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Brasil

Justiça Federal transfere área do Parque Nacional do Iguaçu para o Paraná; ICMBio vai recorrer

Uma decisão da Justiça Federal determinou a transferência de uma área equivalente a mais de 1.500 campos de futebol do Parque Nacional do Iguaçu, que pertence à União, para o estado do Paraná. A área é administrada pela concessionária Urbia Cataratas SA, responsável pela gestão turística e operação da reserva. O Instituto Chico Mendes de […]

25/02/2025 · 20h16 · Atualizado às 18h51
Justiça Federal transfere área do Parque Nacional do Iguaçu para o Paraná; ICMBio vai recorrer
Foto: divulgação


Uma decisão da Justiça Federal determinou a transferência de uma área equivalente a mais de 1.500 campos de futebol do Parque Nacional do Iguaçu, que pertence à União, para o estado do Paraná. A área é administrada pela concessionária Urbia Cataratas SA, responsável pela gestão turística e operação da reserva.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão responsável pela gestão do parque, anunciou que vai recorrer da decisão. Em nota, o ICMBio afirmou que a medida “focou exclusivamente no interesse econômico, mas a interpretação está equivocada”. A entidade defende que a transferência pode comprometer a preservação ambiental e a gestão do parque, que é Patrimônio Mundial da UNESCO.

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O caso é mais um capítulo de um longo embate judicial pelo território, que envolve interesses econômicos, ambientais e políticos. A decisão ainda pode ser revertida em instâncias superiores.

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Uma decisão da Justiça Federal determinou a transferência de uma área equivalente a mais de 1.500 campos de futebol do Parque Nacional do Iguaçu, que pertence à União, para o estado do Paraná. A área é administrada pela concessionária Urbia Cataratas SA, responsável pela gestão turística e operação da reserva.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão responsável pela gestão do parque, anunciou que vai recorrer da decisão. Em nota, o ICMBio afirmou que a medida “focou exclusivamente no interesse econômico, mas a interpretação está equivocada”. A entidade defende que a transferência pode comprometer a preservação ambiental e a gestão do parque, que é Patrimônio Mundial da UNESCO.

O caso é mais um capítulo de um longo embate judicial pelo território, que envolve interesses econômicos, ambientais e políticos. A decisão ainda pode ser revertida em instâncias superiores.

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