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Investimentos em saneamento básico no Brasil crescem 51% após novo marco legal

Cidades

Investimentos em saneamento básico no Brasil crescem 51% após novo marco legal

Investimentos em saneamento básico no Brasil cresceram 51% após a aprovação do novo marco legal.

15/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h22
Investimentos em saneamento básico no Brasil crescem 51% após novo marco legal

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O setor de saneamento básico no Brasil projeta um avanço significativo na infraestrutura, com investimentos estimados em R$ 58,4 bilhões por meio de novos leilões, parcerias e concessões. O portfólio de projetos em estruturação abrange 625 municípios, com o objetivo de ampliar o atendimento para mais de 18 milhões de pessoas. Essa iniciativa visa fortalecer a regionalização dos serviços e a segurança jurídica, conforme promovido pelo Marco Legal do Saneamento.

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Esses dados fazem parte da quinta edição do estudo “Avanços do Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil 2026”, que foi divulgado nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados. Desde a aprovação do Marco Legal, o volume de investimentos anuais no setor aumentou 51%, demonstrando um avanço notável. No entanto, apesar desse crescimento, o montante ainda está abaixo da média considerada necessária pelo Plano Nacional de Saneamento Básico, que estima investimentos de R$ 225 por habitante ao ano para a universalização dos serviços.

O estudo revela que, entre 2020 e 2024, os investimentos no setor totalizaram R$ 112,6 bilhões. Destes, a maior parte foi direcionada à macrorregião Sudeste, que recebeu R$ 57,3 bilhões. O estado de São Paulo, em particular, se destacou com um desembolso de R$ 34,6 bilhões, representando a maior contribuição entre as unidades da federação brasileira.

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Por outro lado, a macrorregião Norte foi a que recebeu o menor investimento durante o período, totalizando apenas R$ 5,3 bilhões. Essa região também apresenta os piores indicadores de atendimento em termos de saneamento. Embora o Marco Legal tenha promovido mudanças importantes, o país ainda enfrenta desafios significativos, com 15,9% da população brasileira sem acesso à água potável e 43,3% sem serviços de coleta de esgoto.

“Apesar do crescimento nos investimentos, ainda há um longo caminho a percorrer para garantir a universalização dos serviços de saneamento no Brasil”, afirmou um dos representantes do Instituto Trata Brasil.

Com a implementação de novos projetos e a continuidade dos investimentos, espera-se que a situação do saneamento básico no Brasil melhore nos próximos anos, beneficiando milhões de brasileiros que ainda aguardam por serviços adequados.

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O setor de saneamento básico no Brasil projeta um avanço significativo na infraestrutura, com investimentos estimados em R$ 58,4 bilhões por meio de novos leilões, parcerias e concessões. O portfólio de projetos em estruturação abrange 625 municípios, com o objetivo de ampliar o atendimento para mais de 18 milhões de pessoas. Essa iniciativa visa fortalecer a regionalização dos serviços e a segurança jurídica, conforme promovido pelo Marco Legal do Saneamento.

Esses dados fazem parte da quinta edição do estudo “Avanços do Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil 2026”, que foi divulgado nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados. Desde a aprovação do Marco Legal, o volume de investimentos anuais no setor aumentou 51%, demonstrando um avanço notável. No entanto, apesar desse crescimento, o montante ainda está abaixo da média considerada necessária pelo Plano Nacional de Saneamento Básico, que estima investimentos de R$ 225 por habitante ao ano para a universalização dos serviços.

O estudo revela que, entre 2020 e 2024, os investimentos no setor totalizaram R$ 112,6 bilhões. Destes, a maior parte foi direcionada à macrorregião Sudeste, que recebeu R$ 57,3 bilhões. O estado de São Paulo, em particular, se destacou com um desembolso de R$ 34,6 bilhões, representando a maior contribuição entre as unidades da federação brasileira.

Por outro lado, a macrorregião Norte foi a que recebeu o menor investimento durante o período, totalizando apenas R$ 5,3 bilhões. Essa região também apresenta os piores indicadores de atendimento em termos de saneamento. Embora o Marco Legal tenha promovido mudanças importantes, o país ainda enfrenta desafios significativos, com 15,9% da população brasileira sem acesso à água potável e 43,3% sem serviços de coleta de esgoto.

“Apesar do crescimento nos investimentos, ainda há um longo caminho a percorrer para garantir a universalização dos serviços de saneamento no Brasil”, afirmou um dos representantes do Instituto Trata Brasil.

Com a implementação de novos projetos e a continuidade dos investimentos, espera-se que a situação do saneamento básico no Brasil melhore nos próximos anos, beneficiando milhões de brasileiros que ainda aguardam por serviços adequados.

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