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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Policial

Irmão da vítima é preso suspeito de assassinato em frente a academia em Aracaju

A Polícia Civil de Sergipe prendeu, nesta sexta-feira (16), o principal suspeito de participação no homicídio registrado em 7 de fevereiro, no bairro Farolândia, zona sul de Aracaju. O detido é meio-irmão da vítima, por parte de pai.

16/01/2026 · 17h17
Irmão da vítima é preso suspeito de assassinato em frente a academia em Aracaju

A Polícia Civil de Sergipe prendeu, nesta sexta-feira (16), o principal suspeito de participação no homicídio registrado em 7 de fevereiro, no bairro Farolândia, zona sul de Aracaju. O detido é meio-irmão da vítima, por parte de pai.

O mandado de prisão temporária foi cumprido por equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no município de Nossa Senhora do Socorro. Segundo a investigação, o crime ocorreu no momento em que a vítima saía de uma academia.

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Logo após o homicídio, policiais civis iniciaram oitivas com familiares e testemunhas e analisaram imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais, residências e órgãos públicos. Parte dos vídeos foi fornecida pela Secretaria Municipal de Segurança e Cidadania de Aracaju, contribuindo para a reconstrução da dinâmica do crime.

Com base no material coletado, os investigadores identificaram a motocicleta utilizada pelo atirador e chegaram ao suspeito, que teria atuado diretamente na execução. Durante o cumprimento dos mandados de busca, foram apreendidas roupas supostamente usadas no dia do crime.

“Todo o conjunto probatório reunido até o momento converge para a participação dele como executor do crime”, afirmou o delegado Mário Leoni. O suspeito, entretanto, nega envolvimento.

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As autoridades apuram a motivação do assassinato, que pode estar relacionada a disputas patrimoniais familiares, eventual envolvimento com contravenção penal ou questões passionais. A Polícia Civil também investiga a possível participação de outros envolvidos no planejamento ou execução.

A diretora do DHPP, delegada Juliana Alcoforado, destacou que o trabalho pericial realizado no local, aliado ao apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (Dipol), foi determinante para o avanço rápido das diligências.

Informações que auxiliem a investigação podem ser repassadas, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 181.

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A Polícia Civil de Sergipe prendeu, nesta sexta-feira (16), o principal suspeito de participação no homicídio registrado em 7 de fevereiro, no bairro Farolândia, zona sul de Aracaju. O detido é meio-irmão da vítima, por parte de pai.

O mandado de prisão temporária foi cumprido por equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no município de Nossa Senhora do Socorro. Segundo a investigação, o crime ocorreu no momento em que a vítima saía de uma academia.

Logo após o homicídio, policiais civis iniciaram oitivas com familiares e testemunhas e analisaram imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais, residências e órgãos públicos. Parte dos vídeos foi fornecida pela Secretaria Municipal de Segurança e Cidadania de Aracaju, contribuindo para a reconstrução da dinâmica do crime.

Com base no material coletado, os investigadores identificaram a motocicleta utilizada pelo atirador e chegaram ao suspeito, que teria atuado diretamente na execução. Durante o cumprimento dos mandados de busca, foram apreendidas roupas supostamente usadas no dia do crime.

“Todo o conjunto probatório reunido até o momento converge para a participação dele como executor do crime”, afirmou o delegado Mário Leoni. O suspeito, entretanto, nega envolvimento.

As autoridades apuram a motivação do assassinato, que pode estar relacionada a disputas patrimoniais familiares, eventual envolvimento com contravenção penal ou questões passionais. A Polícia Civil também investiga a possível participação de outros envolvidos no planejamento ou execução.

A diretora do DHPP, delegada Juliana Alcoforado, destacou que o trabalho pericial realizado no local, aliado ao apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (Dipol), foi determinante para o avanço rápido das diligências.

Informações que auxiliem a investigação podem ser repassadas, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 181.

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