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Economia

Ibovespa rompe 153 mil pontos e dólar recua após reunião do Copom

O principal índice da B3 voltou a avançar nesta quarta-feira (5) e encerrou o pregão aos 153.294 pontos, alta de 1,72%. É o oitavo recorde consecutivo do Ibovespa e a 11ª valorização seguida, sequência que iguala a registrada em julho de 2024. No mercado de câmbio, o dólar comercial caiu 0,7% e fechou vendido a […]

06/11/2025 · 09h56
Ibovespa rompe 153 mil pontos e dólar recua após reunião do Copom

O principal índice da B3 voltou a avançar nesta quarta-feira (5) e encerrou o pregão aos 153.294 pontos, alta de 1,72%. É o oitavo recorde consecutivo do Ibovespa e a 11ª valorização seguida, sequência que iguala a registrada em julho de 2024.

No mercado de câmbio, o dólar comercial caiu 0,7% e fechou vendido a R$ 5,361, afastando-se da marca de R$ 5,40 alcançada na véspera. A cotação iniciou o dia em leve alta, mas inverteu o movimento ainda pela manhã; na mínima, por volta das 13h15, tocou R$ 5,35. A moeda acumula queda de 0,35% em novembro e de 13,25% no ano.

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Ambiente externo favorece emergentes

A decisão do governo chinês de suspender parte das sobretaxas sobre produtos norte-americanos reduziu a tensão comercial entre os dois países, impulsionou o preço das commodities e melhorou o humor em mercados emergentes. Paralelamente, as bolsas dos Estados Unidos recuperaram parte das perdas da terça-feira, estimulando a busca global por ativos de maior risco.

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Foco na política monetária

No cenário doméstico, investidores acompanharam o resultado da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O Banco Central manteve a taxa Selic em 15% ao ano. A recente desaceleração da prévia da inflação oficial em outubro alimenta apostas de que o ciclo de cortes de juros possa começar no início de 2026, tornando a renda variável mais atraente.

Com informações de Agência Brasil

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O principal índice da B3 voltou a avançar nesta quarta-feira (5) e encerrou o pregão aos 153.294 pontos, alta de 1,72%. É o oitavo recorde consecutivo do Ibovespa e a 11ª valorização seguida, sequência que iguala a registrada em julho de 2024.

No mercado de câmbio, o dólar comercial caiu 0,7% e fechou vendido a R$ 5,361, afastando-se da marca de R$ 5,40 alcançada na véspera. A cotação iniciou o dia em leve alta, mas inverteu o movimento ainda pela manhã; na mínima, por volta das 13h15, tocou R$ 5,35. A moeda acumula queda de 0,35% em novembro e de 13,25% no ano.

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A decisão do governo chinês de suspender parte das sobretaxas sobre produtos norte-americanos reduziu a tensão comercial entre os dois países, impulsionou o preço das commodities e melhorou o humor em mercados emergentes. Paralelamente, as bolsas dos Estados Unidos recuperaram parte das perdas da terça-feira, estimulando a busca global por ativos de maior risco.

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No cenário doméstico, investidores acompanharam o resultado da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O Banco Central manteve a taxa Selic em 15% ao ano. A recente desaceleração da prévia da inflação oficial em outubro alimenta apostas de que o ciclo de cortes de juros possa começar no início de 2026, tornando a renda variável mais atraente.

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