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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Policial

Infiltrada no sistema: Delegada é presa em SP suspeita de manipular audiências para favorecer o PCC

Alvo da Operação Serpens, Layla Lima Ayub teria vínculos pessoais com a facção e usava o cargo para ajudar criminosos. Ação do MP cumpriu mandados em São Paulo e no Pará. Leia também PF prende duas pessoas com R$ 500 mil em espécie em Nossa Senhora das Dores; ex-prefeito é apontado como alvo Uma operação […]

16/01/2026 · 13h37 · Atualizado às 18h41
Infiltrada no sistema: Delegada é presa em SP suspeita de manipular audiências para favorecer o PCC
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Alvo da Operação Serpens, Layla Lima Ayub teria vínculos pessoais com a facção e usava o cargo para ajudar criminosos. Ação do MP cumpriu mandados em São Paulo e no Pará.

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Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra a infiltração do crime organizado nas forças de segurança resultou na prisão de uma autoridade policial na manhã desta sexta-feira (16). A delegada Layla Lima Ayub foi detida preventivamente, suspeita de envolvimento direto com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A ação, batizada de Operação Serpens, investiga uma rede de corrupção que operava de dentro para fora do sistema judiciário e policial.

O Esquema: “Advogada” do Crime?

Segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a atuação da delegada ia muito além da vista grossa. O inquérito aponta que Layla mantinha vínculos pessoais e profissionais com integrantes da facção.

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A acusação mais grave recai sobre sua conduta em audiências de custódia. A delegada é suspeita de utilizar seu cargo e influência para intervir irregularmente nos processos, garantindo decisões favoráveis — como a liberdade provisória ou o relaxamento de prisões — para membros do grupo criminoso detidos pela polícia.

Operação em Dois Estados

A Operação Serpens cumpriu, ao todo, sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária. Além de São Paulo, onde a delegada atuava, as diligências se estenderam até a cidade de Marabá, no estado do Pará, indicando que as conexões do grupo investigado podem ter ramificações interestaduais.

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A Corregedoria da Polícia Civil acompanhou o cumprimento dos mandados. O material apreendido (celulares e documentos) será analisado para identificar outros possíveis beneficiados pelo esquema.

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Alvo da Operação Serpens, Layla Lima Ayub teria vínculos pessoais com a facção e usava o cargo para ajudar criminosos. Ação do MP cumpriu mandados em São Paulo e no Pará.

Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra a infiltração do crime organizado nas forças de segurança resultou na prisão de uma autoridade policial na manhã desta sexta-feira (16). A delegada Layla Lima Ayub foi detida preventivamente, suspeita de envolvimento direto com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A ação, batizada de Operação Serpens, investiga uma rede de corrupção que operava de dentro para fora do sistema judiciário e policial.

O Esquema: “Advogada” do Crime?

Segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a atuação da delegada ia muito além da vista grossa. O inquérito aponta que Layla mantinha vínculos pessoais e profissionais com integrantes da facção.

A acusação mais grave recai sobre sua conduta em audiências de custódia. A delegada é suspeita de utilizar seu cargo e influência para intervir irregularmente nos processos, garantindo decisões favoráveis — como a liberdade provisória ou o relaxamento de prisões — para membros do grupo criminoso detidos pela polícia.

Operação em Dois Estados

A Operação Serpens cumpriu, ao todo, sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária. Além de São Paulo, onde a delegada atuava, as diligências se estenderam até a cidade de Marabá, no estado do Pará, indicando que as conexões do grupo investigado podem ter ramificações interestaduais.

A Corregedoria da Polícia Civil acompanhou o cumprimento dos mandados. O material apreendido (celulares e documentos) será analisado para identificar outros possíveis beneficiados pelo esquema.

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