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Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
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Clube de Igor Thiago inova e cria ‘superatletas’ na Premier League

Brasil

Clube de Igor Thiago inova e cria ‘superatletas’ na Premier League

Estudo revela como o Brentford FC cria 'superatletas' na Premier League.

24/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h48
Clube de Igor Thiago inova e cria ‘superatletas’ na Premier League

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Enquanto o atacante Igor Thiago representa a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, um estudo recente revela como ele e seus colegas do Brentford FC, que atua na Premier League da Inglaterra, alcançam níveis de desempenho quase sobre-humanos. A pesquisa, publicada em junho de 2026 no International Journal of Sports Science & Coaching, aborda práticas contemporâneas de força e condicionamento físico em uma equipe da Premier League.

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O futebol de elite na Inglaterra passou por uma transformação significativa nos últimos dez anos. Entre as temporadas de 2015/2016 e 2024/2025, as distâncias percorridas em corridas de alta velocidade e sprints aumentaram consideravelmente. Para atender a essas demandas, o Brentford adota um treinamento individualizado, evitando métodos genéricos. A abordagem começa com uma “Análise de Necessidades”, que mapeia as exigências de cada posição em campo. Por exemplo, os jogadores de beirada necessitam de alta capacidade para sprints repetidos, enquanto os meias centrais focam em resistência aeróbica e mudanças constantes de direção e velocidade.

Além disso, o clube analisa a biomecânica da corrida para minimizar riscos de lesões. Um dos membros da equipe de performance física explica:

“Não queremos apenas olhar para o quão rápido um jogador corre, queremos decompor isso em comprimento da passada, tempo de contato, posição pélvica e cinemática dos membros.”

Outro aspecto inovador é o “Traffic Light System” (Sistema de Semáforo), que monitora diariamente os dados dos atletas. Com isso, o clube consegue determinar quem pode intensificar os treinos e quem precisa moderar o ritmo. O sistema utiliza sinais como a “bandeira vermelha” para alertar sobre a necessidade de ajustes imediatos no treinamento de um atleta. Além disso, o Brentford realiza testes rigorosos e um monitoramento constante. Quatro dias antes de um jogo, são realizados testes isométricos de tornozelo, joelho e quadril, considerados uma forma segura de medir a força máxima sem causar fadiga.

O estudo também destaca a importância do monitoramento devido ao aumento das lesões nos isquiotibiais, que dobraram nas últimas duas décadas, representando 24% de todas as lesões na elite do futebol. Um membro da equipe afirma:

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“Com os jogadores dando sprints com mais frequência e em intensidades mais altas, vemos mais problemas de isquiotibiais acontecendo em velocidade máxima.”

Com o calendário apertado da Premier League, que exige dois jogos por semana, a recuperação e os treinos de força são limitados. Para contornar isso, o Brentford adotou a técnica de microdosagem, que distribui pequenas doses de estímulos intensos ao longo da semana, garantindo que os atletas mantenham suas adaptações físicas sem se esgotar.

Apesar do uso da tecnologia, o estudo conclui que a adesão dos jogadores é crucial para validar os métodos. Outro integrante da equipe de preparação física ressalta:

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“Acredito que o ‘buy-in’ (adesão) é muito importante. Tratar os jogadores como adultos é fundamental.”

Os cientistas do Brentford acreditam que a formação do “superatleta” vai além da academia, envolvendo a compreensão do propósito de cada exercício. “Se o jogador entender como força, velocidade e potência o tornam mais robusto, a adesão ao treinamento será maior”, finaliza.

A pesquisa foi financiada pelo próprio Brentford, que abriu suas portas para os estudos na temporada 2023/2024. Na mesma temporada, o clube terminou em 16º lugar, próximo ao rebaixamento. Contudo, na temporada seguinte, o Brentford se estabeleceu na elite do futebol inglês, alcançando a 10ª colocação na Premier League. Na temporada 2025/2026, o clube obteve o melhor desempenho em anos, terminando em 9º lugar, com Igor Thiago como vice-artilheiro do campeonato, marcando 22 gols e sendo selecionado para a Copa do Mundo. O time também se destacou por ser a equipe que mais marcou em contra-ataques na Inglaterra, caracterizando suas jogadas pela velocidade e força em campo.

