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Esporte

Maldini e Leonardo pedem demissão da FIGC após impasse com Pirlo

Maldini e Leonardo deixam a FIGC após polêmica com a não contratação de Pirlo.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h34
Maldini e Leonardo pedem demissão da FIGC após impasse com Pirlo

Paolo Maldini e Leonardo deixaram a direção da federação italiana após divergência sobre Andrea Pirlo. A saída surpreende por ocorrer pouco depois de ambos aceitarem integrar a reestruturação da seleção.

Paolo Maldini e Leonardo decidiram deixar seus cargos na Federação Italiana de Futebol (FIGC), conforme informou a Sky Sport Italia nesta segunda-feira, 27 de julho de 2026. A principal razão para essa saída foi a controvérsia envolvendo a não contratação de Andrea Pirlo para assumir a seleção da Itália.

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A demissão de Maldini e Leonardo ocorre poucos dias após ambos aceitarem participar da nova estrutura de gestão da seleção italiana, que foi criada como parte de um amplo processo de reformulação da equipe nacional. Essa mudança representa um revés para o projeto de reestruturação iniciado recentemente pela FIGC, que buscava contar com dois nomes históricos do futebol italiano na nova administração da seleção.

Até o momento, a Federação Italiana não se manifestou oficialmente sobre os motivos das demissões. O ex-jogador Andrea Pirlo, que era considerado um dos principais candidatos ao cargo, afirmou que deixou de ser cogitado para assumir o comando da seleção devido a críticas e oposição relacionadas a seus vínculos com a casa de apostas russa Fonbet.

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Com 47 anos e sendo campeão da Copa do Mundo, Pirlo havia surgido como forte candidato para substituir Gennaro Gattuso, após o espanhol Pep Guardiola recusar o convite para o cargo. No entanto, sua candidatura enfrentou objeções por conta de seu papel como embaixador da Fonbet, o que gerou resistência entre dirigentes da FIGC e parlamentares italianos.

Mais cedo nesta segunda-feira, Pirlo se pronunciou sobre a situação em uma publicação no Instagram, revelando que foi informado no domingo que não era mais considerado para o cargo de treinador da seleção italiana. A situação reflete um momento conturbado na gestão do futebol italiano, com mudanças significativas ocorrendo em um curto período de tempo.

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Paolo Maldini e Leonardo deixaram a direção da federação italiana após divergência sobre Andrea Pirlo. A saída surpreende por ocorrer pouco depois de ambos aceitarem integrar a reestruturação da seleção.

Paolo Maldini e Leonardo decidiram deixar seus cargos na Federação Italiana de Futebol (FIGC), conforme informou a Sky Sport Italia nesta segunda-feira, 27 de julho de 2026. A principal razão para essa saída foi a controvérsia envolvendo a não contratação de Andrea Pirlo para assumir a seleção da Itália.

A demissão de Maldini e Leonardo ocorre poucos dias após ambos aceitarem participar da nova estrutura de gestão da seleção italiana, que foi criada como parte de um amplo processo de reformulação da equipe nacional. Essa mudança representa um revés para o projeto de reestruturação iniciado recentemente pela FIGC, que buscava contar com dois nomes históricos do futebol italiano na nova administração da seleção.

Até o momento, a Federação Italiana não se manifestou oficialmente sobre os motivos das demissões. O ex-jogador Andrea Pirlo, que era considerado um dos principais candidatos ao cargo, afirmou que deixou de ser cogitado para assumir o comando da seleção devido a críticas e oposição relacionadas a seus vínculos com a casa de apostas russa Fonbet.

Com 47 anos e sendo campeão da Copa do Mundo, Pirlo havia surgido como forte candidato para substituir Gennaro Gattuso, após o espanhol Pep Guardiola recusar o convite para o cargo. No entanto, sua candidatura enfrentou objeções por conta de seu papel como embaixador da Fonbet, o que gerou resistência entre dirigentes da FIGC e parlamentares italianos.

Mais cedo nesta segunda-feira, Pirlo se pronunciou sobre a situação em uma publicação no Instagram, revelando que foi informado no domingo que não era mais considerado para o cargo de treinador da seleção italiana. A situação reflete um momento conturbado na gestão do futebol italiano, com mudanças significativas ocorrendo em um curto período de tempo.

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