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Microsoft eleva licenças do Windows e reforça pressão sobre o preço dos PCs

Tecnologia

Microsoft eleva licenças do Windows e reforça pressão sobre o preço dos PCs

Microsoft aumenta taxas de licenciamento do Windows, encarecendo PCs e notebooks.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h16
Microsoft eleva licenças do Windows e reforça pressão sobre o preço dos PCs

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Os preços de PCs e notebooks, já pressionados pela inflação de componentes como memória RAM e SSD, devem enfrentar um novo fator de alta: a Microsoft aumentou as taxas de licenciamento do Windows cobradas dos fabricantes (OEMs), com reajustes que podem chegar a 10%.

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Diferentemente dos reajustes anuais de um dígito aplicados em anos anteriores, as taxas subiram entre 7% e 10% a partir de julho. O custo da licença varia conforme o desempenho do processador — quanto mais potente a CPU, maior o valor cobrado pelo software. Fabricantes já indicam que parte desse aumento vem sendo repassada ao consumidor.

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O reajuste se soma a um cenário já desafiador. A forte demanda por data centers voltados à inteligência artificial sobrecarregou a produção de semicondutores e elevou os custos de RAM, SSDs, CPUs e placas de vídeo. Marcas como ASUS e Acer confirmaram novos aumentos: no caso da ASUS, a alta acumulada em alguns modelos chega a quase 30% em relação ao quarto trimestre de 2025.

A pressão nos preços já afeta as vendas. Segundo a Counterpoint Research, as remessas mundiais de PCs caíram cerca de 4% no segundo trimestre de 2026 na comparação anual, para aproximadamente 65 milhões de unidades — a primeira retração do mercado desde o início de 2025.

Embora a procura por máquinas voltadas à inteligência artificial sustente parte das compras corporativas, a inflação tende a afastar o consumidor final e desacelerar a renovação de equipamentos em todo o mundo.

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Diferentemente dos reajustes anuais de um dígito aplicados em anos anteriores, as taxas subiram entre 7% e 10% a partir de julho. O custo da licença varia conforme o desempenho do processador — quanto mais potente a CPU, maior o valor cobrado pelo software. Fabricantes já indicam que parte desse aumento vem sendo repassada ao consumidor.

O reajuste se soma a um cenário já desafiador. A forte demanda por data centers voltados à inteligência artificial sobrecarregou a produção de semicondutores e elevou os custos de RAM, SSDs, CPUs e placas de vídeo. Marcas como ASUS e Acer confirmaram novos aumentos: no caso da ASUS, a alta acumulada em alguns modelos chega a quase 30% em relação ao quarto trimestre de 2025.

A pressão nos preços já afeta as vendas. Segundo a Counterpoint Research, as remessas mundiais de PCs caíram cerca de 4% no segundo trimestre de 2026 na comparação anual, para aproximadamente 65 milhões de unidades — a primeira retração do mercado desde o início de 2025.

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