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Política

Irã rejeita proposta de Omã e afasta solução para Estreito de Ormuz

Irã rejeita proposta de Omã para gestão do Estreito de Ormuz, frustrando esperanças de solução.

29/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h28
Irã rejeita proposta de Omã e afasta solução para Estreito de Ormuz

Decisão iraniana afasta chance de acordo regional e mantém risco ao tráfego no Estreito de Ormuz. O canal é vital: cerca de 20% do petróleo e do GNL passam por ali, e a tensão subiu após ataques em fevereiro.

Teerã rejeitou a proposta de Omã para uma gestão regional conjunta do Estreito de Ormuz, conforme informado por uma autoridade iraniana de alto escalão. A decisão frustrou as expectativas de uma solução para o impasse que, há meses, tem afetado o comércio no Golfo.

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Omã havia sugerido um novo acordo regional com o objetivo de resolver o conflito em torno do estreito, que é estratégico por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo. Isso ocorreu após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em fevereiro.

No entanto, Teerã descartou a proposta, afirmando que uma administração conjunta da passagem marítima não teria chances de sucesso. A mesma autoridade iraniana mencionou que os Estados Unidos e a Arábia Saudita estão tentando pressionar Omã a avançar com seus “planos irreais” para o estreito. O Irã defendeu que toda a rota de entrada pelo estreito, assim como parte da rota de saída, deve permanecer sob seu controle.

“Um acordo de controle compartilhado em proporção de 50% para cada lado com Omã não atenderia aos interesses do Irã”, declarou a autoridade, ressaltando que o país considera Omã um vizinho valioso.

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Além disso, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) afirmou que suas forças atingiram três petroleiros no estreito, obrigando-os a parar após ignorarem alertas por seguirem uma “rota insegura e ilegal”. A Marinha da IRGC declarou, em comunicado, que mantém controle total sobre a hidrovia estratégica e advertiu que a “interferência militar ilegal dos Estados Unidos” não ficará sem resposta.

Os preços do petróleo subiram mais de US$ 3 por barril, refletindo a intensificação dos ataques. Recentemente, os Estados Unidos e a Arábia Saudita realizaram ataques contra grupos apoiados pelo Irã no Iraque, alegando que eram responsáveis por ataques com drones contra instalações petrolíferas sauditas. O Irã reagiu, advertindo que responsabilizá-lo por esses ataques seria um “grave erro de cálculo”.

Os combates entre as forças americanas e iranianas, que foram intensificados, encerraram uma breve pausa após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter suspendido uma campanha de bombardeios. A Arábia Saudita informou que suas defesas destruíram drones que tinham como alvo instalações petrolíferas, e o Comando Central dos EUA afirmou que atingiu locais usados pelo Irã para coordenar ataques.

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Em um esforço para resolver a situação no Estreito de Ormuz, Omã havia apresentado um plano, apoiado por países do Golfo, para administrar a hidrovia. A proposta incluía a cobrança de contribuições voluntárias de navios, semelhante ao que é feito no Estreito de Malaca, na Ásia. O Irã, no entanto, continua a manter o estreito sob controle após os ataques sofridos anteriormente.

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Decisão iraniana afasta chance de acordo regional e mantém risco ao tráfego no Estreito de Ormuz. O canal é vital: cerca de 20% do petróleo e do GNL passam por ali, e a tensão subiu após ataques em fevereiro.

Teerã rejeitou a proposta de Omã para uma gestão regional conjunta do Estreito de Ormuz, conforme informado por uma autoridade iraniana de alto escalão. A decisão frustrou as expectativas de uma solução para o impasse que, há meses, tem afetado o comércio no Golfo.

Omã havia sugerido um novo acordo regional com o objetivo de resolver o conflito em torno do estreito, que é estratégico por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo. Isso ocorreu após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em fevereiro.

No entanto, Teerã descartou a proposta, afirmando que uma administração conjunta da passagem marítima não teria chances de sucesso. A mesma autoridade iraniana mencionou que os Estados Unidos e a Arábia Saudita estão tentando pressionar Omã a avançar com seus “planos irreais” para o estreito. O Irã defendeu que toda a rota de entrada pelo estreito, assim como parte da rota de saída, deve permanecer sob seu controle.

“Um acordo de controle compartilhado em proporção de 50% para cada lado com Omã não atenderia aos interesses do Irã”, declarou a autoridade, ressaltando que o país considera Omã um vizinho valioso.

Além disso, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) afirmou que suas forças atingiram três petroleiros no estreito, obrigando-os a parar após ignorarem alertas por seguirem uma “rota insegura e ilegal”. A Marinha da IRGC declarou, em comunicado, que mantém controle total sobre a hidrovia estratégica e advertiu que a “interferência militar ilegal dos Estados Unidos” não ficará sem resposta.

Os preços do petróleo subiram mais de US$ 3 por barril, refletindo a intensificação dos ataques. Recentemente, os Estados Unidos e a Arábia Saudita realizaram ataques contra grupos apoiados pelo Irã no Iraque, alegando que eram responsáveis por ataques com drones contra instalações petrolíferas sauditas. O Irã reagiu, advertindo que responsabilizá-lo por esses ataques seria um “grave erro de cálculo”.

Os combates entre as forças americanas e iranianas, que foram intensificados, encerraram uma breve pausa após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter suspendido uma campanha de bombardeios. A Arábia Saudita informou que suas defesas destruíram drones que tinham como alvo instalações petrolíferas, e o Comando Central dos EUA afirmou que atingiu locais usados pelo Irã para coordenar ataques.

Em um esforço para resolver a situação no Estreito de Ormuz, Omã havia apresentado um plano, apoiado por países do Golfo, para administrar a hidrovia. A proposta incluía a cobrança de contribuições voluntárias de navios, semelhante ao que é feito no Estreito de Malaca, na Ásia. O Irã, no entanto, continua a manter o estreito sob controle após os ataques sofridos anteriormente.

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