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Maternidade em Aracaju sofre com superlotação e atraso salarial, aponta Cremese

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Sergipe (Cremese) divulgou o resultado de uma fiscalização na maternidade Lourdes Nogueira, em Aracaju, revelando problemas graves como superlotação e atraso salarial. A ação, realizada em conjunto com o Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), foi motivada por denúncias de redução de leitos de UTI neonatal na […]

17/03/2025 · 17h43 · Atualizado às 19h17
Maternidade em Aracaju sofre com superlotação e atraso salarial, aponta Cremese

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Sergipe (Cremese) divulgou o resultado de uma fiscalização na maternidade Lourdes Nogueira, em Aracaju, revelando problemas graves como superlotação e atraso salarial. A ação, realizada em conjunto com o Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), foi motivada por denúncias de redução de leitos de UTI neonatal na unidade.

Durante a fiscalização, os representantes constataram superlotação no Centro Obstétrico, causada pela falta de funcionários em outras unidades para receber as pacientes em recuperação. A situação evidencia a sobrecarga na maternidade e o impacto na qualidade do atendimento.

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Além da superlotação, a fiscalização também revelou atrasos no pagamento dos salários dos profissionais de saúde, agravando a situação da maternidade. O Cremese e o Sindimed cobram medidas urgentes para solucionar os problemas e garantir o atendimento adequado às gestantes e recém-nascidos.

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O Conselho Regional de Medicina do Estado de Sergipe (Cremese) divulgou o resultado de uma fiscalização na maternidade Lourdes Nogueira, em Aracaju, revelando problemas graves como superlotação e atraso salarial. A ação, realizada em conjunto com o Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), foi motivada por denúncias de redução de leitos de UTI neonatal na unidade.

Durante a fiscalização, os representantes constataram superlotação no Centro Obstétrico, causada pela falta de funcionários em outras unidades para receber as pacientes em recuperação. A situação evidencia a sobrecarga na maternidade e o impacto na qualidade do atendimento.

Além da superlotação, a fiscalização também revelou atrasos no pagamento dos salários dos profissionais de saúde, agravando a situação da maternidade. O Cremese e o Sindimed cobram medidas urgentes para solucionar os problemas e garantir o atendimento adequado às gestantes e recém-nascidos.

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