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Aracaju, Domingo, 28 de junho de 2026
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Jornalista Diogens Brayner é lembrado com emoção e respeito por colegas

Obituário

Jornalista Diogens Brayner é lembrado com emoção e respeito por colegas

Diogens Brayner é lembrado com emoção por colegas da imprensa sergipana.

28/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h32
Jornalista Diogens Brayner é lembrado com emoção e respeito por colegas

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O último adeus ao jornalista Diogens Brayner foi marcado por muita emoção e recordações sobre sua trajetória na imprensa sergipana e no meio político. Brayner era conhecido por ser um dos primeiros a divulgar notícias e por ter fontes exclusivas, o que o tornava uma referência no jornalismo local.

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Uma das frases que ele costumava repetir durante suas conversas com os colegas era: “a estrela não é jornalista, mas a notícia”. Essa filosofia guiou sua carreira e a maneira como ele se relacionava com a profissão.

Ao longo de sua trajetória, ele sempre tratou seus colegas e funcionários com respeito em todos os órgãos que dirigiu, incluindo o site que fundou, o FAXAJU. Brayner não hesitava em discutir manchetes e sempre buscava a opinião de seus colaboradores para garantir que os títulos fossem realmente relevantes.

Um relato marcante de sua maneira de agir ocorreu há cerca de 15 anos, quando ele fez uma ligação à noite para um amigo e colega. Na ocasião, disse: “amigo, postei uma manchete. Por favor, deixa até o meio dia de amanhã”. Durante a conversa, ele comentou sobre uma matéria que continha críticas a ele, e pediu um tempo para que pudesse tomar um café com Renata antes de se preocupar com a repercussão da notícia.

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A matéria foi publicada e ficou disponível até o horário que ele solicitou. Essa situação ilustra não apenas seu caráter profissional, mas também sua habilidade em lidar com a pressão do jornalismo.

O legado de Brayner é evidente nas inúmeras homenagens feitas por sites, políticos e amigos, que expressaram seus sentimentos pela sua passagem. O impacto de sua presença na imprensa sergipana é inegável, e muitos o lembrarão com carinho.

“Até um dia, meu amigo Brayner. E se um dia nos encontrarmos, lá do outro lado, se é que existe outro, a gente retoma a nossa prosa.”

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Essas palavras de Munir Darrage refletem o sentimento de perda que permeia o meio jornalístico e político em Sergipe, e a certeza de que a memória de Diogens Brayner continuará viva entre aqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele.

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O último adeus ao jornalista Diogens Brayner foi marcado por muita emoção e recordações sobre sua trajetória na imprensa sergipana e no meio político. Brayner era conhecido por ser um dos primeiros a divulgar notícias e por ter fontes exclusivas, o que o tornava uma referência no jornalismo local.

Uma das frases que ele costumava repetir durante suas conversas com os colegas era: “a estrela não é jornalista, mas a notícia”. Essa filosofia guiou sua carreira e a maneira como ele se relacionava com a profissão.

Ao longo de sua trajetória, ele sempre tratou seus colegas e funcionários com respeito em todos os órgãos que dirigiu, incluindo o site que fundou, o FAXAJU. Brayner não hesitava em discutir manchetes e sempre buscava a opinião de seus colaboradores para garantir que os títulos fossem realmente relevantes.

Um relato marcante de sua maneira de agir ocorreu há cerca de 15 anos, quando ele fez uma ligação à noite para um amigo e colega. Na ocasião, disse: “amigo, postei uma manchete. Por favor, deixa até o meio dia de amanhã”. Durante a conversa, ele comentou sobre uma matéria que continha críticas a ele, e pediu um tempo para que pudesse tomar um café com Renata antes de se preocupar com a repercussão da notícia.

A matéria foi publicada e ficou disponível até o horário que ele solicitou. Essa situação ilustra não apenas seu caráter profissional, mas também sua habilidade em lidar com a pressão do jornalismo.

O legado de Brayner é evidente nas inúmeras homenagens feitas por sites, políticos e amigos, que expressaram seus sentimentos pela sua passagem. O impacto de sua presença na imprensa sergipana é inegável, e muitos o lembrarão com carinho.

“Até um dia, meu amigo Brayner. E se um dia nos encontrarmos, lá do outro lado, se é que existe outro, a gente retoma a nossa prosa.”

Essas palavras de Munir Darrage refletem o sentimento de perda que permeia o meio jornalístico e político em Sergipe, e a certeza de que a memória de Diogens Brayner continuará viva entre aqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele.

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