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Enquanto o atacante Igor Thiago representa a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, um estudo recente revela como ele e seus colegas do Brentford FC, que atua na Premier League da Inglaterra, alcançam níveis de desempenho quase sobre-humanos. A pesquisa, publicada em junho de 2026 no International Journal of Sports Science & Coaching, aborda práticas contemporâneas de força e condicionamento físico em uma equipe da Premier League.

O futebol de elite na Inglaterra passou por uma transformação significativa nos últimos dez anos. Entre as temporadas de 2015/2016 e 2024/2025, as distâncias percorridas em corridas de alta velocidade e sprints aumentaram consideravelmente. Para atender a essas demandas, o Brentford adota um treinamento individualizado, evitando métodos genéricos. A abordagem começa com uma “Análise de Necessidades”, que mapeia as exigências de cada posição em campo. Por exemplo, os jogadores de beirada necessitam de alta capacidade para sprints repetidos, enquanto os meias centrais focam em resistência aeróbica e mudanças constantes de direção e velocidade.

Além disso, o clube analisa a biomecânica da corrida para minimizar riscos de lesões. Um dos membros da equipe de performance física explica:

“Não queremos apenas olhar para o quão rápido um jogador corre, queremos decompor isso em comprimento da passada, tempo de contato, posição pélvica e cinemática dos membros.”

Outro aspecto inovador é o “Traffic Light System” (Sistema de Semáforo), que monitora diariamente os dados dos atletas. Com isso, o clube consegue determinar quem pode intensificar os treinos e quem precisa moderar o ritmo. O sistema utiliza sinais como a “bandeira vermelha” para alertar sobre a necessidade de ajustes imediatos no treinamento de um atleta. Além disso, o Brentford realiza testes rigorosos e um monitoramento constante. Quatro dias antes de um jogo, são realizados testes isométricos de tornozelo, joelho e quadril, considerados uma forma segura de medir a força máxima sem causar fadiga.

O estudo também destaca a importância do monitoramento devido ao aumento das lesões nos isquiotibiais, que dobraram nas últimas duas décadas, representando 24% de todas as lesões na elite do futebol. Um membro da equipe afirma:

“Com os jogadores dando sprints com mais frequência e em intensidades mais altas, vemos mais problemas de isquiotibiais acontecendo em velocidade máxima.”

Com o calendário apertado da Premier League, que exige dois jogos por semana, a recuperação e os treinos de força são limitados. Para contornar isso, o Brentford adotou a técnica de microdosagem, que distribui pequenas doses de estímulos intensos ao longo da semana, garantindo que os atletas mantenham suas adaptações físicas sem se esgotar.

Apesar do uso da tecnologia, o estudo conclui que a adesão dos jogadores é crucial para validar os métodos. Outro integrante da equipe de preparação física ressalta:

“Acredito que o ‘buy-in’ (adesão) é muito importante. Tratar os jogadores como adultos é fundamental.”

Os cientistas do Brentford acreditam que a formação do “superatleta” vai além da academia, envolvendo a compreensão do propósito de cada exercício. “Se o jogador entender como força, velocidade e potência o tornam mais robusto, a adesão ao treinamento será maior”, finaliza.

A pesquisa foi financiada pelo próprio Brentford, que abriu suas portas para os estudos na temporada 2023/2024. Na mesma temporada, o clube terminou em 16º lugar, próximo ao rebaixamento. Contudo, na temporada seguinte, o Brentford se estabeleceu na elite do futebol inglês, alcançando a 10ª colocação na Premier League. Na temporada 2025/2026, o clube obteve o melhor desempenho em anos, terminando em 9º lugar, com Igor Thiago como vice-artilheiro do campeonato, marcando 22 gols e sendo selecionado para a Copa do Mundo. O time também se destacou por ser a equipe que mais marcou em contra-ataques na Inglaterra, caracterizando suas jogadas pela velocidade e força em campo.

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