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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Acidente

Incêndio em Bukavu mata 24 crianças e destrói escolas e 300 casas

Bukavu lamenta 24 crianças mortas em incêndio; tensões no Iêmen elevam risco ao tráfego de petróleo, inflação nos EUA sobe a 3,4% e conflitos seguem na Ucrânia.

11/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h51
Incêndio em Bukavu mata 24 crianças e destrói escolas e 300 casas

Fogo em Bukavu deixou 24 crianças mortas, destruiu duas escolas e cerca de 300 casas de madeira. Autoridades e equipes de emergência atendem famílias e avaliam danos em meio à crise humanitária e ao surto de ebola.

A população de Bukavu, na República Democrática do Congo, entrou em luto pela morte de 24 crianças no incêndio que atingiu o povoado nesta quinta-feira (10). Imagens de satélite mostram que o fogo destruiu duas escolas e reduziu a cinzas 300 casas de madeira, segundo levantamento das áreas afetadas.

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O incêndio agrava o cenário humanitário em um país já marcado por conflitos armados e pela epidemia de ebola. Autoridades locais e equipes de emergência trabalham no atendimento às famílias das vítimas e na avaliação dos prejuízos, enquanto organismos de saúde acompanham possíveis impactos sobre a população vulnerável.

No Iêmen, os houthis, grupo armado alinhado ao Irã, aumentaram nesta sexta-feira o controle sobre o estreito de Bab el-Mandeb. Hoje, o grupo divulgou imagens de um drone militar da Arábia Saudita que foi abatido. Relatos indicam que o Irã teria instruído, nos últimos dias, os houthis a intensificarem os ataques à Arábia Saudita, importante aliada dos Estados Unidos na região e grande exportadora de petróleo.

Pelos estreitos de Bab el-Mandeb e de Ormuz passa cerca de um quinto do petróleo mundial. A restrição do fluxo do produto, tanto pelos houthis quanto por tropas iranianas, tem pressionado os preços no mercado internacional, contribuindo para a oscilação do barril de petróleo.

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Com o barril voltando a ficar acima dos US$ 100, a inflação nos Estados Unidos veio mais alta do que o esperado pelos economistas americanos em agosto: 3,4%. Operadores de mercado já apontam pressão para o aumento das taxas de juros nos Estados Unidos na semana que vem. Nesta sexta-feira, na cerimônia pelos 25 anos dos atentados de 11 de Setembro, o presidente Donald Trump voltou a afirmar que o Irã não pode ter armas nucleares.

No front da guerra entre Rússia e Ucrânia, tropas de Moscou abateram mais de mil drones ucranianos e assumiram o controle de regiões em Kharkiv. Hoje, a Ucrânia denunciou ataques contra Kiev, que causaram danos a edifícios e mobilizaram equipes de resposta a emergências na capital.

Os acontecimentos destacam tensões simultâneas em diferentes regiões: a tragédia em Bukavu agrava a crise humanitária no Congo, enquanto no Mar Vermelho e no Golfo a disputa pelo controle de rotas estratégicas eleva os riscos para o abastecimento global de petróleo. Paralelamente, a inflação e as decisões de política monetária nos Estados Unidos e os avanços militares no front ucraniano produzem efeitos econômicos e geopolíticos que poderão repercutir nas próximas semanas.

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Fogo em Bukavu deixou 24 crianças mortas, destruiu duas escolas e cerca de 300 casas de madeira. Autoridades e equipes de emergência atendem famílias e avaliam danos em meio à crise humanitária e ao surto de ebola.

A população de Bukavu, na República Democrática do Congo, entrou em luto pela morte de 24 crianças no incêndio que atingiu o povoado nesta quinta-feira (10). Imagens de satélite mostram que o fogo destruiu duas escolas e reduziu a cinzas 300 casas de madeira, segundo levantamento das áreas afetadas.

O incêndio agrava o cenário humanitário em um país já marcado por conflitos armados e pela epidemia de ebola. Autoridades locais e equipes de emergência trabalham no atendimento às famílias das vítimas e na avaliação dos prejuízos, enquanto organismos de saúde acompanham possíveis impactos sobre a população vulnerável.

No Iêmen, os houthis, grupo armado alinhado ao Irã, aumentaram nesta sexta-feira o controle sobre o estreito de Bab el-Mandeb. Hoje, o grupo divulgou imagens de um drone militar da Arábia Saudita que foi abatido. Relatos indicam que o Irã teria instruído, nos últimos dias, os houthis a intensificarem os ataques à Arábia Saudita, importante aliada dos Estados Unidos na região e grande exportadora de petróleo.

Pelos estreitos de Bab el-Mandeb e de Ormuz passa cerca de um quinto do petróleo mundial. A restrição do fluxo do produto, tanto pelos houthis quanto por tropas iranianas, tem pressionado os preços no mercado internacional, contribuindo para a oscilação do barril de petróleo.

Com o barril voltando a ficar acima dos US$ 100, a inflação nos Estados Unidos veio mais alta do que o esperado pelos economistas americanos em agosto: 3,4%. Operadores de mercado já apontam pressão para o aumento das taxas de juros nos Estados Unidos na semana que vem. Nesta sexta-feira, na cerimônia pelos 25 anos dos atentados de 11 de Setembro, o presidente Donald Trump voltou a afirmar que o Irã não pode ter armas nucleares.

No front da guerra entre Rússia e Ucrânia, tropas de Moscou abateram mais de mil drones ucranianos e assumiram o controle de regiões em Kharkiv. Hoje, a Ucrânia denunciou ataques contra Kiev, que causaram danos a edifícios e mobilizaram equipes de resposta a emergências na capital.

Os acontecimentos destacam tensões simultâneas em diferentes regiões: a tragédia em Bukavu agrava a crise humanitária no Congo, enquanto no Mar Vermelho e no Golfo a disputa pelo controle de rotas estratégicas eleva os riscos para o abastecimento global de petróleo. Paralelamente, a inflação e as decisões de política monetária nos Estados Unidos e os avanços militares no front ucraniano produzem efeitos econômicos e geopolíticos que poderão repercutir nas próximas semanas.

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