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Minorias sub-representadas conquistam cadeiras inéditas nas midterms dos EUA

Midterms nos EUA tiveram vitórias históricas: negros, indígenas, muçulmanos, LGBTQIA+ e mulheres conquistaram cargos estaduais e federais inéditos.

05/11/2026 · 10h24
Minorias sub-representadas conquistam cadeiras inéditas nas midterms dos EUA

As eleições de meio de mandato presidencial nos Estados Unidos, as chamadas midterms, apresentaram vitórias históricas de minorias sub-representadas, com negros, hispânicos, muçulmanos, indígenas e pessoas LGBTQIA+ alcançando cargos estaduais e federais inéditos.

A cobertura destacou nomes que marcaram um avanço em representatividade na democracia americana. Entre os destaques estão senadores, governadores e legisladores estaduais que alcançaram feitos pioneiros em seus estados ou no Congresso dos EUA.

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Gay assumido

  • Chris Pappas, 46 anos — O democrata foi apontado como o primeiro candidato assumidamente gay a conquistar uma vaga no Senado dos Estados Unidos, eleito por New Hampshire. Pappas ocupa atualmente cadeira na Câmara dos Representantes e o mandato dos senadores eleitos nas midterms começará em janeiro de 2027. Desde 2023, Pappas é casado com o advogado Vann Bentley. O texto ressalta que ele não será o primeiro representante abertamente LGBTQIA+ no Senado, já que Tammy Baldwin, democrata de Wisconsin, foi eleita em 2012 e segue no cargo.

Muçulmanos

  • Abdul El‑Sayed, 42 anos — O democrata e epidemiologista, filho de imigrantes egípcios, conquistou uma cadeira no Senado pelo estado de Michigan, tornando‑se o primeiro muçulmano eleito para a Câmara Alta do Congresso americano.
  • Aber Kawas, 34 anos — A ativista pelos direitos dos imigrantes venceu assento no Senado Estadual de Nova York. Filha de refugiados palestinos, ela foi indicada como a primeira palestino‑americana no Legislativo estadual e, segundo agências internacionais, também como a primeira mulher de hijab eleita para a Casa Legislativa.

Indígenas

  • Deb Haaland, 65 anos — A democrata da comunidade Laguna Pueblo foi eleita a primeira mulher indígena governadora nos EUA e comandará o Novo México por quatro anos a partir de janeiro de 2027. Haaland foi secretária do Departamento do Interior entre 2021 e 2025.
  • Peggy Flanagan, 47 anos — Eleita para o Senado dos Estados Unidos por Minnesota, Flanagan torna‑se a primeira mulher indígena a ocupar uma cadeira na Câmara Alta. Ela pertence ao povo Ojibwe.
  • Claire Valdez, 37 anos — Eleita para a Câmara dos Representantes por Nova York, Valdez foi registrada como a primeira mulher indígena do povo Ysleta del Sur Pueblo a representar o estado no Congresso.

Negros

  • Keisha Lance Bottoms — A democrata foi eleita governadora da Geórgia, tornando‑se a primeira mulher negra a assumir o cargo no estado.
  • Byron Donalds — Pelo Partido Republicano, foi eleito governador da Flórida e será o primeiro homem negro a ocupar o posto no estado; também é citado como o primeiro negro governador eleito na história moderna do partido republicano.
  • David Crowley — O democrata será o primeiro governador negro de Wisconsin, segundo o texto.
  • Juliana Stratton — Vice‑governadora de Illinois e eleita para o Senado dos Estados Unidos, Stratton será a sexta mulher negra a chegar à Casa e fará com que Illinois tenha duas mulheres de minorias raciais simultaneamente no Senado, juntando‑se à democrata Tammy Duckworth, asiático‑americana.

Mulheres

  • Amy Acton, 60 anos — Eleita governadora de Ohio.
  • Amy Klobuchar, 66 anos — Eleita governadora de Minnesota.
  • Marsha Blackburn, 74 anos — Republicana eleita governadora do Tennessee.

Latinos

  • Gina Hinojosa — O texto menciona que, no Texas, a democrata rompeu um ciclo em que, desde 1995, apenas republicanos se elegiam para o

O material também trouxe dados demográficos: segundo o Departamento do Censo dos Estados Unidos (U.S. Census Bureau), pouco mais de 2% da população americana se declara indígena (considerando quem declara‑se “alone”, isto é, de uma única raça), enquanto 13,5% da população se declara negra.

