Documentos de 2024 mostram que o espólio desembolsou milhões para Prince, Paris, Bigi e para Katherine Jackson. Gastos incluem impostos, honorários, manutenção de bens e despesas pessoais.
Mesmo 17 anos após sua morte, Michael Jackson continua movimentando cifras milionárias. Documentos financeiros de 2024 revelam que o espólio do astro desembolsou milhões de dólares para beneficiar os filhos Prince, Paris e Bigi Jackson, além de sua mãe, Katherine Jackson.
Os gastos chamam atenção pela variedade e pela amplitude dos pagamentos. Além de impostos milionários e honorários advocatícios, o dinheiro do espólio foi usado em despesas que vão desde manutenção de bens até itens do cotidiano. O documento detalha como os recursos foram utilizados ao longo de 2024 e foi apresentado por John Branca, responsável pela administração do espólio.
Gastos registrados
- Impostos: pagamentos descritos como milionários, sem detalhamento de valores específicos no relatório citado.
- Honorários advocatícios: despesas com serviços jurídicos apontadas entre os principais desembolsos do espólio.
- Viagens: pagamentos relacionados a deslocamentos e estadias para membros da família ou referentes à gestão de bens.
- Manutenção de imóveis: custos com conservação, reparos e manutenção de propriedades vinculadas ao espólio.
- Combustível: registros de gastos com abastecimento, incluídos entre as despesas operacionais.
- Itens e serviços domésticos: despesas descritas no relatório como balões, bolos e serviços de limpeza.
O relatório contabiliza pagamentos efetuados ao longo do ano e mostra uma administração que destina recursos tanto à cobertura de custos fixos e legais quanto a gastos de consumo e manutenção. A lista de beneficiários favorecidos inclui, conforme o próprio documento, os três filhos do cantor e a mãe, o que reforça a finalidade familiar dos desembolsos.
Embora o conjunto de despesas integre montantes elevados, o relatório não traz, no trecho divulgado, detalhamento de cada quantia associada a cada item. A apresentação feita por John Branca aponta para uma gestão contínua do patrimônio do artista, com desembolsos que cobrem obrigações fiscais, serviços profissionais e despesas rotineiras.
Para moradores de Sergipe interessados em economia doméstica e administração patrimonial, o caso ilustra como espólios de grande porte combinam custos obrigatórios com gastos de manutenção e consumo, em um quadro que mistura pagamentos operacionais e despesas pessoais dos beneficiários.

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