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Brasil

Morre Raul Jungmann, ex-ministro e figura central da política brasileira, aos 73 anos

Presidente do Ibram faleceu neste domingo (18), em Brasília, após longa batalha contra um câncer no pâncreas. Jungmann ocupou cinco ministérios nos governos FHC e Temer. Leia também Ao lado de Flávio da Direita, André David declara apoio ao impeachment de Alexandre de Moraes O cenário político brasileiro perdeu um de seus nomes mais experientes. […]

19/01/2026 · 06h20 · Atualizado às 19h07
Morre Raul Jungmann, ex-ministro e figura central da política brasileira, aos 73 anos
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Presidente do Ibram faleceu neste domingo (18), em Brasília, após longa batalha contra um câncer no pâncreas. Jungmann ocupou cinco ministérios nos governos FHC e Temer.

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O cenário político brasileiro perdeu um de seus nomes mais experientes. Morreu, na tarde deste domingo (18), o ex-ministro e atual presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Raul Jungmann, aos 73 anos. Ele estava internado no Hospital DF Star, em Brasília, e não resistiu a complicações de um câncer no pâncreas que tratava há anos.

Pernambucano e dono de uma trajetória marcada pela articulação política e pelo diálogo, Jungmann foi um “superministro” em diferentes ciclos da história democrática recente do Brasil.

Trajetória nos Ministérios

Ao longo de sua carreira, Raul Jungmann ocupou o comando de cinco pastas federais:

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• No Governo Fernando Henrique Cardoso (FHC): Comandou os ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.

• No Governo Michel Temer: Foi ministro da Defesa e, em 2018, assumiu o recém-criado Ministério da Segurança Pública, pasta que liderou durante a intervenção federal no Rio de Janeiro.

Origem e Militância

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Jungmann iniciou sua vida pública na clandestinidade, militando no antigo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Mais tarde, foi um dos fundadores do PPS (atual Cidadania), legenda à qual foi filiado até 2018. Recentemente, atuava na iniciativa privada como porta-voz do setor de mineração nacional.

O corpo do ex-ministro deverá ser velado em Brasília e, posteriormente, levado para sua terra natal, Pernambuco. Autoridades de diversos espectros políticos manifestaram pesar pela morte do dirigente, destacando seu perfil conciliador e republicano.

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Presidente do Ibram faleceu neste domingo (18), em Brasília, após longa batalha contra um câncer no pâncreas. Jungmann ocupou cinco ministérios nos governos FHC e Temer.

O cenário político brasileiro perdeu um de seus nomes mais experientes. Morreu, na tarde deste domingo (18), o ex-ministro e atual presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Raul Jungmann, aos 73 anos. Ele estava internado no Hospital DF Star, em Brasília, e não resistiu a complicações de um câncer no pâncreas que tratava há anos.

Pernambucano e dono de uma trajetória marcada pela articulação política e pelo diálogo, Jungmann foi um “superministro” em diferentes ciclos da história democrática recente do Brasil.

Trajetória nos Ministérios

Ao longo de sua carreira, Raul Jungmann ocupou o comando de cinco pastas federais:

• No Governo Fernando Henrique Cardoso (FHC): Comandou os ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.

• No Governo Michel Temer: Foi ministro da Defesa e, em 2018, assumiu o recém-criado Ministério da Segurança Pública, pasta que liderou durante a intervenção federal no Rio de Janeiro.

Origem e Militância

Jungmann iniciou sua vida pública na clandestinidade, militando no antigo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Mais tarde, foi um dos fundadores do PPS (atual Cidadania), legenda à qual foi filiado até 2018. Recentemente, atuava na iniciativa privada como porta-voz do setor de mineração nacional.

O corpo do ex-ministro deverá ser velado em Brasília e, posteriormente, levado para sua terra natal, Pernambuco. Autoridades de diversos espectros políticos manifestaram pesar pela morte do dirigente, destacando seu perfil conciliador e republicano.

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