As vitórias nas midterms foram apresentadas como marcos de representatividade em diferentes níveis do poder público, desde legislativos estaduais até o Senado e gabinetes estaduais. O resultado aponta para uma renovação de nomes e perfis que têm histórico de sub‑representação nas estruturas políticas americanas.

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As eleições de meio de mandato presidencial nos Estados Unidos, as chamadas midterms, apresentaram vitórias históricas de minorias sub-representadas, com negros, hispânicos, muçulmanos, indígenas e pessoas LGBTQIA+ alcançando cargos estaduais e federais inéditos.

A cobertura destacou nomes que marcaram um avanço em representatividade na democracia americana. Entre os destaques estão senadores, governadores e legisladores estaduais que alcançaram feitos pioneiros em seus estados ou no Congresso dos EUA.

Gay assumido

  • Chris Pappas, 46 anos — O democrata foi apontado como o primeiro candidato assumidamente gay a conquistar uma vaga no Senado dos Estados Unidos, eleito por New Hampshire. Pappas ocupa atualmente cadeira na Câmara dos Representantes e o mandato dos senadores eleitos nas midterms começará em janeiro de 2027. Desde 2023, Pappas é casado com o advogado Vann Bentley. O texto ressalta que ele não será o primeiro representante abertamente LGBTQIA+ no Senado, já que Tammy Baldwin, democrata de Wisconsin, foi eleita em 2012 e segue no cargo.

Muçulmanos

  • Abdul El‑Sayed, 42 anos — O democrata e epidemiologista, filho de imigrantes egípcios, conquistou uma cadeira no Senado pelo estado de Michigan, tornando‑se o primeiro muçulmano eleito para a Câmara Alta do Congresso americano.
  • Aber Kawas, 34 anos — A ativista pelos direitos dos imigrantes venceu assento no Senado Estadual de Nova York. Filha de refugiados palestinos, ela foi indicada como a primeira palestino‑americana no Legislativo estadual e, segundo agências internacionais, também como a primeira mulher de hijab eleita para a Casa Legislativa.

Indígenas

  • Deb Haaland, 65 anos — A democrata da comunidade Laguna Pueblo foi eleita a primeira mulher indígena governadora nos EUA e comandará o Novo México por quatro anos a partir de janeiro de 2027. Haaland foi secretária do Departamento do Interior entre 2021 e 2025.
  • Peggy Flanagan, 47 anos — Eleita para o Senado dos Estados Unidos por Minnesota, Flanagan torna‑se a primeira mulher indígena a ocupar uma cadeira na Câmara Alta. Ela pertence ao povo Ojibwe.
  • Claire Valdez, 37 anos — Eleita para a Câmara dos Representantes por Nova York, Valdez foi registrada como a primeira mulher indígena do povo Ysleta del Sur Pueblo a representar o estado no Congresso.

Negros

  • Keisha Lance Bottoms — A democrata foi eleita governadora da Geórgia, tornando‑se a primeira mulher negra a assumir o cargo no estado.
  • Byron Donalds — Pelo Partido Republicano, foi eleito governador da Flórida e será o primeiro homem negro a ocupar o posto no estado; também é citado como o primeiro negro governador eleito na história moderna do partido republicano.
  • David Crowley — O democrata será o primeiro governador negro de Wisconsin, segundo o texto.
  • Juliana Stratton — Vice‑governadora de Illinois e eleita para o Senado dos Estados Unidos, Stratton será a sexta mulher negra a chegar à Casa e fará com que Illinois tenha duas mulheres de minorias raciais simultaneamente no Senado, juntando‑se à democrata Tammy Duckworth, asiático‑americana.

Mulheres

  • Amy Acton, 60 anos — Eleita governadora de Ohio.
  • Amy Klobuchar, 66 anos — Eleita governadora de Minnesota.
  • Marsha Blackburn, 74 anos — Republicana eleita governadora do Tennessee.

Latinos

  • Gina Hinojosa — O texto menciona que, no Texas, a democrata rompeu um ciclo em que, desde 1995, apenas republicanos se elegiam para o

O material também trouxe dados demográficos: segundo o Departamento do Censo dos Estados Unidos (U.S. Census Bureau), pouco mais de 2% da população americana se declara indígena (considerando quem declara‑se “alone”, isto é, de uma única raça), enquanto 13,5% da população se declara negra.

As vitórias nas midterms foram apresentadas como marcos de representatividade em diferentes níveis do poder público, desde legislativos estaduais até o Senado e gabinetes estaduais. O resultado aponta para uma renovação de nomes e perfis que têm histórico de sub‑representação nas estruturas políticas americanas.

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