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Israel mata sete no Líbano, incluindo criança e idosos

Mundo

Israel mata sete no Líbano, incluindo criança e idosos

Ataques israelenses no Líbano matam uma criança e dois idosos, informa agência local.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h14
Israel mata sete no Líbano, incluindo criança e idosos

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Bombardeios israelenses atingiram o Vale do Bekaa e a cidade de Tiro neste domingo. Entre as vítimas estão uma criança, dois idosos e dois palestinos em campo de refugiados.

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Ataques militares realizados por Israel resultaram na morte de pelo menos sete pessoas no Líbano, incluindo uma criança e dois idosos, conforme informou a mídia estatal libanesa neste domingo (21). Os confrontos entre Israel e o grupo militante Hezbollah continuam a intensificar-se na região.

De acordo com a Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA), os ataques ocorreram na cidade de Sahmar, localizada no Vale do Bekaa, onde uma mulher e dois idosos também foram mortos. Além disso, dois palestinos perderam a vida no campo de refugiados de Rashidieh, na cidade de Tiro.

As Forças de Defesa de Israel afirmaram que não tinham conhecimento de qualquer atividade militar em tais localidades desde a meia-noite, no horário local, deste domingo.

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As hostilidades entre Israel e o Hezbollah começaram no início de março e, desde então, as comunidades palestinas que residem em campos de refugiados no sul do Líbano têm sido as mais impactadas pela atividade militar, segundo a organização sem fins lucrativos American Near East Refugee Aid (Anera).

Um relatório da Anera, divulgado na última quinta-feira, estima que cerca de 222 mil palestinos vivem atualmente no Líbano. Muitos desses refugiados se estabeleceram no país durante a Nakba, ou “a catástrofe”, de 1948, quando mais de 700 mil palestinos foram forçados a deixar suas casas em decorrência da guerra que ocorreu entre 1948 e 1949, na área que hoje corresponde a Israel.

As condições de vida nos campos de refugiados, como Rashidieh, Burj El Shemali e El Buss, são marcadas por “insegurança recorrente, greves nas proximidades e períodos de isolamento”. De acordo com o relatório da Anera, a guerra na região eliminou qualquer sensação de segurança para essas comunidades, que já viviam em situação de vulnerabilidade prolongada.

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Os desdobramentos dessa situação continuam a ser monitorados por diversas organizações que buscam entender o impacto das hostilidades na vida dos refugiados e das comunidades afetadas.

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Bombardeios israelenses atingiram o Vale do Bekaa e a cidade de Tiro neste domingo. Entre as vítimas estão uma criança, dois idosos e dois palestinos em campo de refugiados.

Ataques militares realizados por Israel resultaram na morte de pelo menos sete pessoas no Líbano, incluindo uma criança e dois idosos, conforme informou a mídia estatal libanesa neste domingo (21). Os confrontos entre Israel e o grupo militante Hezbollah continuam a intensificar-se na região.

De acordo com a Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA), os ataques ocorreram na cidade de Sahmar, localizada no Vale do Bekaa, onde uma mulher e dois idosos também foram mortos. Além disso, dois palestinos perderam a vida no campo de refugiados de Rashidieh, na cidade de Tiro.

As Forças de Defesa de Israel afirmaram que não tinham conhecimento de qualquer atividade militar em tais localidades desde a meia-noite, no horário local, deste domingo.

As hostilidades entre Israel e o Hezbollah começaram no início de março e, desde então, as comunidades palestinas que residem em campos de refugiados no sul do Líbano têm sido as mais impactadas pela atividade militar, segundo a organização sem fins lucrativos American Near East Refugee Aid (Anera).

Um relatório da Anera, divulgado na última quinta-feira, estima que cerca de 222 mil palestinos vivem atualmente no Líbano. Muitos desses refugiados se estabeleceram no país durante a Nakba, ou “a catástrofe”, de 1948, quando mais de 700 mil palestinos foram forçados a deixar suas casas em decorrência da guerra que ocorreu entre 1948 e 1949, na área que hoje corresponde a Israel.

As condições de vida nos campos de refugiados, como Rashidieh, Burj El Shemali e El Buss, são marcadas por “insegurança recorrente, greves nas proximidades e períodos de isolamento”. De acordo com o relatório da Anera, a guerra na região eliminou qualquer sensação de segurança para essas comunidades, que já viviam em situação de vulnerabilidade prolongada.

Os desdobramentos dessa situação continuam a ser monitorados por diversas organizações que buscam entender o impacto das hostilidades na vida dos refugiados e das comunidades afetadas.

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