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Aracaju, Segunda-feira, 2 de novembro de 2026
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Motorola desafia Samsung com Razr Fold: caneta, 6.000 mAh e câmera 50 MP

Análise do Motorola Razr Fold: dobrável com câmeras de 50 MP, bateria de 6.000 mAh, Moto Pen Ultra incluída e preço de lançamento de R$ 15.999.

02/11/2026 · 12h14
Motorola desafia Samsung com Razr Fold: caneta, 6.000 mAh e câmera 50 MP

O celular mira quem quer um dobrável que vira mini tablet, com acabamento premium e telas amplas. Promete produtividade com suporte à escrita, conjunto de câmeras robusto e autonomia para o dia todo.

A Motorola entrou na disputa pelo mercado de celulares dobráveis em formato de livro com o Razr Fold. O aparelho chega para competir diretamente com a linha Galaxy Z Fold da Samsung e aposta em construção premium, telas grandes, conjunto de câmeras e suporte a caneta.

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Entre os atrativos destacados estão o conjunto triplo de câmeras de 50 MP, a bateria de 6.000 mAh e a Moto Pen Ultra, que já acompanha o celular no Brasil. A proposta é oferecer a versatilidade de um smartphone que se transforma em uma pequena tela de tablet, mantendo recursos de topo de linha.

Mas será que o Razr Fold consegue competir com o Galaxy Z Fold 8? Testei o dobrável da Motorola para avaliar construção, desempenho, qualidade das câmeras, autonomia e recursos de produtividade. Neste review, conto como ele se saiu no dia a dia e em que pontos se destaca ou fica atrás dos rivais.

Prós e contras

  • Prós: Câmeras de alto nível; ótima autonomia; Moto Pen Ultra incluída.
  • Contras: Sistema mais simples; peso perceptível.

Notas do Motorola Razr Fold

  • Design e construção: 4,5/5
  • Telas: 5/5
  • Desempenho: 5/5
  • Câmeras: 5/5
  • Bateria: 5/5
  • Software: 4,5/5
  • Moto Pen Ultra: 4/5
  • Custo-benefício: 3,5/5
  • Nota geral: 4,6/5

O Razr Fold faz mais sentido para quem já decidiu comprar um dobrável premium e não quer abrir mão de uma boa experiência fotográfica. Esse é justamente o ponto no qual ele mais se distancia de concorrentes. Ele também é uma opção para quem pretende explorar a tela interna para produtividade: a multitarefa funciona bem e a Moto Pen Ultra já vem no kit, sem necessidade de compra adicional.

Por outro lado, quem prioriza um aparelho mais leve pode preferir o Galaxy Z Fold 8. A Samsung também oferece uma interface de multitarefa mais flexível na organização de três aplicativos e utiliza um chipset mais potente. O Galaxy Z Fold 8 Ultra aparece como alternativa para quem prefere permanecer no ecossistema Samsung e procura um modelo ainda mais completo. Ainda assim, nos testes com câmeras, o Razr Fold foi o aparelho que mais agradou entre os três avaliados.

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Quanto vale a pena pagar

O Razr Fold estreou no Brasil por R$ 15.999 na versão com 1 TB, um preço difícil de justificar mesmo dentro do segmento de dobráveis premium. No entanto, o aparelho já aparece em uma média entre R$ 11 mil e R$ 12 mil, mesmo valor do Galaxy Z Fold 8. Na avaliação pessoal do teste, a compra começa a ficar interessante entre R$ 8 mil e R$ 9 mil, faixa em que o aparelho passa a oferecer relação mais equilibrada entre preço e vantagens em câmeras, autonomia e produtividade.

Preços de lançamento (referência)

  • Motorola Razr Fold 1 TB: R$ 15.999
  • Galaxy Z Fold 8 256 GB: R$ 12.599
  • Galaxy Z Fold 8 512 GB: R$ 14.199
  • Galaxy Z Fold 8 Ultra 256 GB: R$ 14.599

As capacidades de armazenamento são diferentes, portanto a lista serve apenas para contextualizar o posicionamento de cada aparelho no lançamento.

Especificações de construção

  • Peso: 243 g
  • Espessura: aproximadamente 9,9 mm fechado e 4,6 mm aberto

O peso é uma das primeiras características que chamam atenção; o Razr Fold é perceptivelmente mais pesado que dobráveis recentes da Samsung e que alguns celulares convencionais grandes. Isso não comprometeu significativamente o uso durante os testes, mas faz diferença na pegada.

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A construção transmite sensação de qualidade: a dobradiça é suave e firme, e o aparelho não passa sensação de fragilidade. O Razr Fold funciona bem fechado para uso em apps como mensageiros, redes sociais e mapas, sem a necessidade de abrir a tela interna o tempo todo. O formato também permite usos como o modo nightstand, em que o aparelho parcialmente aberto funciona como um pequeno relógio de cabeceira com Always On Display.

