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Justiça do Rio inicia processo de venda de 90% da SAF do Vasco

Esporte

Justiça do Rio inicia processo de venda de 90% da SAF do Vasco

Justiça do Rio publica edital para venda de 90% das ações da SAF do Vasco.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h17
Justiça do Rio inicia processo de venda de 90% da SAF do Vasco

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A 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro publicou, na quarta-feira (15/07/2026), o edital para a venda de 90% das ações da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco. Este processo inicia formalmente a alienação judicial da UPI Equity, unidade produtiva isolada que concentra a participação majoritária do clube.

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A operação faz parte do plano de reestruturação financeira do Vasco, com prazo para conclusão estipulado até 30 de setembro de 2026. A alienação judicial permitirá a venda de ativos para o pagamento de dívidas e reorganização da empresa.

A Almirante Participações e Empreendimentos S.A., sob a liderança do empresário Marcos Lamacchia, figura no edital como stalking horse bidder. Isso significa que a empresa apresentará a proposta inicial e terá direito de preferência na disputa. A companhia já firmou um contrato vinculante com o Vasco e a SAF, podendo igualar ofertas superiores feitas por outros investidores.

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Se outro investidor vencer a disputa e concluir a compra, a Almirante receberá R$ 50 milhões como compensação. A proposta de Lamacchia inclui um aporte mínimo de R$ 650 milhões ao longo dos próximos cinco anos, e o total de investimentos pode ultrapassar R$ 2 bilhões.

O vencedor da disputa terá a obrigação de realizar um aporte inicial de R$ 500 milhões, distribuído em cinco parcelas anuais de R$ 100 milhões, a serem feitas entre 2026 e 2030, com os recursos destinados exclusivamente ao futebol. Além disso, o edital prevê investimentos de R$ 120 milhões no Centro de Treinamento do futebol profissional ao longo de uma década e R$ 30 milhões em melhorias nas categorias de base em até dois anos.

O comprador também deverá buscar incentivos fiscais que podem chegar a R$ 150 milhões em um período de dez anos e ficará impedido de distribuir dividendos por dez anos. A conclusão da venda está condicionada à reorganização societária da SAF, resolução de acordos judiciais pendentes e homologação definitiva pela Justiça.

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A 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro publicou, na quarta-feira (15/07/2026), o edital para a venda de 90% das ações da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco. Este processo inicia formalmente a alienação judicial da UPI Equity, unidade produtiva isolada que concentra a participação majoritária do clube.

A operação faz parte do plano de reestruturação financeira do Vasco, com prazo para conclusão estipulado até 30 de setembro de 2026. A alienação judicial permitirá a venda de ativos para o pagamento de dívidas e reorganização da empresa.

A Almirante Participações e Empreendimentos S.A., sob a liderança do empresário Marcos Lamacchia, figura no edital como stalking horse bidder. Isso significa que a empresa apresentará a proposta inicial e terá direito de preferência na disputa. A companhia já firmou um contrato vinculante com o Vasco e a SAF, podendo igualar ofertas superiores feitas por outros investidores.

Se outro investidor vencer a disputa e concluir a compra, a Almirante receberá R$ 50 milhões como compensação. A proposta de Lamacchia inclui um aporte mínimo de R$ 650 milhões ao longo dos próximos cinco anos, e o total de investimentos pode ultrapassar R$ 2 bilhões.

O vencedor da disputa terá a obrigação de realizar um aporte inicial de R$ 500 milhões, distribuído em cinco parcelas anuais de R$ 100 milhões, a serem feitas entre 2026 e 2030, com os recursos destinados exclusivamente ao futebol. Além disso, o edital prevê investimentos de R$ 120 milhões no Centro de Treinamento do futebol profissional ao longo de uma década e R$ 30 milhões em melhorias nas categorias de base em até dois anos.

O comprador também deverá buscar incentivos fiscais que podem chegar a R$ 150 milhões em um período de dez anos e ficará impedido de distribuir dividendos por dez anos. A conclusão da venda está condicionada à reorganização societária da SAF, resolução de acordos judiciais pendentes e homologação definitiva pela Justiça.

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