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Política

Brasil e China reforçam laços e discutem desenvolvimento em conversa telefônica

Lula e Xi Jinping discutem o fortalecimento de laços entre Brasil e China em telefonema.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h36
Brasil e China reforçam laços e discutem desenvolvimento em conversa telefônica

Na noite do domingo, 26 de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma conversa telefônica de mais de uma hora com o presidente da China, Xi Jinping. Durante o telefonema, os líderes abordaram a implementação de projetos de desenvolvimento em seus respectivos países, evidenciando a intenção de ampliar a cooperação em áreas estratégicas e de alta tecnologia.

O governo brasileiro comunicou que ambos os presidentes destacaram a relevância de acelerar as negociações para um acordo entre Mercosul e China, ressaltando a diversificação de mercados e parceiros comerciais como prioridade. Lula enfatizou a importância de fortalecer as sinergias entre os projetos nacionais.

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“Destacamos também os bons resultados do comércio bilateral, bem como o impacto positivo das jornadas culturais em curso este ano nos dois países e do acordo para isenção de vistos de curta duração. Essas iniciativas vão ampliar o fluxo de turistas e as oportunidades de negócio”, informou o comunicado.

Segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua, Xi Jinping expressou apoio ao Brasil na rejeição de interferências externas e manifestou disposição para intensificar a coordenação estratégica entre os dois países, além de em nível multilateral.

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A conversa ocorreu em um momento em que os Estados Unidos implementaram novas tarifas sobre produtos brasileiros. O novo tarifaço de 25% é resultado de uma investigação que se desenrolou após a aplicação de tarifas anteriores, que teve início em julho de 2025.

Além dos tópicos econômicos, Lula e Xi discutiram a situação geopolítica no Oriente Médio, manifestando preocupação com as restrições à navegação nos estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb, e sobre a situação humanitária em Gaza. Os líderes concordaram que as crises atuais requerem um papel ativo das instituições internacionais, especialmente do Conselho de Segurança da ONU.

Por fim, reiteraram o compromisso de Brasil e China com o multilateralismo, acordando em manter um diálogo constante sobre temas relevantes na ONU, nos BRICS e em outros fóruns internacionais.

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Na noite do domingo, 26 de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma conversa telefônica de mais de uma hora com o presidente da China, Xi Jinping. Durante o telefonema, os líderes abordaram a implementação de projetos de desenvolvimento em seus respectivos países, evidenciando a intenção de ampliar a cooperação em áreas estratégicas e de alta tecnologia.

O governo brasileiro comunicou que ambos os presidentes destacaram a relevância de acelerar as negociações para um acordo entre Mercosul e China, ressaltando a diversificação de mercados e parceiros comerciais como prioridade. Lula enfatizou a importância de fortalecer as sinergias entre os projetos nacionais.

“Destacamos também os bons resultados do comércio bilateral, bem como o impacto positivo das jornadas culturais em curso este ano nos dois países e do acordo para isenção de vistos de curta duração. Essas iniciativas vão ampliar o fluxo de turistas e as oportunidades de negócio”, informou o comunicado.

Segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua, Xi Jinping expressou apoio ao Brasil na rejeição de interferências externas e manifestou disposição para intensificar a coordenação estratégica entre os dois países, além de em nível multilateral.

A conversa ocorreu em um momento em que os Estados Unidos implementaram novas tarifas sobre produtos brasileiros. O novo tarifaço de 25% é resultado de uma investigação que se desenrolou após a aplicação de tarifas anteriores, que teve início em julho de 2025.

Além dos tópicos econômicos, Lula e Xi discutiram a situação geopolítica no Oriente Médio, manifestando preocupação com as restrições à navegação nos estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb, e sobre a situação humanitária em Gaza. Os líderes concordaram que as crises atuais requerem um papel ativo das instituições internacionais, especialmente do Conselho de Segurança da ONU.

Por fim, reiteraram o compromisso de Brasil e China com o multilateralismo, acordando em manter um diálogo constante sobre temas relevantes na ONU, nos BRICS e em outros fóruns internacionais.

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