Terminada a festa, com o shopping fechando, no domingo (dia 26), já no carro, arrodeei o monstro e quis entrar nele de volta. Para fazer outra Flita. Em cada porta estavam painéis vistosos com a mascote Pietra sorrindo convidativa. “Entrem! Venham!”. Dentro, eu já vira, postavam-se portais e totens com a marca do evento em cada curva, apontando o rumo certo. Clima refrigerado, higiene top-mil, energia, hi-fi, ótimos restaurantes… Mesas e cadeiras como nunca precisamos de tantas.
As mais de 30 escolas públicas inscritas compraram livros com os “Vales” gerados pela contribuição de 30 abnegados doadores. Entre os doadores estavam escolas particulares (Fama, Purificação, Magnus, Saber…), negociantes de cereais do Mercadão, donos de indústria, comerciantes, amigos da gente e do livro, pessoas comuns. O vale livro sacia o estudante e valoriza o escritor. As três escolas que a logística do transporte não trouxe, mandaram, ao final, agentes para comprar os livros a que tinham direito. Muito obrigado aos doadores que nos permitiram também pagar os custos da operação.
Obrigado, à editora Infographics, que nos deu, com seus impressos, o jeito de nos mostrar bem.
57 escritores inscritos e mais uma dúzia e meia que chegou com seus livros embaixo do braço, querendo vender também. E como vendemos bem! Muitos acabaram o estoque e correram pra casa buscar mais, que venderam de novo.
Foram duas livrarias e mais pequenos livreiros cheios de surpresas.
Os artesãos de Jussane Teles, (ela nos ajudou a organizar a Flita), vindos de Itabaiana e cidades vizinhas, os artesãos do Bom Jardim, outros artesãos independentes, até a loja de artesanato de Silvana que mora no shopping aderiu à Flita… Oficinas concorridas para a estudantada e visitantes. Desenhos, mandalas, caricaturas, moldagem…
Até a estrela (zilhares de seguidores), Gilmar Marcel, deu uma palestra no Palco da Palavra e uma oficina imperdível sobre como viver desta arte digital. E Marlon Delano mostrou esculturas e a arte no cinema.
A estudantada parava estupefata na oficina de Robótica do Colégio Purificação. Adultos também. E ao lado do piano de João Moura faziam pose para tirar uma foto.
O Palco da Palavra sob o comando de Carlos Daniel não parou. Shows das escolas, contação de história (ASCH e vários), entrevistas, depoimentos, lançamentos, declamações, cantoria, canções (Santana Baião da Penha, Alexandre Manoela …), banda Sofiva, homenagens especiais ao contador de história José Antenor Aguiar e à cordelista Alaíde Souza Costa. Muito mais atrações e homenagens.
Os carros antigos do Farol vieram de Aracaju e trouxeram Doutor Almir Santana (proferiu palestras no Palco da Palavra) com o seu antológico “Camisildo”. Como salvou vidas!
Tantas famílias, escolas, imortais das academias de letras, escritores, artesãos, gente de outras artes vieram. Tanta gente que nos perdemos na contagem atendeu o nosso convite veemente nas orações, nas redes sociais, na panfletagem, no corpo a corpo, nas entrevistas junto às emissoras de Itabaiana, de todo Sergipe. Rádios, blogs, tvs, jornais, redes sociais… Vocês nos abriram o mundo!
Temos que comemorar com cada um que fez conosco. E agradecer o apoio. Obrigado especial a você!
Aracaju, 29 de abril de 2026
Pelo “O Escritor na Livraria” (Antônio FJ Saracura, que escreveu, e Domingos Pascoal, que endossou), que teve a honra de organizar esta quarta edição da Feira do Livro de Itabaiana.
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