ilha” antes de emendar “Coisas Naturais”, faixa-título de seu terceiro álbum.

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Enquanto a chuva caía sobre a Cidade do Rock, Marina interpretou “Doçura”, que traz no verso a referência ao clima da noite.

“E essa chuva, chuva”

A canção ganhou a participação de Luis Lozano, o LuisLo, voz principal do trio Çantamarta, parceiro da cantora na gravação original. Em seguida, Marina incluiu no repertório a recém-lançada “TAIOBEIRAS (folha grande)”, lançada nas plataformas em 26 de agosto, homenagem ao município de Taiobeiras, no Norte de Minas Gerais, onde nasceu a cantora.

O show seguiu com “Carta de Maria” e “Ouro de Tolo”. Durante essa sequência, um boneco em tamanho humano apareceu sobre uma mesa. Marina sensualizou com o dummy e incorporou a figura à encenação, dirigindo as letras à presença do objeto. Em “Ouro de Tolo”, a interação terminou de forma dramática: ao longo da canção que trata da separação, ela rasgou o boneco por completo.

A destruição do boneco abriu caminho para outra personagem: a cantora Céu surgiu sobre um pedestal enquanto Marina retornava ao palco com novo figurino. O encontro entre as duas começou com “Varanda Suspensa”, apresentada com uma levada de reggae, e teve continuidade quando Marina puxou “Malemolência”, um dos primeiros sucessos da convidada, lançado originalmente no álbum “Céu”, de 2005.

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Sozinha novamente, Marina apresentou “Por Supuesto”, um dos maiores sucessos de sua carreira, versão mais lenta que foi assumida pela plateia. A artista desceu do palco e se aproximou da grade enquanto o público carregava parte dos vocais.

Na reta final, passaram pelo set “Voltei pra Mim” e “Mágico”, quando Marina cantou cercada por personagens mascarados. Em “Lua Cheia”, o show retomou o movimento a partir do verso

“O meu relógio bate zero zero”

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“CARNAVAL” levou atabaques e batida de funk ao Sunset antes do encerramento com “Desmitificar”. A última música começou pelo verso

“Tô te querendo, tô com vontade”

e foi ganhando peso conforme as guitarras avançavam. No meio da faixa, Marina derrubou e quebrou o pedestal do microfone em atitude que lembrava um momento rockstar. As guitarras seguiram até o trecho final, em que a cantora promete colocar carnaval em uma vida “sem sal”. Entre chuva, teatralidade e ruído das guitarras, Marina Sena encerrou sua passagem pelo Sunset.

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De branco e com adereço prateado, Marina abriu o Sunset com cítara e tambores, tocando 'Numa Ilha' e 'Coisas Naturais'. Sob garoa, ela cantou 'Doçura' com participação de LuisLo, convertendo a chuva em teatro pop.

De braços abertos e vestida de branco, Marina Sena subiu ao Palco Sunset do Rock in Rio neste domingo (13) com adereço prateado na cabeça e visual que remetia à iconografia hindu. Sob uma leve garoa, a cantora abriu o set com timbres de cítara e tambores, iniciando por “Numa Ilha” antes de emendar “Coisas Naturais”, faixa-título de seu terceiro álbum.

Enquanto a chuva caía sobre a Cidade do Rock, Marina interpretou “Doçura”, que traz no verso a referência ao clima da noite.

“E essa chuva, chuva”

A canção ganhou a participação de Luis Lozano, o LuisLo, voz principal do trio Çantamarta, parceiro da cantora na gravação original. Em seguida, Marina incluiu no repertório a recém-lançada “TAIOBEIRAS (folha grande)”, lançada nas plataformas em 26 de agosto, homenagem ao município de Taiobeiras, no Norte de Minas Gerais, onde nasceu a cantora.

O show seguiu com “Carta de Maria” e “Ouro de Tolo”. Durante essa sequência, um boneco em tamanho humano apareceu sobre uma mesa. Marina sensualizou com o dummy e incorporou a figura à encenação, dirigindo as letras à presença do objeto. Em “Ouro de Tolo”, a interação terminou de forma dramática: ao longo da canção que trata da separação, ela rasgou o boneco por completo.

A destruição do boneco abriu caminho para outra personagem: a cantora Céu surgiu sobre um pedestal enquanto Marina retornava ao palco com novo figurino. O encontro entre as duas começou com “Varanda Suspensa”, apresentada com uma levada de reggae, e teve continuidade quando Marina puxou “Malemolência”, um dos primeiros sucessos da convidada, lançado originalmente no álbum “Céu”, de 2005.

Sozinha novamente, Marina apresentou “Por Supuesto”, um dos maiores sucessos de sua carreira, versão mais lenta que foi assumida pela plateia. A artista desceu do palco e se aproximou da grade enquanto o público carregava parte dos vocais.

Na reta final, passaram pelo set “Voltei pra Mim” e “Mágico”, quando Marina cantou cercada por personagens mascarados. Em “Lua Cheia”, o show retomou o movimento a partir do verso

“O meu relógio bate zero zero”

“CARNAVAL” levou atabaques e batida de funk ao Sunset antes do encerramento com “Desmitificar”. A última música começou pelo verso

“Tô te querendo, tô com vontade”

e foi ganhando peso conforme as guitarras avançavam. No meio da faixa, Marina derrubou e quebrou o pedestal do microfone em atitude que lembrava um momento rockstar. As guitarras seguiram até o trecho final, em que a cantora promete colocar carnaval em uma vida “sem sal”. Entre chuva, teatralidade e ruído das guitarras, Marina Sena encerrou sua passagem pelo Sunset.

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