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Policial

Homem confessa e é preso por matar filhas de 3 e 5 anos em SP

Pai é preso após confessar ter matado as filhas em SP. O crime ocorreu em 9 de agosto de 2026.

10/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h41
Homem confessa e é preso por matar filhas de 3 e 5 anos em SP

Um homem de 24 anos foi detido após admitir ter matado as filhas de 3 e 5 anos, encontradas sem vida em um carro na zona sul de São Paulo. Segundo a polícia, ele havia ameaçado a ex-companheira e enviado mensagem dizendo que seria 'a última vez'.

Um homem de 24 anos foi preso após confessar ter matado suas duas filhas, de 3 e 5 anos, na zona sul de São Paulo. As crianças foram encontradas sem vida dentro de um carro em um episódio que chocou a comunidade local. O crime ocorreu na madrugada do dia 9 de agosto de 2026, e segundo informações preliminares, o pai, identificado como Breno de Souza Castro, havia ameaçado a ex-companheira e as próprias filhas antes do ato violento.

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De acordo com o boletim de ocorrência, Breno chegou a enviar uma mensagem à mãe das crianças, afirmando que aquela seria “a última vez” que ela veria as meninas. Após a confissão, ele procurou uma delegacia e, visivelmente embriagado, admitiu ter asfixiado as filhas. Os corpos foram encontrados em um Renault Clio estacionado na Cidade Dutra.

A mãe das crianças, que manteve um relacionamento com Breno por cerca de oito anos, relatou à polícia que o casal estava separado há aproximadamente cinco meses e que havia episódios de agressão física e traições por parte dele. Desde a separação, Breno teria passado a perseguir e ameaçar a ex-companheira, dificultando o contato entre ela e as crianças.

No dia anterior ao crime, a jovem publicou uma foto em uma rede social com amigas, o que gerou uma nova mensagem ameaçadora de Breno. Ele levou as meninas para um passeio, mas não as trouxe de volta no horário combinado. Preocupada, a família da mãe acionou a polícia e começou a procurar pelo pai.

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Na manhã do dia 9, Breno compareceu ao 48º Distrito Policial e revelou onde os corpos estavam. Como o veículo estava trancado, a polícia precisou quebrar o vidro para acessar o interior. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte das crianças no local.

O crime foi qualificado como vicaricídio, uma prática prevista no Código Penal que visa punir autoras que matam descendentes sob os cuidados da ex-companheira com a intenção de provocar sofrimento. Embora a nova legislação sobre vicaricídio ainda não estivesse disponível no sistema da Polícia Judiciária de São Paulo, a ocorrência foi registrada como homicídio qualificado, considerando as circunstâncias agravantes do caso.

Após a prisão em flagrante, a polícia solicitou a conversão da medida em prisão preventiva, devido à gravidade do crime e ao risco que o investigado representa para a mãe das crianças. Até o momento, não há informações sobre a defesa de Breno.

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Um homem de 24 anos foi detido após admitir ter matado as filhas de 3 e 5 anos, encontradas sem vida em um carro na zona sul de São Paulo. Segundo a polícia, ele havia ameaçado a ex-companheira e enviado mensagem dizendo que seria 'a última vez'.

Um homem de 24 anos foi preso após confessar ter matado suas duas filhas, de 3 e 5 anos, na zona sul de São Paulo. As crianças foram encontradas sem vida dentro de um carro em um episódio que chocou a comunidade local. O crime ocorreu na madrugada do dia 9 de agosto de 2026, e segundo informações preliminares, o pai, identificado como Breno de Souza Castro, havia ameaçado a ex-companheira e as próprias filhas antes do ato violento.

De acordo com o boletim de ocorrência, Breno chegou a enviar uma mensagem à mãe das crianças, afirmando que aquela seria “a última vez” que ela veria as meninas. Após a confissão, ele procurou uma delegacia e, visivelmente embriagado, admitiu ter asfixiado as filhas. Os corpos foram encontrados em um Renault Clio estacionado na Cidade Dutra.

A mãe das crianças, que manteve um relacionamento com Breno por cerca de oito anos, relatou à polícia que o casal estava separado há aproximadamente cinco meses e que havia episódios de agressão física e traições por parte dele. Desde a separação, Breno teria passado a perseguir e ameaçar a ex-companheira, dificultando o contato entre ela e as crianças.

No dia anterior ao crime, a jovem publicou uma foto em uma rede social com amigas, o que gerou uma nova mensagem ameaçadora de Breno. Ele levou as meninas para um passeio, mas não as trouxe de volta no horário combinado. Preocupada, a família da mãe acionou a polícia e começou a procurar pelo pai.

Na manhã do dia 9, Breno compareceu ao 48º Distrito Policial e revelou onde os corpos estavam. Como o veículo estava trancado, a polícia precisou quebrar o vidro para acessar o interior. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte das crianças no local.

O crime foi qualificado como vicaricídio, uma prática prevista no Código Penal que visa punir autoras que matam descendentes sob os cuidados da ex-companheira com a intenção de provocar sofrimento. Embora a nova legislação sobre vicaricídio ainda não estivesse disponível no sistema da Polícia Judiciária de São Paulo, a ocorrência foi registrada como homicídio qualificado, considerando as circunstâncias agravantes do caso.

Após a prisão em flagrante, a polícia solicitou a conversão da medida em prisão preventiva, devido à gravidade do crime e ao risco que o investigado representa para a mãe das crianças. Até o momento, não há informações sobre a defesa de Breno.

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