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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Luísa Sonza fala sobre raízes gaúchas no ‘Viver Sertanejo’ em homenagem ao Dia do Gaúcho

No "Viver Sertanejo", Luísa Sonza relembra raízes gaúchas, canta clássicos e participa de homenagem ao Dia do Gaúcho, com convidados e ritmos regionais.

17/09/2026 · 08h58
Luísa Sonza fala sobre raízes gaúchas no ‘Viver Sertanejo’ em homenagem ao Dia do Gaúcho

Em homenagem ao Dia do Gaúcho, celebrado no próximo domingo (20), o programa “Viver Sertanejo”, da Globo, vai receber Luísa Sonza para uma conversa sobre as raízes que acompanham sua relação com a música desde a infância. Nascida e criada em um sítio no Rio Grande do Sul, a cantora revisita lembranças da vida no interior e detalha como os primeiros contatos com diferentes gêneros musicais ajudaram a construir sua trajetória.

Luísa conta que começou a cantar profissionalmente aos sete anos, em uma banda que se apresentava em casamentos, experiência que manteve por cerca de 10 anos. Antes disso, a música já fazia parte das viagens de carro com os pais para Mato Grosso, onde visitavam parentes. No caminho, ela e o pai cantavam juntos, e o repertório passava pela música gaúcha regional e pelo sertanejo.

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Entre as lembranças dessa época, Luísa destaca sua identificação com as músicas de Chitãozinho e Xororó. Segundo a cantora, ela gostava de cantar as canções da dupla porque os tons mais agudos facilitavam sua interpretação ainda na infância. No programa, essa relação com o repertório sertanejo volta ao palco em uma apresentação ao lado de Daniel, conhecido por “O Menino da Porteira”.

Para celebrar suas raízes gaúchas, Luísa também vai interpretar “Céu, Sol, Sul, Terra e Cor”, em um momento dedicado à cultura e à identidade do estado. A música se soma às histórias que a cantora compartilha sobre a infância e os primeiros passos na carreira, mostrando como diferentes referências musicais estiveram presentes desde cedo em sua formação.

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O especial reúne ainda outros nomes ligados à cultura do Rio Grande do Sul. Gaúcho da Fronteira participa contando a história de “Herdeiro da Pampa Pobre”, música que foi posteriormente regravada pelos Engenheiros do Hawaii. Neto Fagundes integra a homenagem com a interpretação de “Guri” e contribui, ao lado dos demais convidados, para explicar as diferenças entre ritmos tradicionais como vanerão e xote.

Também estão previstos no programa momentos mais informais: Nego Julio e Antônio Costaguta preparam churrasco e chimarrão durante a edição, participando da celebração da cultura gaúcha. A combinação de depoimentos, interpretações e conversas sobre ritmos e memórias configura o programa como uma homenagem centrada na tradição e nas influências regionais que marcaram a trajetória da artista.

O episódio do “Viver Sertanejo” com Luísa Sonza será exibido em data próxima ao Dia do Gaúcho, reunindo depoimentos, apresentações e relatos de artistas que mantêm vínculo com a cultura do Rio Grande do Sul.

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Em homenagem ao Dia do Gaúcho, celebrado no próximo domingo (20), o programa “Viver Sertanejo”, da Globo, vai receber Luísa Sonza para uma conversa sobre as raízes que acompanham sua relação com a música desde a infância. Nascida e criada em um sítio no Rio Grande do Sul, a cantora revisita lembranças da vida no interior e detalha como os primeiros contatos com diferentes gêneros musicais ajudaram a construir sua trajetória.

Luísa conta que começou a cantar profissionalmente aos sete anos, em uma banda que se apresentava em casamentos, experiência que manteve por cerca de 10 anos. Antes disso, a música já fazia parte das viagens de carro com os pais para Mato Grosso, onde visitavam parentes. No caminho, ela e o pai cantavam juntos, e o repertório passava pela música gaúcha regional e pelo sertanejo.

Entre as lembranças dessa época, Luísa destaca sua identificação com as músicas de Chitãozinho e Xororó. Segundo a cantora, ela gostava de cantar as canções da dupla porque os tons mais agudos facilitavam sua interpretação ainda na infância. No programa, essa relação com o repertório sertanejo volta ao palco em uma apresentação ao lado de Daniel, conhecido por “O Menino da Porteira”.

Para celebrar suas raízes gaúchas, Luísa também vai interpretar “Céu, Sol, Sul, Terra e Cor”, em um momento dedicado à cultura e à identidade do estado. A música se soma às histórias que a cantora compartilha sobre a infância e os primeiros passos na carreira, mostrando como diferentes referências musicais estiveram presentes desde cedo em sua formação.

O especial reúne ainda outros nomes ligados à cultura do Rio Grande do Sul. Gaúcho da Fronteira participa contando a história de “Herdeiro da Pampa Pobre”, música que foi posteriormente regravada pelos Engenheiros do Hawaii. Neto Fagundes integra a homenagem com a interpretação de “Guri” e contribui, ao lado dos demais convidados, para explicar as diferenças entre ritmos tradicionais como vanerão e xote.

Também estão previstos no programa momentos mais informais: Nego Julio e Antônio Costaguta preparam churrasco e chimarrão durante a edição, participando da celebração da cultura gaúcha. A combinação de depoimentos, interpretações e conversas sobre ritmos e memórias configura o programa como uma homenagem centrada na tradição e nas influências regionais que marcaram a trajetória da artista.

O episódio do “Viver Sertanejo” com Luísa Sonza será exibido em data próxima ao Dia do Gaúcho, reunindo depoimentos, apresentações e relatos de artistas que mantêm vínculo com a cultura do Rio Grande do Sul.

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