Apresentado por Daniel, o programa reúne vozes que marcaram o sertanejo em diferentes épocas. Ju Marques, revelação das redes, e Valéria Barros falam sobre carreira, influências e repertório.
As cantoras Ju Marques e Valeria Barros participam da edição do programa Viver Sertanejo deste domingo (11). Com apresentação do cantor Daniel, a atração promove um encontro entre gerações e traça a trajetória de mulheres que marcaram e continuam marcando o universo sertanejo.
Ju Marques ganhou visibilidade principalmente pela internet. Criada em um ambiente familiar onde conviviam o pop rock do pai e o sertanejo goiano da mãe, a cantora iniciou a carreira em barzinhos antes de alcançar grande repercussão nas redes sociais. Seu diferencial artístico tem sido a criação de releituras em ritmo de seresta para clássicos já conhecidos do público, formato que a ajudou a ampliar a audiência.
Na exibição do programa, Ju Marques apresenta as canções “Primeiros Erros (Chove)” e “Atende Aí”, em registros que devem mesclar referências tradicionais do gênero com sua proposta de reinterpretar sucessos.
Valeria Barros leva ao palco do programa uma carreira de décadas na música brasileira. Ela subiu aos palcos ainda aos nove anos de idade e alcançou destaque nacional na década de 1980 integrando a dupla As Mineirinhas, formada ao lado da prima Sandra. No Viver Sertanejo, Valeria interpreta as faixas “Só Quero Te Dizer” e “Em Cima de Outro”, além de resgatar referências que marcaram sua formação artística, como as Irmãs Freitas e o grupo Trio Parada Dura.
Além das apresentações musicais, a edição reserva espaço para uma conversa entre as duas artistas sobre protagonismo feminino na cena sertaneja. O encontro aborda a conquista de espaço pelas vozes femininas, as mudanças no mercado fonográfico e as transformações do estilo ao longo dos anos, com troca de visões sobre trajetórias e desafios enfrentados por mulheres no meio musical.
O programa Viver Sertanejo é exibido aos domingos, logo após o Globo Rural. A produção da atração é de Nathália Pinha; produção executiva de Matheus Pereira; direção de Rafael Boucinha; direção artística de Gian Carlo Bellotti; e direção de gênero de Monica Almeida.
Esta edição tem formato de diálogo entre gerações e enfatiza tanto as apresentações quanto a reflexão sobre o papel das mulheres no sertanejo, propondo um panorama que une memórias, repertório e discussão sobre o presente e o futuro do gênero.

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