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Esporte

Lula quer usar ‘Desenrola’ para renegociar dívidas de clubes

Em entrevista, Lula sugeriu adaptar o programa "Desenrola" para ajudar clubes de futebol a renegociarem dívidas acumuladas.

25/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h22
Lula quer usar ‘Desenrola’ para renegociar dívidas de clubes

Em entrevista ao 'Domingo Espetacular', Lula disse ter sugerido adaptar o programa federal para ajudar clubes a renegociar dívidas. Citou o Corinthians, do qual é torcedor, e falou em débito de cerca de 400 milhões.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista ao programa “Domingo Espetacular”, que sugeriu adaptar o programa do governo “Desenrola” para auxiliar clubes de futebol a renegociarem dívidas. A declaração foi dada após a jornalista Mariana Godoy questionar o presidente sobre a situação do Corinthians, clube ao qual Lula torce, que pode sofrer uma intervenção do Ministério Público.

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“Eu não sei qual é a situação do Corinthians, só sei que tá ruim. Precisava de uma intervenção contratando jogador bom. Eu não consigo entender a dívida, o Corinthians fez uma dívida de 400 milhões, pelo que parece já pagou 1,75 bilhão e ainda tá devendo 600 milhões. Esses dias eu falei para a Caixa Econômica, vamo pensar em fazer um ‘Desenrola’ para os clubes de futebol, porque estão todos quebrados”

Na entrevista, o presidente apresentou a sugestão como uma adaptação do programa existente, que hoje atende famílias de baixa renda e parte da classe média com renda de até 5 salários mínimos. Segundo ele, a proposta teria o objetivo de facilitar a negociação das dívidas dos times, diante do quadro financeiro relatado.

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O “Desenrola” é um programa voltado para famílias que enfrentam atrasos em cartão de crédito, cheque especial e crédito especial com mais de três meses de inadimplência. O programa já oferece condições que incluem descontos significativos — com redução que pode chegar a 90% sobre juros cobrados — e possibilita o uso do saldo do FGTS para pagamento de dívidas. A proposta mencionada pelo presidente prevê adaptar esses mecanismos à realidade dos clubes.

A fala do presidente ocorreu no contexto das perguntas sobre o Corinthians e sobre a crise financeira apontada no clube, com menção a números de dívida e pagamentos mencionados durante a entrevista. O presidente também recebeu Samir Xaud, presidente da CBF, encontro mencionado durante a cobertura do episódio.

O tema coloca na pauta o debate sobre soluções públicas para dívidas de entidades esportivas e as possíveis medidas de apoio financeiro que o governo ou instituições públicas poderiam estudar, mantendo-se a necessidade de avaliar limites legais e critérios para eventuais renegociações. A sugestão de estender mecanismos do “Desenrola” ao universo do futebol foi apresentada como uma alternativa para enfrentar a dificuldade financeira que, segundo a declaração, atinge vários clubes.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista ao programa “Domingo Espetacular”, que sugeriu adaptar o programa do governo “Desenrola” para auxiliar clubes de futebol a renegociarem dívidas. A declaração foi dada após a jornalista Mariana Godoy questionar o presidente sobre a situação do Corinthians, clube ao qual Lula torce, que pode sofrer uma intervenção do Ministério Público.

“Eu não sei qual é a situação do Corinthians, só sei que tá ruim. Precisava de uma intervenção contratando jogador bom. Eu não consigo entender a dívida, o Corinthians fez uma dívida de 400 milhões, pelo que parece já pagou 1,75 bilhão e ainda tá devendo 600 milhões. Esses dias eu falei para a Caixa Econômica, vamo pensar em fazer um ‘Desenrola’ para os clubes de futebol, porque estão todos quebrados”

Na entrevista, o presidente apresentou a sugestão como uma adaptação do programa existente, que hoje atende famílias de baixa renda e parte da classe média com renda de até 5 salários mínimos. Segundo ele, a proposta teria o objetivo de facilitar a negociação das dívidas dos times, diante do quadro financeiro relatado.

O “Desenrola” é um programa voltado para famílias que enfrentam atrasos em cartão de crédito, cheque especial e crédito especial com mais de três meses de inadimplência. O programa já oferece condições que incluem descontos significativos — com redução que pode chegar a 90% sobre juros cobrados — e possibilita o uso do saldo do FGTS para pagamento de dívidas. A proposta mencionada pelo presidente prevê adaptar esses mecanismos à realidade dos clubes.

A fala do presidente ocorreu no contexto das perguntas sobre o Corinthians e sobre a crise financeira apontada no clube, com menção a números de dívida e pagamentos mencionados durante a entrevista. O presidente também recebeu Samir Xaud, presidente da CBF, encontro mencionado durante a cobertura do episódio.

O tema coloca na pauta o debate sobre soluções públicas para dívidas de entidades esportivas e as possíveis medidas de apoio financeiro que o governo ou instituições públicas poderiam estudar, mantendo-se a necessidade de avaliar limites legais e critérios para eventuais renegociações. A sugestão de estender mecanismos do “Desenrola” ao universo do futebol foi apresentada como uma alternativa para enfrentar a dificuldade financeira que, segundo a declaração, atinge vários clubes.

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