Em 22/07/2026, no Ginásio Joaquim Gregório, Eusébio, uma jogadora chutou duas vezes a cabeça de uma adversária caída durante o Municipal de Futsal Feminino. O vídeo viralizou e a atleta passou a ser investigada.
No último dia 22 de julho de 2026, uma jogadora de futsal foi envolvida em um incidente durante uma partida do Campeonato Municipal de Futsal Feminino, realizada no Ginásio Joaquim Gregório, na cidade de Eusébio, região metropolitana de Fortaleza. O episódio, que se tornou viral nas redes sociais, ocorreu quando a atleta desferiu dois chutes na cabeça de uma adversária que estava caída no chão.
A agressão aconteceu no início do segundo tempo, quando o time Projeto RDJ Sport Feminino liderava o jogo por 1 a 0. Após cometer uma falta, a jogadora do time As Resenhas se levantou e atacou a adversária, resultando em uma confusão ainda maior quando uma colega da vítima tentou intervir e também foi agredida. A partida foi imediatamente interrompida por árbitros e membros das comissões técnicas, que se mobilizaram para conter a situação.
A jogadora agredida recebeu atendimento médico em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Eusébio e, conforme informações da Prefeitura local, passa bem. O Projeto RDJ Sport comunicou que ambas as jogadoras agredidas receberam alta e estão se recuperando em casa.
Após a análise do ocorrido, a Comissão Disciplinar Esportiva da Liga Desportiva do Eusébio decidiu suspender a jogadora agressora por cinco anos de qualquer competição organizada pela entidade. Além disso, o time As Resenhas foi eliminado do campeonato, e outras sanções foram aplicadas a participantes que contribuíram para a confusão. Em nota, a Liga afirmou que as punições estão de acordo com o regulamento da competição e o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), além de manifestar repúdio a qualquer forma de violência no esporte.
As investigações sobre a agressão estão a cargo da Polícia Civil do Ceará, que registrou um Boletim de Ocorrência e está realizando oitivas e diligências para esclarecer os fatos. O Ministério Público do Ceará também acompanha as investigações, buscando assegurar a responsabilização da jogadora envolvida.
Por meio do Grupo Nacional de Combate à Violência nos Estádios (GNCOVE), a instituição expressou sua indignação em relação ao ato de violência, ressaltando a necessidade de uma resposta firme das instituições responsáveis pela segurança e integridade física das competidoras.
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