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Irã vai à Fifa contra restrições dos EUA para jogadores na Copa

Mundo

Irã vai à Fifa contra restrições dos EUA para jogadores na Copa

Irã formaliza queixa à Fifa por restrições de viagem durante a Copa do Mundo.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h16
Irã vai à Fifa contra restrições dos EUA para jogadores na Copa

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A seleção iraniana enfrenta regras rígidas para entrar nos EUA durante a Copa. Jogadores têm apenas 24 horas no país por jogo e devem sair no mesmo dia.

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O Irã planeja apresentar uma queixa à Fifa, entidade máxima do futebol mundial, em razão das restrições de viagem que a sua seleção enfrenta nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo. A seleção iraniana se desloca entre sua base no torneio, localizada no México, e os três jogos da fase de grupos que acontecem nos Estados Unidos, devido à incerteza quanto aos vistos e ao conflito existente com o país anfitrião.

As autoridades americanas impõem que os jogadores ingressem no país até 24 horas antes de cada partida e que deixem o território no mesmo dia, o que levou o técnico da seleção, Amir Ghalenoei, a declarar que o Irã é o time “mais oprimido” do torneio.

“É claro que nos impacta”, disse o técnico do Irã sobre os problemas enfrentados na Copa.

A Federação Iraniana de Futebol emitiu um comunicado, no qual afirma que as restrições são incompatíveis com os princípios de igualdade de condições para as equipes participantes e podem prejudicar a preparação técnica do time. Até o momento, a Fifa não se manifestou sobre o assunto.

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Andrew Giuliani, diretor da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, afirmou à imprensa britânica estar aberto a renegociar os termos de entrada do Irã nos Estados Unidos, podendo considerar a possibilidade de permitir que a equipe permaneça por um período maior durante suas partidas.

“Veja bem, tudo é dinâmico, as coisas podem ser discutidas e certamente queremos criar um jogo limpo e competitivo em campo”, disse Giuliani em Seattle, antes do jogo entre os Estados Unidos e a Austrália.

O técnico Ghalenoei comentou que a interrupção afetou a equipe no empate de 2 a 2 contra a Nova Zelândia. A comissão técnica planejou que a seleção nacional viajasse para a cidade anfitriã dois dias antes de cada partida, para alcançar a condição técnica e física ideal, mas esse pedido não foi aceito para a estreia contra a Nova Zelândia.

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O Departamento de Segurança Interna dos EUA informou que as medidas são precauções de segurança acordadas com o Irã. O time irá enfrentar a Bélgica no dia 21 de junho em Los Angeles e concluirá sua participação no Grupo G contra o Egito em 27 de junho em Seattle. O porte-voz do departamento reafirmou que a equipe poderá chegar um dia antes do jogo e deverá sair no dia da partida.

“O presidente quer garantir que estamos falando sobre o que realmente acontece em campo. Grande parte disso envolve assegurar que as coisas estejam seguras, não apenas nos arredores dos estádios, mas também nos centros de treinamento e nas áreas de concentração”, afirmou o porta-voz.

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A seleção iraniana enfrenta regras rígidas para entrar nos EUA durante a Copa. Jogadores têm apenas 24 horas no país por jogo e devem sair no mesmo dia.

O Irã planeja apresentar uma queixa à Fifa, entidade máxima do futebol mundial, em razão das restrições de viagem que a sua seleção enfrenta nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo. A seleção iraniana se desloca entre sua base no torneio, localizada no México, e os três jogos da fase de grupos que acontecem nos Estados Unidos, devido à incerteza quanto aos vistos e ao conflito existente com o país anfitrião.

As autoridades americanas impõem que os jogadores ingressem no país até 24 horas antes de cada partida e que deixem o território no mesmo dia, o que levou o técnico da seleção, Amir Ghalenoei, a declarar que o Irã é o time “mais oprimido” do torneio.

“É claro que nos impacta”, disse o técnico do Irã sobre os problemas enfrentados na Copa.

A Federação Iraniana de Futebol emitiu um comunicado, no qual afirma que as restrições são incompatíveis com os princípios de igualdade de condições para as equipes participantes e podem prejudicar a preparação técnica do time. Até o momento, a Fifa não se manifestou sobre o assunto.

Andrew Giuliani, diretor da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, afirmou à imprensa britânica estar aberto a renegociar os termos de entrada do Irã nos Estados Unidos, podendo considerar a possibilidade de permitir que a equipe permaneça por um período maior durante suas partidas.

“Veja bem, tudo é dinâmico, as coisas podem ser discutidas e certamente queremos criar um jogo limpo e competitivo em campo”, disse Giuliani em Seattle, antes do jogo entre os Estados Unidos e a Austrália.

O técnico Ghalenoei comentou que a interrupção afetou a equipe no empate de 2 a 2 contra a Nova Zelândia. A comissão técnica planejou que a seleção nacional viajasse para a cidade anfitriã dois dias antes de cada partida, para alcançar a condição técnica e física ideal, mas esse pedido não foi aceito para a estreia contra a Nova Zelândia.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA informou que as medidas são precauções de segurança acordadas com o Irã. O time irá enfrentar a Bélgica no dia 21 de junho em Los Angeles e concluirá sua participação no Grupo G contra o Egito em 27 de junho em Seattle. O porte-voz do departamento reafirmou que a equipe poderá chegar um dia antes do jogo e deverá sair no dia da partida.

“O presidente quer garantir que estamos falando sobre o que realmente acontece em campo. Grande parte disso envolve assegurar que as coisas estejam seguras, não apenas nos arredores dos estádios, mas também nos centros de treinamento e nas áreas de concentração”, afirmou o porta-voz.

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