O ex-presidente foi internado no domingo (13) no hospital UDI, em São Luís, com quadro de pneumonia. Boletim informa estado estável, pressão controlada, antibiótico venoso e sem previsão de alta.
O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, foi internado no domingo (13) em um hospital de São Luís com quadro de pneumonia. A informação sobre a internação foi divulgada por meio de um boletim médico do hospital UDI, publicado no perfil de Sarney nas redes sociais.
De acordo com o boletim, que foi divulgado no fim da noite de domingo, o estado de saúde de Sarney era estável. O documento informou que a pressão arterial estava sob controle, que ele estava em ar ambiente e que recebia tratamento com antibióticos por via venosa. A nota também salientou que não havia previsão de alta hospitalar.
O registro médico divulgado no perfil do ex-presidente trouxe detalhes técnicos do atendimento inicial, mas não indicou prognóstico nem estimativa de tempo de internação. Permanecia, segundo o boletim, o acompanhamento clínico e o tratamento específico para o quadro de pneumonia.
Figura reconhecida na política nacional, José Sarney atuou como presidente da República entre 1985 e 1990, sendo descrito como o primeiro presidente da era da redemocratização. Depois do período à frente do Executivo, ele cumpriu três mandatos como senador, no intervalo de 1991 a 2015. Além da atuação política, Sarney também é conhecido por sua carreira como escritor.
Fontes médicas consultadas pelo boletim limitaram-se a informar o estado clínico e as medidas adotadas na internação, sem divulgar prognósticos adicionais ou datas previstas para alta. Por ora, a família e a equipe médica mantinham acompanhamento e comunicação por meio dos canais oficiais indicados no comunicado.
O caso mobilizou atenção regional e nacional em função da trajetória pública de Sarney. A nota divulgada no domingo manteve o foco em informações estritamente médicas sobre a internação e no registro das condições observadas no momento do atendimento.
Não foram divulgadas pelo boletim informações sobre eventuais internações anteriores recentes, tampouco indicações de transferências para outras unidades de saúde. O comunicado reiterou que o tratamento incluía antibióticos por via venosa e que o paciente permanecia em observação, com a pressão arterial sob controle e respirando em ar ambiente.
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