Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

INPC avança 0,39% em janeiro e atinge 4,3% no acumulado de 12 meses

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrou alta de 0,39% em janeiro, após avanço de 0,21% em dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (10) no Rio de Janeiro. Com o resultado, o indicador soma elevação de 4,3% nos últimos 12 meses, acima dos 3,9% observados até o […]

10/02/2026 · 16h58
INPC avança 0,39% em janeiro e atinge 4,3% no acumulado de 12 meses

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrou alta de 0,39% em janeiro, após avanço de 0,21% em dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (10) no Rio de Janeiro.

Com o resultado, o indicador soma elevação de 4,3% nos últimos 12 meses, acima dos 3,9% observados até o mês anterior.

Publicidade

Alimentos e não alimentícios

A inflação dos alimentos desacelerou pela metade, passando de 0,28% em dezembro para 0,14% em janeiro. Já os produtos e serviços não alimentícios tiveram incremento maior, de 0,19% para 0,47% no mesmo intervalo.

Público pesquisado

O INPC reflete o custo de vida de famílias com renda entre um e cinco salários mínimos – atualmente fixado em R$ 1.621. Diferente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que alcança domicílios com rendimento de até 40 salários mínimos, o INPC atribui peso maior aos alimentos (cerca de 25%).

Em janeiro, o IPCA ficou em 0,33% e acumulou 4,44% em 12 meses.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Coleta de preços

O IBGE levanta os preços em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre – além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Impacto nos salários

O acumulado de 12 meses do INPC é utilizado como referência para reajustes de diversas categorias profissionais ao longo do ano. O indicador também influencia o cálculo do salário mínimo, do seguro-desemprego, do teto do INSS e dos benefícios acima do piso salarial.

O IBGE explica que o índice tem como objetivo preservar o poder de compra dos trabalhadores de menor renda, por meio da medição das variações de preços da cesta de consumo desse público.

Publicidade

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrou alta de 0,39% em janeiro, após avanço de 0,21% em dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (10) no Rio de Janeiro.

Com o resultado, o indicador soma elevação de 4,3% nos últimos 12 meses, acima dos 3,9% observados até o mês anterior.

Alimentos e não alimentícios

A inflação dos alimentos desacelerou pela metade, passando de 0,28% em dezembro para 0,14% em janeiro. Já os produtos e serviços não alimentícios tiveram incremento maior, de 0,19% para 0,47% no mesmo intervalo.

Público pesquisado

O INPC reflete o custo de vida de famílias com renda entre um e cinco salários mínimos – atualmente fixado em R$ 1.621. Diferente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que alcança domicílios com rendimento de até 40 salários mínimos, o INPC atribui peso maior aos alimentos (cerca de 25%).

Em janeiro, o IPCA ficou em 0,33% e acumulou 4,44% em 12 meses.

Coleta de preços

O IBGE levanta os preços em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre – além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Impacto nos salários

O acumulado de 12 meses do INPC é utilizado como referência para reajustes de diversas categorias profissionais ao longo do ano. O indicador também influencia o cálculo do salário mínimo, do seguro-desemprego, do teto do INSS e dos benefícios acima do piso salarial.

O IBGE explica que o índice tem como objetivo preservar o poder de compra dos trabalhadores de menor renda, por meio da medição das variações de preços da cesta de consumo desse público.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA