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Internacional

Alegações de Milei sobre interferências internacionais geram tensões diplomáticas

Milei denuncia uma suposta campanha anti-argentina envolvendo Brasil e EUA em declaração recente.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h46
Alegações de Milei sobre interferências internacionais geram tensões diplomáticas

O presidente argentino, Javier Milei, manifestou no último domingo (26.jul.2026) sua opinião sobre o que considera uma “campanha anti-argentina” envolvendo diversos governos e partidos políticos. Durante uma entrevista à rádio local Mitre, Milei afirmou que os governos do Brasil e do México, além do Partido Democrata dos Estados Unidos, estariam por trás desse movimento.

O líder argentino citou especificamente que 25% dos recursos direcionados a essa campanha teriam origem no governo brasileiro. Milei comentou:

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“Sabe quem mais colocou dinheiro nesta campanha anti-argentina? O governo do Brasil. E depois eles vêm me falar de interferência”

.

Além disso, o presidente argentino mencionou a presença de assessores brasileiros na campanha presidencial de Sergio Massa, que ocorreu em 2023, sugerindo que houve uma participação ativa do Brasil nas eleições argentinas. A afirmação de Milei foi feita sem a apresentação de evidências concretas.

O presidente também criticou a Justiça brasileira, que negou seu pedido para visitar Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil e atualmente preso. Ele apontou a discriminação em relação a suas solicitações, referindo-se a visitas permitidas a outros políticos:

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“Quis ver meu amigo Jair Bolsonaro e não me deixaram, mas aqui o ex-presidiário veio cumprimentar a presidiária, não é?”

.

As declarações de Milei ocorreram durante sua participação na convenção do Partido Liberal em São Paulo, onde foi oficializada a candidatura do senador Flávio Bolsonaro às eleições presidenciais de outubro. Durante o evento, Milei utilizou termos depreciativos para se referir a Lula e ao ministro do STF, Alexandre de Moraes.

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Como resposta às declarações do presidente argentino, o Palácio do Planalto convocou o embaixador brasileiro em Buenos Aires para esclarecimentos. A situação gerou reações de várias autoridades brasileiras que condenaram os ataques de Milei a líderes políticos do Brasil.

Por fim, o partido La Libertad Avanza, de Milei, compartilhou em suas redes sociais imagens da convenção, enfatizando a união da direita e a chegada de uma nova onda política no Brasil.

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O presidente argentino, Javier Milei, manifestou no último domingo (26.jul.2026) sua opinião sobre o que considera uma “campanha anti-argentina” envolvendo diversos governos e partidos políticos. Durante uma entrevista à rádio local Mitre, Milei afirmou que os governos do Brasil e do México, além do Partido Democrata dos Estados Unidos, estariam por trás desse movimento.

O líder argentino citou especificamente que 25% dos recursos direcionados a essa campanha teriam origem no governo brasileiro. Milei comentou:

“Sabe quem mais colocou dinheiro nesta campanha anti-argentina? O governo do Brasil. E depois eles vêm me falar de interferência”

.

Além disso, o presidente argentino mencionou a presença de assessores brasileiros na campanha presidencial de Sergio Massa, que ocorreu em 2023, sugerindo que houve uma participação ativa do Brasil nas eleições argentinas. A afirmação de Milei foi feita sem a apresentação de evidências concretas.

O presidente também criticou a Justiça brasileira, que negou seu pedido para visitar Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil e atualmente preso. Ele apontou a discriminação em relação a suas solicitações, referindo-se a visitas permitidas a outros políticos:

“Quis ver meu amigo Jair Bolsonaro e não me deixaram, mas aqui o ex-presidiário veio cumprimentar a presidiária, não é?”

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As declarações de Milei ocorreram durante sua participação na convenção do Partido Liberal em São Paulo, onde foi oficializada a candidatura do senador Flávio Bolsonaro às eleições presidenciais de outubro. Durante o evento, Milei utilizou termos depreciativos para se referir a Lula e ao ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Como resposta às declarações do presidente argentino, o Palácio do Planalto convocou o embaixador brasileiro em Buenos Aires para esclarecimentos. A situação gerou reações de várias autoridades brasileiras que condenaram os ataques de Milei a líderes políticos do Brasil.

Por fim, o partido La Libertad Avanza, de Milei, compartilhou em suas redes sociais imagens da convenção, enfatizando a união da direita e a chegada de uma nova onda política no Brasil.

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