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Aracaju, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
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Lambateria 2026 agita Belém com carimbó, guitarrada e tecnobrega

Festival Lambateria 2026 reuniu artistas regionais e internacionais em Belém, com palcos, concurso de dança e show de Félix Robatto com participações especiais.

12/10/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h33
Lambateria 2026 agita Belém com carimbó, guitarrada e tecnobrega

O festival reuniu artistas locais e internacionais em três palcos para difundir carimbó, brega, cumbia e merengue. A programação misturou música, dança e referências visuais e gastronômicas da capital paraense.

O Festival Lambateria 2026 voltou a reunir artistas regionais, nacionais e internacionais para difundir a música latino-amazônica e caribenha em Belém. A programação incluiu gêneros como carimbó, brega, guitarrada, merengue, cumbia e tecnobrega, em uma proposta que buscou representar visualmente elementos da cidade — do Parque Ita às decorações da procissão do Círio de Nazaré — e as características gastronômicas e ambientais da capital paraense.

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O evento montou três palcos com apresentações distribuídas ao longo da noite. Além dos shows, houve concurso de dança no equipamento de aparelhagem Mega Príncipe Negro com o concurso Seu Godofredo, que premiou a melhor dupla de dançarinos com R$ 2.000,00 em dinheiro.

Palcos e atrações

Palco Lambateria

  • Jeff Moraes
  • Bruno Benitez (homenagem a Daniel Benitez)
  • Fernando Belém
  • Warilou
  • Companhia do Calypso

Palco Quintarrada

  • Toró Açu
  • Batucada Misteriosa
  • Félix Robatto
  • Lia Sophia
  • Rossy War
  • Adilson Ramos

Palco Ninho

  • DJ Estamyna (intervalos)
  • DJ Zek Picoteiro (intervalos)

O show principal da noite teve Félix Robatto no comando, com participações especiais da cantora e compositora guianense Lia Sophia e da cantora peruana Rossy War, que se apresentou acompanhada do guitarrista e compositor Tito Mauri. Rossy War dedicou tempo aos fãs e foi recebida com emoção pelo público.

“A música em nossos países está cada vez mais se reconhecendo graças aos artistas que estão se fortalecendo mais. Eu não sei como a minha música chegou até aqui, mas creio que seja pelas pessoas que já escutaram a minha música. E é curioso porque nós também já escutamos muitas músicas daqui do Brasil.”

“Esse é um tipo de conexão entre nossos países que, para mim, é algo muito importante e emocionante, porque me viram como parte da cultura musical da região. Em nosso país se escuta muita música do Brasil e nós gostamos muito dela. Agora, está surgindo uma nova geração que está funcionando e se relacionando com as gerações passadas. Acredito que o trabalho junto com o Félix Robatto está criando e mesclando a nossa cultura, e esse movimento é muito importante para a cultura musical da América Latina.”

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“A música de Rossy é tão bem aceita pelo público no Brasil porque a música caribenha, a peruana e a brasileira têm semelhanças, mesmo que cada uma tenha características e estilos distintos. Por isso, estamos felizes de estar aqui para compartilhar nossa música e viver esse momento tão importante, que conecta nossos países.”

Félix Robatto, produtor, pesquisador musical e idealizador da festa, falou da importância da cultura regional da lambada como ritmo para sentir e dançar, e pediu que o público escolha representantes políticos que deem atenção à cultura. O cantor Adilson Ramos, referência do cancioneiro romântico e dos bailes da saudade, apresentou o melhor de seus 66 anos de carreira. A Companhia do Calypso, hoje sob o comando das cantoras Fênix Ribeiro e Paulinha Miranda, manteve o clima quente do festival com o ritmo acelerado do brega.

Na história da lambada em Belém, a circulação radiofônica de música caribenha e latina ajudou a moldar um som local que mistura guitarrada, cumbia, carimbó e brega. Em 26 de agosto de 2026, a Lambateria foi reconhecida como Entidade de Patrimônio Cultural e Imaterial do Município de Belém, nos termos da Lei Ordinária 10.257, de 26 de janeiro de 2026.

