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Intolerância Religiosa: Pastor Diego aciona Polícia Federal após ataque na internet: “Evangélico bom é evangélico morto”

Candidato a deputado estadual registrou denúncia nesta segunda-feira (14) após receber comentários de ódio em publicação sobre a Parada LGBT; autor também fez graves acusações contra líderes religiosos.

15/09/2026 · 09h43
Intolerância Religiosa: Pastor Diego aciona Polícia Federal após ataque na internet: “Evangélico bom é evangélico morto”

Candidato a deputado estadual registrou denúncia nesta segunda-feira (14) após receber comentários de ódio em publicação sobre a Parada LGBT; autor também fez graves acusações contra líderes religiosos.

O clima de debate nas redes sociais ganhou contornos policiais nesta segunda-feira (14) em Sergipe. O candidato a deputado estadual Pastor Diego (União Brasil) formalizou uma denúncia na sede da Polícia Federal (PF/SE) após ser alvo de um grave ataque de ódio e intolerância religiosa em seu perfil oficial no Instagram.

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O episódio ocorreu na seção de comentários de um vídeo no qual o candidato defendia a criação de restrições para a presença de crianças e adolescentes em eventos como a Parada LGBT. Na postagem, Pastor Diego argumentava que determinados conteúdos expostos nesses espaços seriam inadequados para menores de idade. Em resposta, um internauta proferiu a frase de ódio: “Evangélico bom é evangélico morto”.

Além da ofensa direta que atinge toda a comunidade cristã, o usuário — classificado pelo candidato como um hater da internet — fez acusações generalizadas, afirmando que líderes e pastores deveriam ser responsabilizados por supostos casos de abuso sexual infantil dentro das igrejas evangélicas.

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Diante da gravidade e da violência das declarações, Pastor Diego decidiu levar o caso às autoridades federais para garantir a quebra de anonimato, a identificação e a devida punição do responsável pelo perfil. Segundo o candidato, a denúncia criminal tem o objetivo central de responsabilizar o autor pelas falsas acusações e preservar o direito constitucional à liberdade religiosa.

“Estamos recorrendo às instituições para que todas as medidas legais sejam tomadas. Não vamos recuar nem nos intimidar. Continuaremos defendendo aquilo em que acreditamos: a liberdade religiosa e a proteção de crianças e adolescentes”, declarou o candidato, reafirmando que manterá seu posicionamento durante a campanha. O caso agora passará por investigação do setor de crimes cibernéticos da Polícia Federal.

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Candidato a deputado estadual registrou denúncia nesta segunda-feira (14) após receber comentários de ódio em publicação sobre a Parada LGBT; autor também fez graves acusações contra líderes religiosos.

O clima de debate nas redes sociais ganhou contornos policiais nesta segunda-feira (14) em Sergipe. O candidato a deputado estadual Pastor Diego (União Brasil) formalizou uma denúncia na sede da Polícia Federal (PF/SE) após ser alvo de um grave ataque de ódio e intolerância religiosa em seu perfil oficial no Instagram.

O episódio ocorreu na seção de comentários de um vídeo no qual o candidato defendia a criação de restrições para a presença de crianças e adolescentes em eventos como a Parada LGBT. Na postagem, Pastor Diego argumentava que determinados conteúdos expostos nesses espaços seriam inadequados para menores de idade. Em resposta, um internauta proferiu a frase de ódio: “Evangélico bom é evangélico morto”.

Além da ofensa direta que atinge toda a comunidade cristã, o usuário — classificado pelo candidato como um hater da internet — fez acusações generalizadas, afirmando que líderes e pastores deveriam ser responsabilizados por supostos casos de abuso sexual infantil dentro das igrejas evangélicas.

Diante da gravidade e da violência das declarações, Pastor Diego decidiu levar o caso às autoridades federais para garantir a quebra de anonimato, a identificação e a devida punição do responsável pelo perfil. Segundo o candidato, a denúncia criminal tem o objetivo central de responsabilizar o autor pelas falsas acusações e preservar o direito constitucional à liberdade religiosa.

“Estamos recorrendo às instituições para que todas as medidas legais sejam tomadas. Não vamos recuar nem nos intimidar. Continuaremos defendendo aquilo em que acreditamos: a liberdade religiosa e a proteção de crianças e adolescentes”, declarou o candidato, reafirmando que manterá seu posicionamento durante a campanha. O caso agora passará por investigação do setor de crimes cibernéticos da Polícia Federal.

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