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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Economia

INPC usado para reajustar salários sobe 0,81% em abril e acumula 4,11% em 12 meses

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), referência frequente para o reajuste anual de salários, registrou variação de 0,81% em abril. Com...

13/05/2026 · 08h59
INPC usado para reajustar salários sobe 0,81% em abril e acumula 4,11% em 12 meses

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), referência frequente para o reajuste anual de salários, registrou variação de 0,81% em abril. Com esse desempenho, o índice acumula alta de 4,11% nos últimos 12 meses.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril, o principal impulso de alta veio do grupo alimentação e bebidas, que subiu 1,37% e teve impacto de 0,34 ponto percentual no INPC. Os demais grupos não alimentícios, em conjunto, avançaram 0,63% em média no mês.

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Reajuste de salários

O INPC é usado como parâmetro para correções salariais em várias categorias ao longo do ano. Para o salário mínimo, por exemplo, considera-se o resultado de novembro. Já o seguro-desemprego, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os benefícios pagos a quem recebe acima do mínimo são recalculados com base no INPC acumulado até dezembro.

Além do INPC, o IBGE informou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial. O IPCA fechou abril em 0,67% e acumula 4,39% em 12 meses, valor dentro da meta anual do governo, que admite até 4,5% de variação.

INPC x IPCA

A diferença entre os dois indicadores está no universo de renda que cada um cobre. O INPC mede a inflação para famílias com renda de um a cinco salários mínimos, enquanto o IPCA avalia a variação de preços para lares com renda de um a 40 salários mínimos. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.621.

O IBGE atribui pesos distintos aos grupos de consumo em cada índice. Nos cálculos do INPC, os alimentos correspondem a cerca de 25% do peso total, percentual maior do que no IPCA, onde representam aproximadamente 21%, refletindo o fato de famílias de menor renda destinarem proporção maior do orçamento à alimentação. Por outro lado, itens como passagens aéreas têm menor influência no INPC do que no IPCA.

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Segundo o IBGE, a apuração do INPC tem como objetivo ajustar o poder de compra dos rendimentos salariais por meio da medição das variações de preços da cesta de consumo das famílias assalariadas com menor rendimento.

A coleta de preços usada para calcular o INPC é realizada em dez regiões metropolitanas — Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre — além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

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Com informações de Agência Brasil

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), referência frequente para o reajuste anual de salários, registrou variação de 0,81% em abril. Com esse desempenho, o índice acumula alta de 4,11% nos últimos 12 meses.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril, o principal impulso de alta veio do grupo alimentação e bebidas, que subiu 1,37% e teve impacto de 0,34 ponto percentual no INPC. Os demais grupos não alimentícios, em conjunto, avançaram 0,63% em média no mês.

Reajuste de salários

O INPC é usado como parâmetro para correções salariais em várias categorias ao longo do ano. Para o salário mínimo, por exemplo, considera-se o resultado de novembro. Já o seguro-desemprego, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os benefícios pagos a quem recebe acima do mínimo são recalculados com base no INPC acumulado até dezembro.

Além do INPC, o IBGE informou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial. O IPCA fechou abril em 0,67% e acumula 4,39% em 12 meses, valor dentro da meta anual do governo, que admite até 4,5% de variação.

INPC x IPCA

A diferença entre os dois indicadores está no universo de renda que cada um cobre. O INPC mede a inflação para famílias com renda de um a cinco salários mínimos, enquanto o IPCA avalia a variação de preços para lares com renda de um a 40 salários mínimos. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.621.

O IBGE atribui pesos distintos aos grupos de consumo em cada índice. Nos cálculos do INPC, os alimentos correspondem a cerca de 25% do peso total, percentual maior do que no IPCA, onde representam aproximadamente 21%, refletindo o fato de famílias de menor renda destinarem proporção maior do orçamento à alimentação. Por outro lado, itens como passagens aéreas têm menor influência no INPC do que no IPCA.

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Segundo o IBGE, a apuração do INPC tem como objetivo ajustar o poder de compra dos rendimentos salariais por meio da medição das variações de preços da cesta de consumo das famílias assalariadas com menor rendimento.

A coleta de preços usada para calcular o INPC é realizada em dez regiões metropolitanas — Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre — além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Com informações de Agência Brasil

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