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Tragédia

Incêndios em Le Porge devastam residências e veículos

Incêndio florestal em Le Porge destrói casas e carros, deixando moradores desabrigados.

25/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h22
Incêndios em Le Porge devastam residências e veículos

Fogo em Le Porge, sudoeste da França, destruiu cerca de 109 casas e diversos veículos, deixando muitos moradores sem abrigo. Vereador diz que a tragédia poderia ter sido prevista pela seca e ondas de calor.

Um incêndio florestal devastador atingiu Le Porge, no sudoeste da França, resultando na destruição de cerca de 109 casas e vários veículos. A situação se agrava com os incêndios florestais se alastrando pela região, deixando muitos moradores sem abrigo.

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Segundo informações de um vereador local, a ocorrência deste incêndio poderia ter sido antecipada, levando em consideração a intensa seca que afetou a área nos últimos dois meses, além da sucessão de ondas de calor que já impactaram a região.

“Infelizmente, isso poderia ter sido previsto, considerando a intensa seca dos últimos dois meses e a sucessão de ondas de calor”, afirmou o vereador Didou Deyres, que esteve no local para inspecionar os estragos no último sábado.

Deyres, que está no governo municipal desde 1977, fez um apelo à solidariedade entre os moradores. Ele pediu que a população acolha aqueles que perderam suas casas e estão sem um lugar seguro para dormir.

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Em um esforço para controlar a situação, as autoridades evacuaram aproximadamente 197 mil pessoas do sudoeste da França, especialmente da península de Cap Ferret, que é um importante destino turístico durante a alta temporada de verão. A retirada em massa foi necessária após os incêndios cercarem a península, colocando em risco a segurança dos visitantes e residentes.

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou a mobilização das Forças Armadas para auxiliar os bombeiros, que enfrentam um grande desgaste após várias semanas de combate a incêndios florestais em todo o país. A onda de calor que aflige a região resultou em quase 6 mil mortes em excesso, destacando a gravidade da situação climática na Europa.

As autoridades continuam a trabalhar no combate aos incêndios, enfrentando desafios, como a mudança na direção dos ventos, que pode dificultar os esforços de contenção e controle das chamas.

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Fogo em Le Porge, sudoeste da França, destruiu cerca de 109 casas e diversos veículos, deixando muitos moradores sem abrigo. Vereador diz que a tragédia poderia ter sido prevista pela seca e ondas de calor.

Um incêndio florestal devastador atingiu Le Porge, no sudoeste da França, resultando na destruição de cerca de 109 casas e vários veículos. A situação se agrava com os incêndios florestais se alastrando pela região, deixando muitos moradores sem abrigo.

Segundo informações de um vereador local, a ocorrência deste incêndio poderia ter sido antecipada, levando em consideração a intensa seca que afetou a área nos últimos dois meses, além da sucessão de ondas de calor que já impactaram a região.

“Infelizmente, isso poderia ter sido previsto, considerando a intensa seca dos últimos dois meses e a sucessão de ondas de calor”, afirmou o vereador Didou Deyres, que esteve no local para inspecionar os estragos no último sábado.

Deyres, que está no governo municipal desde 1977, fez um apelo à solidariedade entre os moradores. Ele pediu que a população acolha aqueles que perderam suas casas e estão sem um lugar seguro para dormir.

Em um esforço para controlar a situação, as autoridades evacuaram aproximadamente 197 mil pessoas do sudoeste da França, especialmente da península de Cap Ferret, que é um importante destino turístico durante a alta temporada de verão. A retirada em massa foi necessária após os incêndios cercarem a península, colocando em risco a segurança dos visitantes e residentes.

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou a mobilização das Forças Armadas para auxiliar os bombeiros, que enfrentam um grande desgaste após várias semanas de combate a incêndios florestais em todo o país. A onda de calor que aflige a região resultou em quase 6 mil mortes em excesso, destacando a gravidade da situação climática na Europa.

As autoridades continuam a trabalhar no combate aos incêndios, enfrentando desafios, como a mudança na direção dos ventos, que pode dificultar os esforços de contenção e controle das chamas.

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