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Cidades

MP cobra regularização da coleta de LIXO em Socorro

O Ministério Público de Sergipe, por meio da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente e Urbanismo de Nossa Senhora do Socorro, realizou audiência com representantes do Município e da empresa Planeta Limpo, a fim de discutir pendências relacionadas ao novo contrato de coleta de resíduos sólidos no município. Leia também Semana do Cliente: veja direitos de quem recebe energia […]

29/04/2025 · 10h55
MP cobra regularização da coleta de LIXO em Socorro

O Ministério Público de Sergipe, por meio da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente e Urbanismo de Nossa Senhora do Socorro, realizou audiência com representantes do Município e da empresa Planeta Limpo, a fim de discutir pendências relacionadas ao novo contrato de coleta de resíduos sólidos no município.

Município de Nossa Senhora do Socorro
Prefeitura|Divulgação

A reunião foi conduzida pelo Promotor de Justiça Sandro Luiz da Costa e contou com a presença do Procurador-Geral do MunicípioSecretário de Serviços UrbanosSecretário da Fazenda e representantes da Planeta Limpo.

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Durante a audiência, foram tratados dois procedimentoscoleta de resíduos e transbordo irregular de lixo. O Município explicou que herdou dívidas da gestão anterior com a antiga empresa Torre, o que impactou a coleta e causou acúmulo de lixo. Diante do fim do contrato e de um reajuste considerado excessivo, foi realizada contratação emergencial da Planeta Limpo, com início das atividades em 8 de abril.

A nova empresa alegou dificuldades operacionais, como redução de caminhõesproblemas mecânicos e falhas nas rotas. Ações corretivas foram adotadas, como jornadas duplas de trabalho e chegada prevista de novos caminhões até 15 de maio, com o objetivo de normalizar a coleta e eliminar pontos clandestinos de lixo até essa data.

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Sobre o transbordo irregular, representantes relataram que os veículos da Planeta Limpo foram impedidos de usar a estação da Torre/Termoclave, levando a descarte emergencial em terreno na BR-101. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente fiscalizou o local e instaurou procedimento para apuração.

Segundo o Promotor Sandro Costa, a audiência foi necessária devido à preocupação da população e às diversas reclamações. O Ministério Público continuará acompanhando a situação. Foi determinado que, em 10 dias, o Município envie ao MPSE a documentação do processo licitatório e que a Planeta Limpo apresente seu planejamento operacional.

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O Ministério Público de Sergipe, por meio da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente e Urbanismo de Nossa Senhora do Socorro, realizou audiência com representantes do Município e da empresa Planeta Limpo, a fim de discutir pendências relacionadas ao novo contrato de coleta de resíduos sólidos no município.

Município de Nossa Senhora do Socorro
Prefeitura|Divulgação

A reunião foi conduzida pelo Promotor de Justiça Sandro Luiz da Costa e contou com a presença do Procurador-Geral do MunicípioSecretário de Serviços UrbanosSecretário da Fazenda e representantes da Planeta Limpo.

Durante a audiência, foram tratados dois procedimentoscoleta de resíduos e transbordo irregular de lixo. O Município explicou que herdou dívidas da gestão anterior com a antiga empresa Torre, o que impactou a coleta e causou acúmulo de lixo. Diante do fim do contrato e de um reajuste considerado excessivo, foi realizada contratação emergencial da Planeta Limpo, com início das atividades em 8 de abril.

A nova empresa alegou dificuldades operacionais, como redução de caminhõesproblemas mecânicos e falhas nas rotas. Ações corretivas foram adotadas, como jornadas duplas de trabalho e chegada prevista de novos caminhões até 15 de maio, com o objetivo de normalizar a coleta e eliminar pontos clandestinos de lixo até essa data.

Sobre o transbordo irregular, representantes relataram que os veículos da Planeta Limpo foram impedidos de usar a estação da Torre/Termoclave, levando a descarte emergencial em terreno na BR-101. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente fiscalizou o local e instaurou procedimento para apuração.

Segundo o Promotor Sandro Costa, a audiência foi necessária devido à preocupação da população e às diversas reclamações. O Ministério Público continuará acompanhando a situação. Foi determinado que, em 10 dias, o Município envie ao MPSE a documentação do processo licitatório e que a Planeta Limpo apresente seu planejamento operacional.

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