Vinco da tela

O vinco existe e é perceptível, mas não chegou a atrapalhar a experiência nos testes. Dá para sentir a região da dobra ao passar o dedo e enxergá-la em certos ângulos; com imagem, vídeo ou aplicativos abertos, ele tende a deixar de chamar atenção. É uma característica que lembra ao usuário tratar-se de uma tela dobrável, sem, no entanto, comprometer o uso para a maior parte das tarefas.

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4 min de leitura

O celular mira quem quer um dobrável que vira mini tablet, com acabamento premium e telas amplas. Promete produtividade com suporte à escrita, conjunto de câmeras robusto e autonomia para o dia todo.

A Motorola entrou na disputa pelo mercado de celulares dobráveis em formato de livro com o Razr Fold. O aparelho chega para competir diretamente com a linha Galaxy Z Fold da Samsung e aposta em construção premium, telas grandes, conjunto de câmeras e suporte a caneta.

Entre os atrativos destacados estão o conjunto triplo de câmeras de 50 MP, a bateria de 6.000 mAh e a Moto Pen Ultra, que já acompanha o celular no Brasil. A proposta é oferecer a versatilidade de um smartphone que se transforma em uma pequena tela de tablet, mantendo recursos de topo de linha.

Mas será que o Razr Fold consegue competir com o Galaxy Z Fold 8? Testei o dobrável da Motorola para avaliar construção, desempenho, qualidade das câmeras, autonomia e recursos de produtividade. Neste review, conto como ele se saiu no dia a dia e em que pontos se destaca ou fica atrás dos rivais.

Prós e contras

  • Prós: Câmeras de alto nível; ótima autonomia; Moto Pen Ultra incluída.
  • Contras: Sistema mais simples; peso perceptível.

Notas do Motorola Razr Fold

  • Design e construção: 4,5/5
  • Telas: 5/5
  • Desempenho: 5/5
  • Câmeras: 5/5
  • Bateria: 5/5
  • Software: 4,5/5
  • Moto Pen Ultra: 4/5
  • Custo-benefício: 3,5/5
  • Nota geral: 4,6/5

O Razr Fold faz mais sentido para quem já decidiu comprar um dobrável premium e não quer abrir mão de uma boa experiência fotográfica. Esse é justamente o ponto no qual ele mais se distancia de concorrentes. Ele também é uma opção para quem pretende explorar a tela interna para produtividade: a multitarefa funciona bem e a Moto Pen Ultra já vem no kit, sem necessidade de compra adicional.

Por outro lado, quem prioriza um aparelho mais leve pode preferir o Galaxy Z Fold 8. A Samsung também oferece uma interface de multitarefa mais flexível na organização de três aplicativos e utiliza um chipset mais potente. O Galaxy Z Fold 8 Ultra aparece como alternativa para quem prefere permanecer no ecossistema Samsung e procura um modelo ainda mais completo. Ainda assim, nos testes com câmeras, o Razr Fold foi o aparelho que mais agradou entre os três avaliados.

Quanto vale a pena pagar

O Razr Fold estreou no Brasil por R$ 15.999 na versão com 1 TB, um preço difícil de justificar mesmo dentro do segmento de dobráveis premium. No entanto, o aparelho já aparece em uma média entre R$ 11 mil e R$ 12 mil, mesmo valor do Galaxy Z Fold 8. Na avaliação pessoal do teste, a compra começa a ficar interessante entre R$ 8 mil e R$ 9 mil, faixa em que o aparelho passa a oferecer relação mais equilibrada entre preço e vantagens em câmeras, autonomia e produtividade.

Preços de lançamento (referência)

  • Motorola Razr Fold 1 TB: R$ 15.999
  • Galaxy Z Fold 8 256 GB: R$ 12.599
  • Galaxy Z Fold 8 512 GB: R$ 14.199
  • Galaxy Z Fold 8 Ultra 256 GB: R$ 14.599

As capacidades de armazenamento são diferentes, portanto a lista serve apenas para contextualizar o posicionamento de cada aparelho no lançamento.

Especificações de construção

  • Peso: 243 g
  • Espessura: aproximadamente 9,9 mm fechado e 4,6 mm aberto

O peso é uma das primeiras características que chamam atenção; o Razr Fold é perceptivelmente mais pesado que dobráveis recentes da Samsung e que alguns celulares convencionais grandes. Isso não comprometeu significativamente o uso durante os testes, mas faz diferença na pegada.

A construção transmite sensação de qualidade: a dobradiça é suave e firme, e o aparelho não passa sensação de fragilidade. O Razr Fold funciona bem fechado para uso em apps como mensageiros, redes sociais e mapas, sem a necessidade de abrir a tela interna o tempo todo. O formato também permite usos como o modo nightstand, em que o aparelho parcialmente aberto funciona como um pequeno relógio de cabeceira com Always On Display.

Vinco da tela

O vinco existe e é perceptível, mas não chegou a atrapalhar a experiência nos testes. Dá para sentir a região da dobra ao passar o dedo e enxergá-la em certos ângulos; com imagem, vídeo ou aplicativos abertos, ele tende a deixar de chamar atenção. É uma característica que lembra ao usuário tratar-se de uma tela dobrável, sem, no entanto, comprometer o uso para a maior parte das tarefas.

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