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Política

Lula e Alcolumbre selam aliança e negociam apoio no Amapá

Lula e Alcolumbre se reúnem, fortalecendo laços políticos no Amapá.

15/08/2026 · 11h32
Lula e Alcolumbre selam aliança e negociam apoio no Amapá

Lula e o senador Davi Alcolumbre se reuniram pela terceira vez, o que amplia a aproximação política entre os dois. Analista aponta convergência entre o grupo de Alcolumbre e o PT de Randolfe Rodrigues, com negociações centradas no Amapá.

O presidente Lula (PT) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) se reuniram nesta sexta-feira (14) pela terceira vez, em demonstração de aproximação crescente e de interesses políticos convergentes em várias frentes. Segundo o analista de política Pedro Venceslau, a relação entre os dois tem múltiplas camadas, e o Amapá é uma das principais questões em pauta.

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Venceslau destacou que houve convergência entre o grupo do PT no Amapá, liderado por Randolfe Rodrigues, e o grupo de Alcolumbre. Há, atualmente, negociação para que Lula faça uma viagem de campanha a Macapá, onde deve aparecer ao lado do candidato Clécio Luis (União-AP), apoiado tanto pelo grupo do PT quanto pelo próprio Alcolumbre.

Também está em discussão a participação de Lula em gravações para o horário eleitoral do candidato do União Brasil no estado. Clécio Luis tem Teles Júnior (PDT) como candidato a vice e Randolfe Rodrigues (PT) como candidato ao Senado. A coligação que o apoia ao governo do Amapá reúne União, PDT, MDB, PP, PT, PCdoB e PV.

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Adversário lidera pesquisas no estado

No campo oposto, o candidato Dr. Furlan (PSD), que conta com o apoio do PL e do bolsonarismo, se destaca nas pesquisas de intenção de voto. Sua coligação é formada por PSD, Podemos e Novo. De acordo com Venceslau, Furlan tem evitado centrar a campanha na figura de Flávio Bolsonaro (PL) e prefere abordar questões estaduais e se distanciar de disputas ideológicas, por avaliar que isso poderia beneficiar seus adversários.

Além das questões eleitorais no Amapá, Alcolumbre tem oferecido contrapartidas a Lula, entre elas a desobstrução de pautas do governo no Congresso Nacional. Venceslau observou que a aproximação é vista como bastante consistente e envolve o grupo político do senador, que reúne a maioria dos votos no Congresso, além de sua base no estado. O foco de Alcolumbre também se estende ao futuro, especialmente à disputa pela presidência do Senado em 2027.

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Lula e o senador Davi Alcolumbre se reuniram pela terceira vez, o que amplia a aproximação política entre os dois. Analista aponta convergência entre o grupo de Alcolumbre e o PT de Randolfe Rodrigues, com negociações centradas no Amapá.

O presidente Lula (PT) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) se reuniram nesta sexta-feira (14) pela terceira vez, em demonstração de aproximação crescente e de interesses políticos convergentes em várias frentes. Segundo o analista de política Pedro Venceslau, a relação entre os dois tem múltiplas camadas, e o Amapá é uma das principais questões em pauta.

Venceslau destacou que houve convergência entre o grupo do PT no Amapá, liderado por Randolfe Rodrigues, e o grupo de Alcolumbre. Há, atualmente, negociação para que Lula faça uma viagem de campanha a Macapá, onde deve aparecer ao lado do candidato Clécio Luis (União-AP), apoiado tanto pelo grupo do PT quanto pelo próprio Alcolumbre.

Também está em discussão a participação de Lula em gravações para o horário eleitoral do candidato do União Brasil no estado. Clécio Luis tem Teles Júnior (PDT) como candidato a vice e Randolfe Rodrigues (PT) como candidato ao Senado. A coligação que o apoia ao governo do Amapá reúne União, PDT, MDB, PP, PT, PCdoB e PV.

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No campo oposto, o candidato Dr. Furlan (PSD), que conta com o apoio do PL e do bolsonarismo, se destaca nas pesquisas de intenção de voto. Sua coligação é formada por PSD, Podemos e Novo. De acordo com Venceslau, Furlan tem evitado centrar a campanha na figura de Flávio Bolsonaro (PL) e prefere abordar questões estaduais e se distanciar de disputas ideológicas, por avaliar que isso poderia beneficiar seus adversários.

Além das questões eleitorais no Amapá, Alcolumbre tem oferecido contrapartidas a Lula, entre elas a desobstrução de pautas do governo no Congresso Nacional. Venceslau observou que a aproximação é vista como bastante consistente e envolve o grupo político do senador, que reúne a maioria dos votos no Congresso, além de sua base no estado. O foco de Alcolumbre também se estende ao futuro, especialmente à disputa pela presidência do Senado em 2027.

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