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O festival reforçou a ideia de que a prática coletiva — música, dança, comida e celebração — contribui para a continuidade da cultura da lambada na cidade. Produzido por Félix Robatto e Sônia Ferro, o evento tem se mostrado um espaço de transmissão intergeracional e de afirmação da identidade cultural de Belém, mantendo o público em movimento e celebrando ritmos que unem a região à música latino-amazônica e caribenha.

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O Festival Lambateria 2026 voltou a reunir artistas regionais, nacionais e internacionais para difundir a música latino-amazônica e caribenha em Belém. A programação incluiu gêneros como carimbó, brega, guitarrada, merengue, cumbia e tecnobrega, em uma proposta que buscou representar visualmente elementos da cidade — do Parque Ita às decorações da procissão do Círio de Nazaré — e as características gastronômicas e ambientais da capital paraense.

O evento montou três palcos com apresentações distribuídas ao longo da noite. Além dos shows, houve concurso de dança no equipamento de aparelhagem Mega Príncipe Negro com o concurso Seu Godofredo, que premiou a melhor dupla de dançarinos com R$ 2.000,00 em dinheiro.

Palcos e atrações

Palco Lambateria

  • Jeff Moraes
  • Bruno Benitez (homenagem a Daniel Benitez)
  • Fernando Belém
  • Warilou
  • Companhia do Calypso

Palco Quintarrada

  • Toró Açu
  • Batucada Misteriosa
  • Félix Robatto
  • Lia Sophia
  • Rossy War
  • Adilson Ramos

Palco Ninho

  • DJ Estamyna (intervalos)
  • DJ Zek Picoteiro (intervalos)

O show principal da noite teve Félix Robatto no comando, com participações especiais da cantora e compositora guianense Lia Sophia e da cantora peruana Rossy War, que se apresentou acompanhada do guitarrista e compositor Tito Mauri. Rossy War dedicou tempo aos fãs e foi recebida com emoção pelo público.

“A música em nossos países está cada vez mais se reconhecendo graças aos artistas que estão se fortalecendo mais. Eu não sei como a minha música chegou até aqui, mas creio que seja pelas pessoas que já escutaram a minha música. E é curioso porque nós também já escutamos muitas músicas daqui do Brasil.”

“Esse é um tipo de conexão entre nossos países que, para mim, é algo muito importante e emocionante, porque me viram como parte da cultura musical da região. Em nosso país se escuta muita música do Brasil e nós gostamos muito dela. Agora, está surgindo uma nova geração que está funcionando e se relacionando com as gerações passadas. Acredito que o trabalho junto com o Félix Robatto está criando e mesclando a nossa cultura, e esse movimento é muito importante para a cultura musical da América Latina.”

“A música de Rossy é tão bem aceita pelo público no Brasil porque a música caribenha, a peruana e a brasileira têm semelhanças, mesmo que cada uma tenha características e estilos distintos. Por isso, estamos felizes de estar aqui para compartilhar nossa música e viver esse momento tão importante, que conecta nossos países.”

Félix Robatto, produtor, pesquisador musical e idealizador da festa, falou da importância da cultura regional da lambada como ritmo para sentir e dançar, e pediu que o público escolha representantes políticos que deem atenção à cultura. O cantor Adilson Ramos, referência do cancioneiro romântico e dos bailes da saudade, apresentou o melhor de seus 66 anos de carreira. A Companhia do Calypso, hoje sob o comando das cantoras Fênix Ribeiro e Paulinha Miranda, manteve o clima quente do festival com o ritmo acelerado do brega.

Na história da lambada em Belém, a circulação radiofônica de música caribenha e latina ajudou a moldar um som local que mistura guitarrada, cumbia, carimbó e brega. Em 26 de agosto de 2026, a Lambateria foi reconhecida como Entidade de Patrimônio Cultural e Imaterial do Município de Belém, nos termos da Lei Ordinária 10.257, de 26 de janeiro de 2026.

O festival reforçou a ideia de que a prática coletiva — música, dança, comida e celebração — contribui para a continuidade da cultura da lambada na cidade. Produzido por Félix Robatto e Sônia Ferro, o evento tem se mostrado um espaço de transmissão intergeracional e de afirmação da identidade cultural de Belém, mantendo o público em movimento e celebrando ritmos que unem a região à música latino-amazônica e caribenha.

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