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Policial

Morre piloto baleado em operação no Rio; ele havia atuado no GTA de Sergipe entre 2009 e 2014

Felipe Marques Monteiro, comandante e policial civil do Rio de Janeiro, morreu neste domingo, 17, informa a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe...

18/05/2026 · 12h42
Morre piloto baleado em operação no Rio; ele havia atuado no GTA de Sergipe entre 2009 e 2014

Felipe Marques Monteiro, comandante e policial civil do Rio de Janeiro, morreu neste domingo, 17, informa a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE). Ele havia sido baleado na cabeça durante uma operação policial realizada em março de 2025, na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, enquanto pilotava uma aeronave que prestava apoio às ações em solo.

O policial integrou o Grupamento Tático Aéreo de Sergipe (GTA/SE) entre 2009 e 2014, período em que esteve à frente da aeronave Falcão 01. Segundo a SSP/SE, sua atuação contribuiu para consolidar as operações aéreas de segurança pública no estado, participando de missões estratégicas e de apoio que integraram as forças de segurança locais.

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Após o atentado sofrido durante a operação no Rio de Janeiro, o comandante passou meses em tratamento. Familiares, amigos e colegas acompanharam a sequência de intervenções médicas e a recuperação nos meses seguintes ao disparo. A confirmação do óbito foi divulgada pela família por meio das redes sociais do policial.

A SSP/SE manifestou solidariedade aos parentes, amigos e aos companheiros de profissão, reconhecendo a dedicação de Monteiro à segurança pública e o legado que deixou em sua trajetória profissional. A nota oficial ressalta a importância do trabalho realizado pelo comandante no desenvolvimento das ações aéreas integradas em Sergipe.

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Ao longo de sua carreira, Monteiro participou de operações de apoio aéreo consideradas estratégicas para a atuação das forças de segurança no estado, segundo a secretaria. Sua passagem pelo GTA/SE é destacada pela liderança na condução da aeronave institucional e pela contribuição para o fortalecimento das atividades de vigilância e socorro aéreo.

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O falecimento do comandante encerra o período de luta pela vida iniciado após o atentado em março de 2025. A SSP/SE finalizou a comunicação externando pesar e respeito à trajetória profissional do policial.

 

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Felipe Marques Monteiro, comandante e policial civil do Rio de Janeiro, morreu neste domingo, 17, informa a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE). Ele havia sido baleado na cabeça durante uma operação policial realizada em março de 2025, na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, enquanto pilotava uma aeronave que prestava apoio às ações em solo.

O policial integrou o Grupamento Tático Aéreo de Sergipe (GTA/SE) entre 2009 e 2014, período em que esteve à frente da aeronave Falcão 01. Segundo a SSP/SE, sua atuação contribuiu para consolidar as operações aéreas de segurança pública no estado, participando de missões estratégicas e de apoio que integraram as forças de segurança locais.

Após o atentado sofrido durante a operação no Rio de Janeiro, o comandante passou meses em tratamento. Familiares, amigos e colegas acompanharam a sequência de intervenções médicas e a recuperação nos meses seguintes ao disparo. A confirmação do óbito foi divulgada pela família por meio das redes sociais do policial.

A SSP/SE manifestou solidariedade aos parentes, amigos e aos companheiros de profissão, reconhecendo a dedicação de Monteiro à segurança pública e o legado que deixou em sua trajetória profissional. A nota oficial ressalta a importância do trabalho realizado pelo comandante no desenvolvimento das ações aéreas integradas em Sergipe.

Ao longo de sua carreira, Monteiro participou de operações de apoio aéreo consideradas estratégicas para a atuação das forças de segurança no estado, segundo a secretaria. Sua passagem pelo GTA/SE é destacada pela liderança na condução da aeronave institucional e pela contribuição para o fortalecimento das atividades de vigilância e socorro aéreo.

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O falecimento do comandante encerra o período de luta pela vida iniciado após o atentado em março de 2025. A SSP/SE finalizou a comunicação externando pesar e respeito à trajetória profissional do policial.

 

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