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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Morre aos 38 anos Ana Cláudia Barrios, a ‘Chiquinha de Taubaté’

Brasil

Morre aos 38 anos Ana Cláudia Barrios, a ‘Chiquinha de Taubaté’

Ana Cláudia Barrios, a 'Chiquinha de Taubaté', faleceu aos 38 anos em São José dos Campos.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h54
Morre aos 38 anos Ana Cláudia Barrios, a ‘Chiquinha de Taubaté’

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A ativista Ana Cláudia Barrios, conhecida como 'Chiquinha de Taubaté', morreu em São José dos Campos. O Instituto Visão Solidária confirmou a perda nesta quarta-feira. A causa da morte não foi divulgada.

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A cidade de Taubaté e a região do Vale do Paraíba estão de luto pela morte de Ana Cláudia Barrios, conhecida como a “Chiquinha de Taubaté”, que faleceu aos 38 anos em São José dos Campos. A informação foi confirmada na última quarta-feira, 17 de junho de 2026, pelo Instituto Visão Solidária (IVS), onde ela trabalhava.

“É com profunda tristeza que informamos o falecimento da nossa querida Ana. A equipe IVS lamenta imensamente essa perda. Que Deus conforte a todos nós nesse momento tão difícil. Estamos de luto”,

escreveu a instituição em suas redes sociais.

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A causa da morte ainda não foi divulgada. O velório ocorreu no mesmo dia em que a notícia foi anunciada, no Memorial Sagrada Família, em Taubaté, São Paulo.

Ana Cláudia Barrios se destacou na região por interpretar a personagem “Chiquinha de Taubaté”, uma homenagem à famosa Chiquinha do seriado mexicano “Chaves”. Com seu figurino característico, ela se tornou uma presença marcante em festas infantis, eventos culturais e ações beneficentes, conquistando o carinho de diversas gerações de moradores locais.

Além de seu trabalho como artista, Ana Cláudia também teve uma atuação relevante nos bastidores da comunicação regional. Ela foi produtora da TV Cidade Taubaté, uma emissora comunitária reconhecida por seus projetos culturais e sociais. Nos últimos anos, a artista integrou a equipe do Instituto Visão Solidária, intensificando seu envolvimento com ações sociais que beneficiavam a comunidade.

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A perda de Ana Cláudia é sentida não apenas por sua família e amigos, mas também por todos que tiveram a oportunidade de conhecê-la e acompanhar seu trabalho ao longo dos anos. Sua trajetória ficará marcada na memória coletiva da região, lembrando a importância de sua contribuição para a cultura e o bem-estar social.

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A ativista Ana Cláudia Barrios, conhecida como 'Chiquinha de Taubaté', morreu em São José dos Campos. O Instituto Visão Solidária confirmou a perda nesta quarta-feira. A causa da morte não foi divulgada.

A cidade de Taubaté e a região do Vale do Paraíba estão de luto pela morte de Ana Cláudia Barrios, conhecida como a “Chiquinha de Taubaté”, que faleceu aos 38 anos em São José dos Campos. A informação foi confirmada na última quarta-feira, 17 de junho de 2026, pelo Instituto Visão Solidária (IVS), onde ela trabalhava.

“É com profunda tristeza que informamos o falecimento da nossa querida Ana. A equipe IVS lamenta imensamente essa perda. Que Deus conforte a todos nós nesse momento tão difícil. Estamos de luto”,

escreveu a instituição em suas redes sociais.

A causa da morte ainda não foi divulgada. O velório ocorreu no mesmo dia em que a notícia foi anunciada, no Memorial Sagrada Família, em Taubaté, São Paulo.

Ana Cláudia Barrios se destacou na região por interpretar a personagem “Chiquinha de Taubaté”, uma homenagem à famosa Chiquinha do seriado mexicano “Chaves”. Com seu figurino característico, ela se tornou uma presença marcante em festas infantis, eventos culturais e ações beneficentes, conquistando o carinho de diversas gerações de moradores locais.

Além de seu trabalho como artista, Ana Cláudia também teve uma atuação relevante nos bastidores da comunicação regional. Ela foi produtora da TV Cidade Taubaté, uma emissora comunitária reconhecida por seus projetos culturais e sociais. Nos últimos anos, a artista integrou a equipe do Instituto Visão Solidária, intensificando seu envolvimento com ações sociais que beneficiavam a comunidade.

A perda de Ana Cláudia é sentida não apenas por sua família e amigos, mas também por todos que tiveram a oportunidade de conhecê-la e acompanhar seu trabalho ao longo dos anos. Sua trajetória ficará marcada na memória coletiva da região, lembrando a importância de sua contribuição para a cultura e o bem-estar social.

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