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Itabaiana

Maternidade São José se manifesta após morte de bebê em Itabaiana: “Respeitamos todos os protocolos do SUS”

A direção da Maternidade São José, em Itabaiana (SE), promoveu nesta quarta-feira (2), uma coletiva de imprensa para esclarecer os detalhes da morte de um recém-nascido ocorrida no último dia 30. Representantes da assessoria técnica e jurídica da unidade informaram que, desde a chegada da gestante, todos os protocolos previstos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foram rigorosamente cumpridos.

02/07/2025 · 13h21 · Atualizado às 18h35
Maternidade São José se manifesta após morte de bebê em Itabaiana: “Respeitamos todos os protocolos do SUS”

Após a confirmação de que todos os procedimentos previstos pelo Sistema Único de Saúde foram seguidos, unidade aborda tragédia ocorrida no início da semana

A direção da Maternidade São José, em Itabaiana (SE), promoveu nesta quarta-feira (2), uma coletiva de imprensa para esclarecer os detalhes da morte de um recém-nascido ocorrida no último dia 30. Representantes da assessoria técnica e jurídica da unidade informaram que, desde a chegada da gestante, todos os protocolos previstos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foram rigorosamente cumpridos.

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Em seu posicionamento oficial, a direção esclareceu que “não foi detectado nenhum problema no atendimento inicial da gestante, que estava com 40 semanas de gestação — prazo normal, já que a gestação pode se estender até 41 semanas. Por esse motivo, orientamos que ela retornasse à residência”, afirmaram.

A maternidade também destacou que, embora todos os procedimentos tenham sido seguidos, “não é possível prever a evolução clínica de cada caso e, até o momento, ainda não foi determinada com exatidão a causa da morte”.

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O caso teve início na última segunda-feira (30), quando a gestante procurou atendimento na maternidade com fortes dores e sinais iniciais de trabalho de parto. Após avaliação médica, ela foi liberada e recebeu orientação para aguardar em casa, retornando ao hospital em estado de emergência algumas horas depois.

Uma cesariana de urgência foi realizada, mas, infelizmente, o bebê não resistiu. A família da criança aponta negligência e acusa a unidade de ter retardado o atendimento por conta da ausência de condições para arcar com cirurgia particular.

Abalados, os parentes agora cobram explicações, pedem justiça e denunciam falta de assistência adequada no atendimento público prestado.

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Após a confirmação de que todos os procedimentos previstos pelo Sistema Único de Saúde foram seguidos, unidade aborda tragédia ocorrida no início da semana

A direção da Maternidade São José, em Itabaiana (SE), promoveu nesta quarta-feira (2), uma coletiva de imprensa para esclarecer os detalhes da morte de um recém-nascido ocorrida no último dia 30. Representantes da assessoria técnica e jurídica da unidade informaram que, desde a chegada da gestante, todos os protocolos previstos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foram rigorosamente cumpridos.

Em seu posicionamento oficial, a direção esclareceu que “não foi detectado nenhum problema no atendimento inicial da gestante, que estava com 40 semanas de gestação — prazo normal, já que a gestação pode se estender até 41 semanas. Por esse motivo, orientamos que ela retornasse à residência”, afirmaram.

A maternidade também destacou que, embora todos os procedimentos tenham sido seguidos, “não é possível prever a evolução clínica de cada caso e, até o momento, ainda não foi determinada com exatidão a causa da morte”.

O caso teve início na última segunda-feira (30), quando a gestante procurou atendimento na maternidade com fortes dores e sinais iniciais de trabalho de parto. Após avaliação médica, ela foi liberada e recebeu orientação para aguardar em casa, retornando ao hospital em estado de emergência algumas horas depois.

Uma cesariana de urgência foi realizada, mas, infelizmente, o bebê não resistiu. A família da criança aponta negligência e acusa a unidade de ter retardado o atendimento por conta da ausência de condições para arcar com cirurgia particular.

Abalados, os parentes agora cobram explicações, pedem justiça e denunciam falta de assistência adequada no atendimento público prestado.

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