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Tecnologia

IA na música: 97% do público não sabe mais distinguir faixa humana de artificial, diz estudo

Caso da banda “The Velvet Sundown”, criada por IA e que viralizou com milhões de plays, acende debate sobre futuro da arte e autenticidade. Leia também Apple leva fotos do iPhone 18 Pro à exposição 'What Holds Us' em Nova York A Inteligência Artificial (IA) está tornando cada vez mais difícil para o público distinguir […]

15/11/2025 · 17h00 · Atualizado às 18h59
IA na música: 97% do público não sabe mais distinguir faixa humana de artificial, diz estudo

Caso da banda “The Velvet Sundown”, criada por IA e que viralizou com milhões de plays, acende debate sobre futuro da arte e autenticidade.

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A Inteligência Artificial (IA) está tornando cada vez mais difícil para o público distinguir entre criações humanas e as geradas por computador, especialmente no campo da música.

Um exemplo notório que expôs essa confusão foi o da banda The Velvet Sundown. O grupo alcançou milhões de reproduções e viralizou em plataformas de streaming em todo o mundo. Somente um mês após o lançamento de seu álbum, veio a revelação: o grupo não existia e toda a obra havia sido inteiramente gerada por IA.

O caso surpreendeu até mesmo profissionais da área. A musicista Tânia Tonus classificou o uso da Inteligência Artificial na música como um assunto “bastante instigante e ao mesmo tempo bastante preocupante”, levantando questionamentos sobre o futuro da profissão.

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Estudo comprova a confusão

A dificuldade em diferenciar as origens das músicas foi comprovada por um estudo internacional realizado na França. Uma pesquisa da Deezer/Ipsos entrevistou nove mil usuários de streaming em oito países, incluindo o Brasil.

Aos participantes foram apresentadas três faixas: duas criadas por Inteligência Artificial e uma por humanos. O resultado revelou que 97% dos entrevistados não souberam dizer qual gravação era feita por uma pessoa.

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O levantamento também apontou que o público se divide sobre o impacto da tecnologia:

  • 50% acreditam que a IA pode ajudar na descoberta de novos sons.
  • 50% (a outra metade) consideram que a tecnologia oferece menos qualidade.

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2 min de leitura

Caso da banda “The Velvet Sundown”, criada por IA e que viralizou com milhões de plays, acende debate sobre futuro da arte e autenticidade.

A Inteligência Artificial (IA) está tornando cada vez mais difícil para o público distinguir entre criações humanas e as geradas por computador, especialmente no campo da música.

Um exemplo notório que expôs essa confusão foi o da banda The Velvet Sundown. O grupo alcançou milhões de reproduções e viralizou em plataformas de streaming em todo o mundo. Somente um mês após o lançamento de seu álbum, veio a revelação: o grupo não existia e toda a obra havia sido inteiramente gerada por IA.

O caso surpreendeu até mesmo profissionais da área. A musicista Tânia Tonus classificou o uso da Inteligência Artificial na música como um assunto “bastante instigante e ao mesmo tempo bastante preocupante”, levantando questionamentos sobre o futuro da profissão.

Estudo comprova a confusão

A dificuldade em diferenciar as origens das músicas foi comprovada por um estudo internacional realizado na França. Uma pesquisa da Deezer/Ipsos entrevistou nove mil usuários de streaming em oito países, incluindo o Brasil.

Aos participantes foram apresentadas três faixas: duas criadas por Inteligência Artificial e uma por humanos. O resultado revelou que 97% dos entrevistados não souberam dizer qual gravação era feita por uma pessoa.

O levantamento também apontou que o público se divide sobre o impacto da tecnologia:

  • 50% acreditam que a IA pode ajudar na descoberta de novos sons.
  • 50% (a outra metade) consideram que a tecnologia oferece menos qualidade.

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