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Política

Manifestantes ocupam a Esplanada em ato contra o PL da Dosimetria e anistia aos condenados do 8 de janeiro

A manhã deste domingo, 14 de dezembro, foi marcada por protestos na região central de Brasília. Manifestantes se reuniram na Esplanada dos Ministérios para repudiar o avanço do chamado PL da Dosimetria, projeto de lei aprovado recentemente pela Câmara dos Deputados que prevê a redução de penas para condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

14/12/2025 · 13h34 · Atualizado às 18h32
Manifestantes ocupam a Esplanada em ato contra o PL da Dosimetria e anistia aos condenados do 8 de janeiro

Protesto em Brasília critica projeto aprovado na Câmara que reduz penas de envolvidos em atos golpistas. Grupos pressionam o Senado a barrar a medida.

A manhã deste domingo, 14 de dezembro, foi marcada por protestos na região central de Brasília. Manifestantes se reuniram na Esplanada dos Ministérios para repudiar o avanço do chamado PL da Dosimetria, projeto de lei aprovado recentemente pela Câmara dos Deputados que prevê a redução de penas para condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

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Convocado por frentes de movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de esquerda, o ato teve concentração inicial nas imediações do Museu da República e do Sesi Lab. Com faixas pedindo “Sem Anistia” e palavras de ordem contra o que classificam como impunidade para “golpistas”, o grupo marchou em direção ao Congresso Nacional.

Pressão sobre o Legislativo O principal alvo das críticas foi a aprovação do texto-base na Câmara, ocorrida na última semana, que abranda as punições para crimes contra o Estado Democrático de Direito. Os manifestantes argumentam que a medida beneficia diretamente os artífices e participantes da depredação das sedes dos Três Poderes, além de abrir brecha para beneficiar politicamente o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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Agora, a pressão das ruas se volta para o Senado Federal, onde o projeto tramitará a seguir. Lideranças presentes no ato cobraram que os senadores rejeitem a proposta e mantenham o rigor das condenações impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Além da pauta central sobre o 8 de janeiro, o protesto também englobou reivindicações contra a PEC da Reforma Administrativa e em defesa da democracia. A Polícia Militar do Distrito Federal acompanhou a movimentação, que transcorreu de forma pacífica.

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Protesto em Brasília critica projeto aprovado na Câmara que reduz penas de envolvidos em atos golpistas. Grupos pressionam o Senado a barrar a medida.

A manhã deste domingo, 14 de dezembro, foi marcada por protestos na região central de Brasília. Manifestantes se reuniram na Esplanada dos Ministérios para repudiar o avanço do chamado PL da Dosimetria, projeto de lei aprovado recentemente pela Câmara dos Deputados que prevê a redução de penas para condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

Convocado por frentes de movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de esquerda, o ato teve concentração inicial nas imediações do Museu da República e do Sesi Lab. Com faixas pedindo “Sem Anistia” e palavras de ordem contra o que classificam como impunidade para “golpistas”, o grupo marchou em direção ao Congresso Nacional.

Pressão sobre o Legislativo O principal alvo das críticas foi a aprovação do texto-base na Câmara, ocorrida na última semana, que abranda as punições para crimes contra o Estado Democrático de Direito. Os manifestantes argumentam que a medida beneficia diretamente os artífices e participantes da depredação das sedes dos Três Poderes, além de abrir brecha para beneficiar politicamente o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Agora, a pressão das ruas se volta para o Senado Federal, onde o projeto tramitará a seguir. Lideranças presentes no ato cobraram que os senadores rejeitem a proposta e mantenham o rigor das condenações impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Além da pauta central sobre o 8 de janeiro, o protesto também englobou reivindicações contra a PEC da Reforma Administrativa e em defesa da democracia. A Polícia Militar do Distrito Federal acompanhou a movimentação, que transcorreu de forma pacífica.

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